Imprensa
O professor da UFG conecta a cidade com literatura e cinema para entendê-la de maneira mais perceptiva
General boliviano e pesquisadores sugerem que o ditador não queria o guerrilheiro comunista em Cuba e o abandonou para morrer na selva da Bolívia
Redes sociais, blogs e sites contribuem para aumentar o acesso dos jornais e revistas. Mas quem ganha dinheiro mesmo são Facebook e Google
Não se trata de duvidar da grandeza da escritora, e sim de sugerir que a crítica literária não prova que, “na literatura brasileira, não há quem se iguale ou se aproxime dela”
Não há indignidade alguma em admitir publicamente que se está tratando de câncer ou de qualquer outra doença. Escondê-la vai ajudar no tratamento?
Quando estudantes, que serão profissionais da agricultura, cedem acriticamente ao apelo da indústria do agrotóxico, o pragmatismo toma lugar ao racionalismo e o futuro se apresenta nebuloso
Autor de um excelente romance, “Duas Mulheres, Quatro Amores e uma Guerra Civil”, Jailton Batista é um prosador experimentado
Não há como excluir de um cânone mínimo Machado de Assis, Graciliano Ramos e Guimarães Rosa, na prosa, e Carlos Drummond de Andrade, João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira, na poesia
O escritor siciliano, que morreu há 60 anos, deixou uma obra-prima que obteve sucesso entre o público exigente sem deixar de ser popular. Biografia revela que tinha um amigo no Brasil, o engenheiro Guido Lajolo
É mais fácil ler uma reportagem sobre o Rio de Janeiro, feita por alguma agência, do que uma reportagem sobre Rio Verde na imprensa de Goiânia
O repórter Jarbas Rodrigues Jr., editor da coluna “Giro”, muda o nome da vereadora tucana Cristina Lopes
O empresário da construtora Odebrecht contribuiu para criar a Corruptobrás e gerou um capitalismo apressado e picareta
Luana Don, ex-repórter do programa “Superpop”, da Rede TV!, seria pombo-correio de líderes do Primeiro Comando da Capital que estão soltos com os que estão presos
Imitadores não têm o principal, o “garoto-propaganda” que sabe comunicar muito bem com o público. Ao contrário do que muitos esperavam, ele tem sido responsável
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Parte dos jornalistas parece não compreender que, para o SBT, jornalismo e entretenimento são a mesma coisa. Por isso, aquele que tratar o apresentador de “Primeiro Impacto”, Dudu Camargo, apenas como “jornalista”, e não como um “artista” do entretenimento, não será capaz de compreendê-lo e muito menos o jornalismo propagado pela rede de Silvio Santos.
Na semana passada, os sites que dão notícias sobre mídia, e até a impoluta revista “Veja”, abriram espaço para discutir Dudu Camargo — o que prova que Silvio Santos, ao bancá-lo como “ás” do entretenimento, acertou na mosca. A tendência das publicações é sugerir que Dudu Camargo não está preparado para assumir a apresentação de um telejornal. O garoto de 19 anos, que talvez queira ser o novo Silvio Santos e não o novo William Bonner, apareceu de cueca no “Pânico na Band” e se exibiu de maneira inconveniente com Maísa Silva, do SBT, no “Programa Silvio Santos”.
Ao ganhar espaço na mídia, mesmo sendo criticado, Dudu Camargo caiu não em desgraça, como sugeriu “Na Telinha”, site do UOL, e sim nas graças de Silvio Santos. O dono do SBT sugeriu que pretende transformá-lo no “maior apresentador do Brasil”.
A mídia dita crítica está contribuindo — ao conceder-lhe espaço generoso, ainda que para execrá-lo — para consagrá-lo. Silvio Santos, vencedor e vendedor atentíssimo, sabe das coisas. Dudu Camargo pode não ser um grande jornalista, mas, com a ajuda de seus críticos, está se tornando uma estrela, digamos, nacional.

