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Na avaliação dos vereadores do primeiro time da Câmara de Goiânia, o prefeito Rogério Cruz (Republicanos) acertou em cheio ao emprestar a cadeira de chefe do Executivo para o presidente da Câmara de Goiânia, Romário Policarpo (Patriota). A interinidade, afirmam interlocutores do comandante do Legislativo, reforçou a parceria entre os dois mandatários e mantém firme a base de apoio do Paço Municipal.
Na quinta-feira, 10, em sua primeira agenda pública como prefeito em exercício, Policarpo deu o tom da parceria quando perguntado se a estada na Prefeitura embalava o projeto de ser prefeito: "Meu candidato a prefeito é Rogério Cruz", disse Romário. "Estou aqui para trabalhar com ele", afirmou, aos jornalistas. "Estamos juntos na tarefa para transformar nossa cidade para melhor", disse.
Esse tem sido – e será até o fim da interinidade, segundo aliados – o tom de Policarpo nas entrevistas, nos discursos e na prática. Nos diversos pronunciamentos e nas reuniões com auxiliares e visitantes para tratar de rotinas administrativas, o prefeito em exercício tem feito questão de dizer que toda a sua ação nos noves dias à frente do Paço Municipal está devidamente combinada com Rogério Cruz.
A avaliação é de que o bom relacionamento entre os chefes do Executivo e do Legislativo repercute na Câmara e no Paço Municipal, apesar de uma ou outra tensão provocada pelo peso da condução de duas instituições complexas, em especial a Prefeitura. "A missão de suceder Iris Rezende não é fácil. Também não é fácil ocupar a cadeira que seria de Maguito Vilela, mas ao atuar tão fortemente para dar sua cara à administração, Rogério vai encontrando o caminho para deixar seu legado para a cidade", afirma um auxiliar do prefeito
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As mudanças na composição do plenário da Câmara de Goiânia em decorrência das decisões relacionadas ao cumprimento das femininas nas eleições de 2020 abriram a disputa entre os partidos pelas vagas nas principais comissões temáticas. Os embates prometem se intensificar com a efetivação dos mandatos de Welton Lemos (Podemos) e Igor Franco (Pros) na próxima sessão ordinária, na quarta-feira pós-feriado, dia 16.
As articulações se concentram na vaga de Marlon Teixeira na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR). Marlon e Márcio Carvalho, ambos do Cidadania, dão lugar a Welton e Igor, diplomados na sexta-feira, 11. Na quinta-feira, 10, o presidente em exercício, Clécio Alves (Republicanos), bancou a indicação de Sargento Novandir (Avante) para a cadeira da comissão, a mais importante da Câmara.
Nos bastidores, os vereadores que ambicionam a vaga afirmam que Clécio negociou o assento na CCJ em troca do voto favorável de Novandir ao projeto que muda o nome da Avenida Castelo Branco para Agrovia Iris Rezende Machado (MDB). A indicação, que já estaria com portaria de nomeação pronta assinada pelo presidente em exercício, surpreendeu os vereadores porque dias antes eles haviam tido um grave embate em plenário motivado justamente pela mudança na denominação da via.
A vereadora Sabrina Garcez (Republicanos), que presidiu a CCJ no segundo biênio da legislatura passada (2017-2020), reivindica a vaga. Aliada de primeira hora de Rogério Cruz (Republicanos), ela tem afirmado nos bastidores que a indicação de Novandir quebra a regra da proporcionalidade da composição da comissão – o vereador do Avante seria o terceiro integrante do partido a entrar na CCJ.
A briga pela CCJ é apenas o primeiro capítulo da busca por espaço nas comissões. Um próximo round está marcado para a data de saída de Clécio e do vereador Mauro Rubem (PT), que assumem renunciam aos mandatos em 31 de janeiro para assumir, em 1º de fevereiro, as cadeiras para as quais foram eleitos na Assembleia Legislativa.
Clécio preside a Comissão de Finanças, responsável, entre outros assuntos, pela relatoria das contas do prefeito. Mauro, por sua vez, tem vaga na própria CCJ e preside a Comissão da Saúde. Eles serão substituídos, respectivamente, pelos atuais suplentes Denício Trindade (MDB) e Kátia Maria (PT).
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