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Não há mais informações sobre as circunstâncias do crime
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Reprodução/Facebook[/caption]
Tiroteio no Campus Samambaia da Universidade Federal de Goiás (UFG), no Setor Itatiaia, na capital, deixou ao menos um morto na manhã desta terça-feira (5/6). A assessoria de comunicação confirmou o ocorrido à reportagem do Jornal Opção e disse que vem levantando as informações. Nas redes sociais, alunos e internautas repercutem o assunto.
Ao que tudo indica, o autor dos disparos não é estudante da instituição. A Polícia Militar acredita se tratar de um usuário de drogas que costuma trafegar pela região.
Em nota, a UFG informou que a identidade da vítima ainda não foi confirmada pela polícia científica. Confira abaixo o comunicado na íntegra:
Sobre o homicídio ocorrido na manhã desta terça-feira (5/6) no Câmpus Samambaia, a Universidade Federal de Goiás (UFG) informa que, assim que comunicada da ocorrência, as equipes de segurança cercaram o local e acionaram a Polícia Militar. As informações sobre o veículo utilizado pelos suspeitos do crime foram repassadas à PM. A identidade da vítima ainda não foi confirmada pela polícia científica.
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A grosso modo, a linha de pensamento dos brasileiros, em tempos de globalização, acesso fácil a internet por meio de smartphones, como também, às redes sociais, permitem acreditar que há uma espécie de amplidão de horizontes, principalmente em época de eleições. Lêdo engano. Em território brasileiro, nos anos pares, é tempo de eleição. Velhas figuras da política ressurgem das cinzas, do ostracismo, do anonimato. A despeito da população transparecer ter anseios por mudanças, uma vez que recebe todo tipo de informação diária, através da internet e de outras mídias, as “antigas figurinhas” da política sempre surgem entre os mais queridos do eleitorado. [relacionadas artigos="127159"] Não faltam exemplos. Pesquisas indicam que o presidiário Lula, mesmo diante dos inúmeros desvios de recursos públicos e com condenação penal em segunda instância, obteria um grande percentual de votos, caso pudesse participar da eleição presidencial de 2018. Inobstante a isso, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) – afastada do Palácio do Planalto por crimes fiscais – e o tucano Aécio Neves, amplamente investigado por inúmeros crimes de corrupção, lideram as pesquisas para as duas vagas de Senador da República no Estado de Minas Gerais. E não para por aí. Jacques Wagner (PT) lidera na Bahia, o ex-governador Zeca do PT no Mato Grosso do Sul e, por fim, Renan Calheiros (MDB) no Estado de Alagoas. São provas claras que a população “finge” querer mudanças, faz discursos, passeatas, “posts” nas redes sociais, contudo, quando são convocados a se manifestarem nas urnas, fogem do compromisso ou voltam a optar pelos mesmos políticos de sempre. No Tocantins, não é diferente. Em sede de eleição suplementar – face à cassação de Marcelo Miranda (MDB) pelo TSE – dentre as sete candidaturas que foram propostas, a população alçou ao segundo turno dois candidatos ligados ao próprio Miranda e a Siqueira Campos, velho cacique da política tocantinense. O senador Vicentinho Alves (PR) há muito está umbilicalmente ligado ao ex-governador cassado. Já o governador interino, Mauro Carlesse (PHS), recebeu o integral e irrestrito apoio do velho e conhecido Siqueira. Em que pese se apresentar como “novo”, ou pelo menos como uma espécie de opção para a alternância de poder, o ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB) foi alijado da disputa. O outro “outsider”, o ex-juiz e co-autor da Lei da Ficha Limpa também não conseguiu convencer a população que seu discurso moralizador seria capaz de transformar o Tocantins. A conclusão, portanto, é que as velhas e conhecidas oligarquias, quer seja em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Bahia, quer seja em Alagoas ou no Tocantins, ainda dominam a política e os destinos dos entes federados. A triste verdade é que o Brasil ainda engatinha ou talvez curse o jardim da infância na escola denominada democracia. O termo “curral eleitoral” nunca foi tão atual.
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Pamela Zafred já concedeu entrevista para jornais mundo afora e diz que sofre preconceito por ter decidido cobrir o cabelo
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Segundo Pamela Zafred, circulam muitas informações falsas sobre muçulmanos | Foto: Fábio Costa/Jornal Opção[/caption]
A goiana Pamela Zafred, de 19 anos, está participando do desafio "30 days hijab challenge", que convida mulheres de todas as religiões a usarem o véu islâmico durante o mês sagrado do Ramadã como forma demonstrar solidariedade às muçulmanas que sofrem discriminação por cobrirem o cabelo.
"Tenho uma essência naturalmente ativista e me envolvo com qualquer tipo de injustiça para querer ajudar. Com a questão dos refugiados, comecei a perceber o preconceito sofrido por praticantes da fé islâmica, principalmente as mulheres", explica Pamela ao Jornal Opção.
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Segundo ela, circulam muitas informações falsas sobre muçulmanos, como a suposta opressão das mulheres e a eventual ligação com o terrorismo. "Vi o desafio como oportunidade de trazer para a nossa sociedade um pouco de conhecimento sobre o assunto, gerando questionamento nas pessoas", diz.
Agnóstica, Pamela rechaça a ideia de que o véu seja opressor. Para a goiana, não se pode definir uma só religião como machista, pois a misoginia também está presente em outras crenças. De acordo com ela, é algo que depende da interpretação de cada um.
"Defendo o direito das mulheres que escolhem cobrir o cabelo. É verdade que há quem seja obrigada, mas eu não defendo isso. Defender uma coisa não significa ser a favor da outra", pontua.
Preconceito
Pamela lembra duas situações em que sofreu preconceito simplesmente por usar véu. Uma vez, na academia, ninguém quis fazer dupla com a goiana durante uma atividade chamada "aulão" — nem sequer conversaram com ela.
Outra vez, passando em frente a uma igreja, escutou a seguinte frase: "Meu Deus, ela tem que sair daqui e voltar para o país dela".
"Todo dia escuto uma piada e noto olhares com medo ou pena. Na maioria dos lugares, sou tratada como extraterrestre, mas acho bom quando perguntam porque é uma chance de poder explicar. O mais importante é o respeito entre as pessoas", afirma.
Repercussão
A iniciativa de Pamela repercutiu em jornais mundo afora, como Al Jazeera, do Catar, NowThisHer — plataforma feminista do site NowThis News —, dos Estados Unidos, e Special Broadcasting Service (SBS), da Austrália.
Mesmo já tendo concedido diversas entrevistas, Pamela conta que sua família não apoia o seu ativismo. "São pessoas instruídas, mas, na cabeça deles, acham que estou sendo recrutada pelo Estado Islâmico."
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