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O vice-governador Daniel Vilela representou o governador Ronaldo Caiado no primeiro dia de aulas da rede estadual hoje, 18. Ele iniciou a entrega de material escolar e uniformes para todos os mais de 500 mil alunos de duas cidades da região Sudoeste: Mineiros e Jataí.
O investimento foi de mais de R$ 113,2 milhões. Os alunos do 9° ano do Ensino Fundamental e do 3° ano do Ensino Médio receberam, ainda, Chromebooks para facilitar o acompanhamento das aulas.
Daniel destacou que foram investidos mais de R$ 5 bilhões nesses últimos quatro anos só na educação, ressaltando que as mais de mil unidades escolares já foram completamente reformadas ou estão em processo de requalificação. “Vocês formam a geração responsável pelo futuro de Goiás”, disse o vice-governador ao lembrar que a educação é maior ferramenta de transformação da vida dos estudantes.
O vice-governador ressaltou o reconhecimento pelo fato de o governador Ronaldo Caiado tê-lo incumbido de ir a Mineiros e Jataí, cidades onde ele passou a infância e a juventude. Ele observou ainda que, pela primeira vez, o Governo de Goiás está entregando, sem custos para as famílias, os uniformes aos alunos dos Colégios Militares, assim como já fazia com os dos demais estudantes da rede estadual de ensino.
Novo CEPMG
Em Mineiros, o vice-governador também assinou o documento que transforma o Colégio Estadual Professora Alice Pereira Alves em Colégio Estadual da Polícia Militar (CEPMG). A mudança atende a um antigo anseio da comunidade local.
“É a realização desse sonho de ter um colégio militar, que, com certeza, estará entre os melhores no Ideb”, comemorou o prefeito de Mineiros, Aleomar Rezende.
Já em Jataí, o ano letivo foi aberto no Colégio da Polícia Militar Coronel Serafim de Carvalho. No local, o vice-governador fez a entrega de kits escolares, uniformes e falou sobre a importância de outros programas presentes nas escolas estaduais, como o de Dignidade Menstrual, que disponibiliza absorventes de forma gratuita para as estudantes da rede estadual.
“Pela segunda vez, recebemos aqui, em Jataí, um vice-governador filho da cidade”, disse Humberto Machado dirigindo-se a Daniel Vilela. “O primeiro foi Maguito, seu pai”, lembrou o prefeito de Jataí.
Daniel afirmou que em breve voltará ao município com o governador Ronaldo Caiado, que se recupera de uma cirurgia cardíaca, para entregar obras. “É a minha primeira agenda como vice-governador de Goiás na minha cidade natal, o que é ainda mais importante por estarmos abrindo o ano letivo”, afirmou.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quarta-feira,18, ter tido a “impressão” de que os atos terroristas em Brasília “era o começo de um golpe de Estado”. O petista ainda disse que “dá a impressão” de que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sabia o que estava acontecendo.
“Fiquei com a impressão que era o começo de um golpe de Estado, inclusive, que o pessoal estava acatando ordens e orientação que o Bolsonaro deu durante muito tempo”, afirmou Lula a comentarista Natuza Nery, da GloboNews.
Essa é a primeira entrevista exclusiva desde que o petista assumiu o governo no 1º de janeiro. “Muito tempo ele [Bolsonaro] mandou invadir a Suprema Corte, muito tempo ele desacreditou o Congresso Nacional, muito tempo ela pedia que o povo andasse armado, que isso era democracia”, completou o presidente.
O petista ainda disse que “não via soldado” durante as invasões golpistas. “Não era possível a facilidade com que as pessoas invadiram o palácio do presidente da República”, disse. “Eles entraram porque a porta estava aberta. Alguém de dentro do palácio abriu a porta para eles, só pode ter sido. Houve conivência de alguém que estava aqui dentro”.Para Lula, o silêncio de Bolsonaro – antes, durante e depois dos atos de vandalismo – dá a “impressão” de que ele “sabia de tudo o que estava acontecendo”.
“Acho que a decisão dele de ficar quieto depois de perder as eleições, semanas e semanas sem falar nada; a decisão dele de tomar a decisão de não passar a faixa para mim, de ir embora para Miami como se estivesse fugindo com medo de alguma coisa; e o silêncio dele mesmo depois do acontecimento daqui, me dava a impressão que ele sabia de tudo o que estava acontecendo, que ele tinha muito a ver com aquilo que estava acontecendo”, afirmou.

