Notícias
De acordo com Infraero, na manhã deste domingo (27), três carretas abasteceram o aeroporto mas pode voltar a faltar combustível
Conass divulgou nota neste domingo (27)
Depois de saída do presidente e outros 15 membros da sigla, Álvaro Guimarães diz que debandada não abala candidatura de Ronaldo Caiado
Aulas retornarão normalmente na terça-feira (29) em Valparaíso de Goiás
Goiânia, Aparecida e Anápolis estão entre os municípios que irão participar da segunda fase de implementação da PrEP
Mobilização é liderada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP) e sindicatos filiados
Manifestantes protestam contra o aumento dos combustíveis e pela aprovação do Projeto de Lei 528 que determina um valor mínimo de frete pelo serviço
Secretário de Segurança Pública do Estado afirmou que a Polícia Militar vai realizar a escolta dos caminhões, bastando apenas que seja requisitada
Grupo Executivo de Apoio a Crianças e Adolescentes (Gecria) afirma que tragédia que vitimou 9 internos foi caso isolado
Serviço deve ser normalizado de forma gradual, informou Saneago
Há 50 anos, o jornalista correspondente de guerra americano Michael Herr publicou uma reportagem na revista “Esquire”, transformada em livro que alimentaria o roteiro do filme “Apocalypse Now”; ambos se fizeram clássicos
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Foto: Reprodução[/caption]
O empreendedor Elon Musk, CEO da Tesla Motors, quer criar um site para avaliar notícias e jornalistas. “Vou criar um site onde o público possa avaliar a verdade básica de qualquer artigo e acompanhar a pontuação de credibilidade ao longo do tempo de cada jornalista, editor e publicação”, publicou no Twitter.
A ideia inicial era chamar a plataforma de Pravda, o principal jornal da extinta União Soviética. Mas o domínio “pravda.com” já está comprado por ucranianos e Musk, conhecido por criticar a mídia, teve que se contentar com “pravduh.com”.
A atriz pode ser a protagonista do filme, representando Lisa Howard
O presidente da República mais atrapalha do que ajuda o candidato do MDB a governador
“Toda a cúpula da redação”, como Alberto Dines e Carlos Lemos, seguiu o proprietário da empresa na defesa da derrubada de João Goulart
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Alberto Dines e a capa do livro "Até a ultima página" | Montagem: Reprodução[/caption]
Odylo Costa, Janio de Freitas e Alberto Dines são os três jornalistas que produziram revoluções gráfico-editoriais no “Jornal do Brasil”, que, um dia, foi o melhor e o mais charmoso jornal do país.
Em 1964, quando os militares, com o apoio das tradicionais vivandeiras — Carlos Lacerda e Magalhães Pinto na comissão de frente —, derrubaram o presidente República, João “Jango” Goulart, e se tornaram mandachuvas, a Imprensa, quase toda ela, apoiou o golpe. Não consta que, na cúpula das redações de “O Globo”, de “O Estadão” e do “Jornal do Brasil”, alguém tenha ficado corado. Se ficou, bebericando uísque, foi de satisfação.
O excelente livro “Até a Última Página — Uma História do Jornal do Brasil” (Objetiva, 564 páginas), de Cezar Motta, relata entre as páginas 135 e 136: “Como todos os grandes jornais brasileiros, à exceção do ‘Última Hora’, o ‘JB’ apoiou o golpe desde que começou a ser preparado. Mas o apoio não era restrito à direção da empresa, a Nascimento Brito e à condessa Pereira Carneiro. Toda a cúpula da redação, os jornalistas com responsabilidade pelo produto final, eram favoráveis: o editor-chefe, Alberto Dines, o chefe de redação Carlos Lemos, o editorialista Wilson Figueiredo e o recém-promovido chefe de reportagem, Luiz Orlando Carneiro”.
Pouco mais tarde, jornalistas críticos e posicionados, como Alberto Dines, começaram a ser perseguidos pela ditadura.
Alberto Dines, um dos mais notáveis e decentes jornalistas brasileiros, morreu na terça-feira, 22, em São Paulo, em decorrência de uma pneumonia.


