Notícias
Presidente da República tem sondado todos os candidatos competitivos à Presidência, e eles se mostram favoráveis, porque quem ganhar assumiria o mandato livre desse problema
Presidente da OVG, primeira-dama do Estado destaca importância do serviço prestado pelo Centro de Apoio aos Romeiros na procissão de 22 de junho a 1º de julho
[caption id="attachment_128884" align="alignright" width="620"]
Na primeira reunião de trabalho, o Movimento em Respeito e Lealdade à Advocacia criou as comissões para difundir os seus ideias e princípios[/caption]
Com o tema “como se defender do abuso de autoridade”, o Movimento em Respeito e Lealdade à Advocacia lançado inicialmente pelos advogados Márcio Messias Cunha, Alexandre Ramos Caiado, Josserrand Massimo Volpon e Alexandre Pimentel, fará seu primeiro evento aberto ao público. Será no dia 7 de agosto no Hotel San Marino a partir das 18 horas e contará com grandes nomes do Estado e do Brasil.
Diferentemente das campanhas tradicionais da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO), onde cada chapa busca conquistar o voto do eleitorado à custa de festas regradas a chope, esse movimento eleva o nível da campanha ao abordar temas importantes não só à advocacia, mas também a toda sociedade. Entre os quais está qual deve ser o papel da Ordem no cenário nacional, voltado principalmente aos profissionais do direito e a jornalistas, que são as profissões mais aviltadas por abuso de autoridade.
O crescimento natural do Movimento em Respeito e Lealdade à Advocacia é algo impressionante, considerando que foi lançado no dia 7 de junho. Já alcança a marca de mais de 500 advogados militantes nos grupos de debate e discussão dos problemas e agruras da classe.
Quem nunca teve suas prerrogativas violadas? Quem, no exercício da profissão, nunca sofreu por abuso de autoridade? Porque todos profissionais que exercem a advocacia já sentiram na pele e sabem o valor que tem preço o respeito às prerrogativas e ter uma Ordem pronta para lhe defender no exercício de seu ofício. É algo incomensurável e somente resgataremos os sentimentos de valorização da classe quando tivermos uma entidade que compreenda e tenha condições de exercer seu papel fundamental da distribuição de justiça e paz para a sociedade.
O respeito com a divergência de opiniões é ponto fundamental na luta pelo reconhecimento de seus objetivos, sem deixar desvelar a fragilidade de gestão, bem como, a astenia de velhos grupos, afigurados de tenebrosas figuras, mas todos, sem nenhuma dúvida, com medo de enfrentar cara a cara os verdadeiros problemas da advocacia. É por isso que o clamor por algo que venha do fundo do coração ecoa com tamanha força em todos os cantos da advocacia goiana, pois, quem não deseja uma classe respeitada e uma Ordem leal aos seus inscritos?
Um dos pilares básicos desse Movimento é o respeito às prerrogativas dos advogados e advogadas que militam em solo goiano, pois somente com lealdade a esse princípio haverá o resgate da respeitabilidade e valorização que a advocacia exige.
Com a evolução do movimento, nos parece pouco provável que tenhamos menos de três chapas concorrentes nas eleições da OAB neste ano. Haja vista que a expansão por meio das redes sociais é justa, democrática e a cada momento há mais profissionais repensando as fortunas gastas para se comprar uma eleição na Ordem. Depois o pobre advogado não tem nem o direito de reclamar, pois, afinal de contas, compraram e pagaram pela gestão. E reclamar para quem?
No lugar de buscar modelos em jornais que estão se renovando de fato, veículos online de Goiás adotam o velho Pop como regra
[caption id="attachment_128859" align="alignleft" width="620"]
Presidente da ATM, prefeito Jairo Mariano: “Estava congelado há 20 anos”[/caption]
Na segunda-feira, 18, o presidente Michel Temer (PMDB) assinou o Decreto Presidencial número 9.412, que altera o limite para compras diretas, sem licitação, que passará de R$ 8 mil para R$ 17,6 mil e entrará em vigor 30 dias após a data de publicação.
Presidente da Associação Tocantinense de Municípios (ATM) e prefeito de Pedro Afonso, Jairo Mariano (PDT) assinalou que o aumento do limite de compras melhora a eficiência das compras governamentais, lembrando que há décadas os prefeitos reclamam da limitação dessas aquisições, engessadas por meio da fixação de limite de gastos sem licitação em R$ 8 mil. “A norma suprimia a capacidade de aquisição pelas prefeituras e exigia habilidade dos gestores para a compra de pequenos produtos e a obtenção de serviços indispensáveis à manutenção das atividades administrativas e dos serviços públicos”, afirmou o presidente da ATM.
Mariano lembrou que o limite para compras sem licitação estava congelado há mais de 20 anos, sem observar os diferentes períodos inflacionários que atingiram o Brasil. As mudanças corrigiram o valor em 120%. “Na prática, o novo limite estipula o montante a partir do qual será obrigatória a utilização dos pregões para a compra de bens e serviços”, explicou o presidente da ATM, ao revelar que, em alguns casos, o custo administrativo de realização do pregão supera a economia prevista pela concorrência.
Ante um presidente que perdeu legitimidade, grupos articulados pressionam e alcançam seus objetivos, quase sempre com prejuízo da sociedade
Senador Vicentinho Alves conclama cidadãos a ato de desobediência e deixar de pagar taxas do Detran até que ele assuma o governo
Fernando Collor era a renovação que se tornou retrocesso. O perigoso de certos renovadores é que, na prática, não sabem como mudar um país, um Estado, uma cidade
[caption id="attachment_80083" align="alignleft" width="620"]
Senador Magno Malta: “Tocantins é o Estado que mais tem corruptos” | Foto: Lia de Paula/ Agência Senado[/caption]
A presença do senador Magno Malta (PR-ES), líder da bancada evangélica no Senado Federal, foi o ponto alto da caravana que iniciou em Gurupi, passou pela capital e foi encerrada em Araguaína. “Eu vim aqui para pedir para aquelas pessoas que acreditam em mim, que acreditam na defesa dos valores da família brasileira, para votarem em Vicentinho Alves”, disse Malta. “Temos oportunidade de mudar o Brasil. E vamos começar pelo Tocantins. Nesse momento a minha fala é para os que não votaram em Vicentinho Alves no primeiro turno e para os indecisos. Peço que reflitam, comparem os candidatos, e tenho certeza de que votarão em Vicentinho Alves”, acrescentou.
Malta ainda “jogou gasolina no fogo” ao discursar sobre o que classificou de ingratidão ao se referir ao apoio do prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas (sem partido), ao adversário Mauro Carlesse (PHS) no segundo turno, apesar de ter sido eleito com o apoio de Vicentinho. “Eu quero falar para quem errou no primeiro turno, para que não erre no segundo. A doutrina cada um tem a sua, mas somos todos cristãos. Ou nós nos juntamos contra a corrupção ou continuaremos dominados por eles. Eles venceram porque nós – os cristãos – nos dividimos”, completou.
O senador capixaba, contudo, cometeu uma gafe sem precedentes. Ele enfatizou que o Tocantins é uma miniatura do Brasil: “É o Estado que mais tem corruptos no Brasil. Se o Tocantins quer a corrupção, precisamos chorar pelo Tocantins. Mas se quer mudar esse estado de coisas, vamos eleger Vicentinho Alves”. Contudo, Malta se esqueceu que esses mesmos políticos que ele classificou como corruptos, estavam, na sua ampla maioria, no mesmo palanque de Vicentinho Alves ou declararam apoio ao republicano.
Gastos excessivos
Segundo a coligação “A Vez dos Tocantinenses”, de Vicentinho Alves, os dados disponíveis no Portal da Transparência apontam que, juntos, os deputados estaduais Mauro Carlesse (PHS) e Wanderlei Barbosa (PHS) – candidatos a governador e a vice-governador, respectivamente – chegaram a pagar quase R$ 700 mil para mais de 211 funcionários não concursados da Assembleia Legislativa, a maioria deles se refere a funções que não exigem obrigatoriedade de registrar presença e podem ficar na denominada base de atuação do parlamentar, no interior do Estado.
Na tentativa de justificar suas reiteradas ausências em entrevistas e debates, o governador interino e candidato na eleição suplementar Mauro Carlesse (PHS) minimizou a importância dos encontros e aproveitou para criticar seu adversário no segundo turno, o senador Vicentinho Alves (PR). “Estão falando que não vou a debates e programas de televisão. Não sou homem de ficar debatendo uma coisa que não tem projeto. Se ele [Vicentinho Alves] tivesse um projeto para nós discutirmos, eu iria na hora, sem dificuldade. Mas ir lá para ofender ou ver a mim e minha família sermos ofendidos, eu acho que o povo não quer isso. O povo quer projeto, quer ver ação. O povo precisa ser atendido agora”, disse o humanista num dos últimos discursos de campanha, na Região Sul de Palmas. Carlesse defendeu uma campanha limpa, na qual os candidatos estivessem empenhados em apresentar suas propostas e não em promover ataques pessoais aos opositores. “Não precisa disso. Eles têm que respeitar um pouco mais o povo. Mas enquanto eles estão falando, nós estamos fazendo, do nosso jeito, com simplicidade, respeitando as famílias e a Justiça Eleitoral”, destacou. Carlesse voltou a reforçar as ações que vem adotando em sua gestão interina, citando, como exemplo, o desejo de aumentar o efetivo de policiais militares nas ruas. Ele ressaltou que tem determinado a redução no número de militares prestando serviços administrativos. “Eu quero diminuir a quantidade de policiais que tem ainda no Palácio Araguaia. Quando assumimos, havia 200 homens lá, hoje tem 60 e eu ainda não entendi para que tanto policial lá dentro. Eles tinham que estar é aqui, na comunidade, protegendo o cidadão”, apontou. Por fim, sem citar nomes, Carlesse voltou a comparar a sua administração com as anteriores. “Eu respeito, tenho dignidade e estou trabalhando para o povo. Em 30 anos eles não deram conta de fazer o que nós estamos fazendo em 60 dias e se Deus nos der a vitória no dia 24, vamos ter oportunidade de mostrar muito mais trabalho”, disse.
Na quarta-feira, 20, a Polícia Federal cumpriu dez mandados de busca e apreensão em Cariri do Tocantins, Região Sul do Estado, em razão de ordem judicial oriunda da Justiça Eleitoral de Gurupi, que envolve supostas doações de terrenos durante as eleições de 2016. A Justiça determinou a busca e apreensão de todos os processos de doação de lotes para verificar a procedência da denúncia. Oito vereadores, além do ex-prefeito da época, José Gomes (PSD), conhecido como “Zé da Máquina”, estão sendo investigados. Não foram expedidos mandados de prisão, contudo, todos eles foram intimados para prestar depoimento. Segundo o inquérito, cada vereador teria recebido 15 lotes para distribuir em troca de votos. Ainda em 2017, o ex-prefeito foi denunciado pelo Ministério Público por implantar dois loteamentos clandestinos e doar 326 lotes públicos de forma indiscriminada. Presidente Kennedy Outro ex-prefeito enrolado com a Justiça é Francisco Rodrigues de Vasconcelos (sem partido), que comandou a Prefeitura de Presidente Kennedy. O juiz da 1ª Vara Cível de Colinas do Tocantins, José Carlos Tajra Reis Júnior, condenou, na segunda-feira, 18, Francisco Rodrigues por prática de ato de improbidade administrativa e ressarcimento integral do dano, pagamento de multa civil e suspensão dos direitos políticos do réu por cinco anos. Conforme consta na ação ajuizada pelo Ministério Público Estadual, o Tribunal de Contas do Tocantins julgou irregulares as contas da prefeitura relativas ao ano de 2006, quando Francisco era prefeito do município. Entre as irregularidades apontadas estão ausência de inscrição de contribuintes em dívida ativa, o funcionamento irregular da coletoria municipal, a ausência de controle de patrimônio e a contratação de servidores sem concurso público. Ainda foram constatadas irregularidades no pagamento de multas e juros de contas de consumo, despesas sem retenção de tributos, omissão por não retenção de ISSQN, fracionamento ilegal de despesas para frustrar licitação e realização de despesas sem licitação. Na decisão, o magistrado destacou que, mesmo que o ex-prefeito não tenha obtido proveito patrimonial, existiu um prejuízo ao erário, fartamente demonstrado.
Senador que disputa a eleição suplementar para o governo neste domingo, se diz confiante de que será o escolhido pelo eleitor tocantinense, que agora poderá comparar passado, realizações, currículo e histórias dele e de seu adversário
Com contribuição principalmente dos festivais de rock, o perfil cultural da capital foi se tornando mais plural. A cidade transcendeu a condição de “terra do sertanejo” e possui hoje uma agenda bem mais movimentada e diversificada, para alegria do público
“O Pai da Menina Morta”, este curto romance inclassificável lançado pela editora Todavia, já pode constar facilmente na lista de melhores livros de 2018
[caption id="attachment_128841" align="alignright" width="620"]
Divulgação[/caption]
“Reparação”, romance de Ian McEwan, fica em pé, em igualdade de condições, ao lado de qualquer outro grande livro de autor britânico dos séculos 20 e 21 (ou de qualquer outro). Parece uma obra de Henry James, mas cética e sem concessões aos leitores e, também, às personagens. O autor de 70 anos escreveu outras ficções de alta qualidade. Sua média literária é superior a de outro notável escritor, Martin Amis, e deve ser equiparado a Julian Barnes.
A Companhia das Letras lança mais uma obra de McEwan, “Meu Livro Violeta” (128 páginas), com tradução de Jorio Dauster — excelente tradutor do inglês (Salinger, Philip Roth e Vladimir Nabokov, para citar três autores).
Sinopse da editora: “Dois textos inéditos de um dos maiores ficcionistas da atualidade, reunidos no marco da celebração de seus 70 anos”.
“‘Meu livro violeta’ é uma pequena joia da narrativa curta sobre o crime perfeito. Mestre do suspense e do enredo, Ian McEwan descreve uma traição literária meticulosamente forjada e executada sem escrúpulos. Publicado em janeiro de 2018 na prestigiosa revista ‘New Yorker’, o conto revisita um tema caro ao autor e tratado em livros como ‘Amsterdam’: as ambivalências das relações de amizade entre dois artistas, com doses desmedidas de admiração e inveja.”
“Ao conto que dá título ao livro se segue o libreto ‘Por você’, escrito para a ópera de Michael Berkeley. Profundo conhecedor de música, McEwan apresenta uma cativante história de amor e traição envolvendo quatro personagens: o regente e compositor Charles Frieth, sua esposa, uma admiradora, e o médico da família. Em sua primeira incursão no universo da ópera, McEwan mostra que seu talento como criador de histórias segue sendo insuperável.”


