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Os seres humanos tem demonstrado interesse em assistir vídeos desses animais. Principalmente porque os grupos familiares dormem segurando as mãos um do outro
Município tenta receber há mais de 25 anos. Endividado, Alcides tem mais de R$ 4 milhões de pagamentos atrasados com bancos, condomínios e ações judiciais
Após deixar o set de filmagens, Marcello Antony, de 59 anos, passou a viver em Portugal como corretor de imóveis. O ex-ator da Globo atua no ramo imobiliário desde junho deste ano. E pode receber milhões graças à uma única venda.
Isso ocorre pois o valor da comissão está estimado em 3,2% do preço dado da casa. Como o imóvel custa aproximadamente R$ 200 milhões, ele pode receber até R$ 6,4 milhões. Essa é a mansão mais cara em terras lusitanas.

Marcello é multitarefas, além de ator e corretor, ele também atua como empresário. No Rio de Janeiro, o artista possui duas hamburguerias, com unidades no Leblon e na Barra da Tijuca. "A notícia que rola é que eu abandonei a minha carreira, que eu joguei no lixo. Não. Vou ser ator até morrer, até ficar velhinho", contestou em entrevista a Leda Nagle.
O artista ainda explica que são profissões que permitem a coexistência. Portanto, segundo Marcello, já que ele conhecia alguns corretores influentes ao redor do mundo. "Só agreguei uma coisa à outra porque vi a oportunidade", relata. Ele vive com a família em Portugal desde 2018.

"Vocês querem conhecer a casa mais valiosa de Portugal, de quase R$ 200 milhões? Eu e minha equipe temos o prazer de mostrar a vocês essa casa que é uma verdadeira obra de arte". É assim que começa o vídeo do ator nas redes sociais.
Na descrição do ator, a mansão tem "luxo inigualável, arquitetura impressionante e vistas de tirar o fôlego". Além disso, o projeto do imóvel é do arquiteto português Victor Vitorino, que também assinou o projeto da mansão de Cristiano Ronaldo.
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De acordo com o site Instrack, a pop star perdeu 955,725 (0.30%) de seguidores nos últimos dias
A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do cantor sertanejo
Especialistas comentaram sobre as regras para a reta final do pleito deste ano
Um novo quadro criado por Luciano Huck para presentear o público do "Domingão", seu programa de domingo, e de clientes de uma marca com uma barra de ouro recebeu mais de 3 mil reclamações de consumidores no site Reclame Aqui. Até o momento, o "Familhão" recebeu 3.087 reclamações.
Apenas nos últimos 6 meses, 2.577 clientes foram à plataforma reclamar da atração. Porém, 100% das queixas foram respondidas por representantes da marca.
Entre as reclamações mais recorrentes estão a dificuldade do cancelamento da assinatura e problemas com a cobrança.
O "Familhão" foi lançado em março e faz um sorteio mensal de R$ 1 milhão. Para concorrer, o consumidor precisa participar de um programa de benefícios, comprando créditos de R$ 20, que dá direito a um número para o sorteio.
O saldo também vira crédito para ser gasto na compra de produtos de empresas parceiras. O consumidor também ganha cupons de desconto em serviços de telefonia celular, streaming, abastecimento de combustível e delivery.
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Pesquisadores investigam as causas da diminuição da única população do pato-mergulhão (Mergus octosetaceus) no Tocantins, uma das raras áreas no Brasil que ainda oferece condições ambientais adequadas para essa espécie, que está em grave risco de extinção.
Desde 2008, ONGs e órgãos estaduais, com o apoio de um programa federal, realizam censos dessa espécie. Esses levantamentos acontecem logo após o período reprodutivo das aves, momento em que elas cuidam dos filhotes e estão mudando de penas, o que limita seus movimentos pelo rio e facilita a contagem.
Em 2019, a estimativa apontava para a presença de 25 aves adultas. No entanto, o trabalho foi interrompido durante a pandemia de Covid-19, e a partir daí os números começaram a declinar. Em 2023, o número estimado de aves adultas caiu para entre 16 e 18, representando uma redução de 30% em relação a cinco anos atrás.
Desde a década de 1970, o doutor em Ecologia pela Universidade de Brasília (UnB), Paulo Zuquim Antas, tem se empenhado na preservação das aves. Anualmente, ele integra equipes que descem o Rio Novo para avaliar a população dessa espécie rara. Zuquim percorre cerca de 145 quilômetros das águas do rio.
Em agosto deste ano, os recenseadores identificaram apenas um ninho contendo filhotes. Na mesma época, apenas dois dos oito filhotes nascidos em julho foram observados, ainda incapazes de voar. “Isso é extremamente preocupante”, destaca Zuquim Antas.
Essa situação levantou preocupações entre cientistas e conservacionistas, que estão investigando as causas do declínio do pato-mergulhão no Tocantins. Essa espécie é classificada como criticamente ameaçada de extinção tanto no Brasil quanto pela União Internacional para Conservação da Natureza (UICN).
Estima-se que restem cerca de 250 dessas aves na natureza, distribuídas por regiões como Jalapão (TO), Chapada dos Veadeiros (GO) e Serra da Canastra (MG). Nesses locais, elas costumam habitar principalmente áreas de conservação, como estações ecológicas e parques nacionais e estaduais.
Os filhotes permanecem na mesma área onde nasceram por até um ano, antes de migrarem. Se não encontrarem rios adequados, a grande maioria pode acabar morrendo.
Além disso, a capacidade reprodutiva dessas aves pode ter estagnado ou já estar em declínio. Isso poderia explicar a média registrada nos censos anuais. Ninguém sabe como está a saúde reprodutiva dos casais.
As ameaças ao pato-mergulhão aumentam à medida que a degradação dos rios e de outros ambientes naturais no Brasil avança de forma implacável. Essa espécie depende de águas limpas, claras e livres de poluição, especialmente porque realiza a pesca mergulhando e de olhos abertos.
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