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Vapt Vupt passará a funcionar em novo horário. Veja onde

Segplan anuncia que unidades dos municípios de Goianésia, Palmeiras de Goiás e Trindade  terão horários de funcionamento reajustados [caption id="attachment_122095" align="aligncenter" width="620"] Foto: Divulgação[/caption] A Secretaria de Gestão e Planejamento do Estado de Goiás (Segplan), por meio da Superintendência de Gestão do Vapt Vupt, informou hoje que as unidades prestadoras do serviço nos municípios de Goianésia e Palmeiras de Goiás funcionarão em novo horário. Também há previsões de mudanças para o município de Trindade, porém, apenas no Setor Maysa o horário será reajustado. De acordo com informações obtidas pela reportagem, as unidades passarão a funcionar das 8h às 18h a partir do dia 2 de janeiro.

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Futuro ministro de Bolsonaro diz que Mais Médicos será revisto em 2019

Futuro ministro de Bolsonaro teceu críticas ao atual sistema e assegurou no próximo governo haverá mudanças [caption id="attachment_155918" align="aligncenter" width="620"] Futuro ministro da Saúde Luiz Henrique Madentta I Foto: Divulgação[/caption] O Ministro da Saúde do Governo Bolsonaro, Luiz Henrique Madentta, anunciou nesta sexta-feira, 28, que o programa Mais Médicos, do Governo Federal, será revisto a partir do ano que vem. Madentta também estendeu críticas à forma com que o programa foi conduzido até o momento, chegando a considerá-lo repleto de "improvisações". Ele disse ainda que irá aguardar a conclusão das decisões tomadas pelo atual governo quanto a reposição dos mais de 8,5 mil médicos que deixaram o programa após a decisão tomada pelo governo Cubano, porém, declarou que já fizeram reuniões para debater o assunto. "O entendimento deles começa de um jeito e muda. A característica desse Programa Mais Médicos é de improvisações, uma atrás da outra, desde o dia que ele foi instalado até o dia de hoje. O programa está vivendo uma crise das improvisações", declarou Madentta. O futuro ministro também criticou o modelo de distribuição dos médicos quanto ao grau de necessidade das regiões. Segundo ele, não há prioridade para o deslocamento de médicos para as regiões de difícil ocupação. Isso, segundo o Madentta, faz com que as localidades mais desenvolvidas recebam médicos antes daquelas que carecem ainda mais deste serviço. Ele reforçou também que existem áreas com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) muito alto e que, em tese, não precisam de médicos estrangeiros. Depois, indagou: "Por que não começar pelas áreas de difícil provimento?" O Ministério da Saúde ainda enfrenta dificuldades para repor as lacunas deixadas pelos cubanos. Tendo em vista o egresso de novos profissionais ao Mais Médicos, o prazo para escolha de vagas, por médicos formados fora do país que enviaram a documentação, foi prorrogado. A decisão permite que os brasileiros com formação no exterior selecionem os municípios de alocação até o dia 24 de janeiro.

Oito comunidades quilombolas goianas são declaradas oficiais pela Fundação Cultural Palmares

 A partir da certificação, comunidades conseguem acesso a políticas públicas específicas. 120 representantes dos municípios participaram da cerimônia em Brasília

[caption id="attachment_155915" align="aligncenter" width="620"] Foto: divulgação[/caption]

O governo federal e o governo de Goiás, por meio da Secretaria Cidadã, entregaram nesta semana, em Brasília, os certificados Quilombola para oito comunidades estabelecidas no Estado, sendo elas: Cachoeirinha (Vila Propício), Vargem Grande do Muquém (Niquelândia), Tupiraçaba (Niquelândia), Vale do Rio Corumbá (Corumbá), Cristianinho (Caiapônia), Pilões (Iporá), São Félix (Matrinchã) Papuã (Pilar de Goiás). Cada comunidade escolhe, a partir de sua história e referências, um nome oficial que consta no documento. Goiás possui agora 64 comunidades oficialmente reconhecidas.

A cerimônia foi realizada na Fundação Cultural Palmares, que é vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), e que fornece o certificado. O documento dá às comunidades acesso a políticas públicas dos governos federal, estadual e municipais nas áreas da educação, saúde, habitação, ensino superior, entre outros programas.

Participaram da entrega a a entrega a superintendente Executiva da Mulher e da Igualdade Racial da Secretaria Cidadã, Onaide Santillo e a Superintendente de promoção da Igualdade Racial da Pasta, Marta Ivone, que destaca a importância desse processo para as populações.  “Muitos continuaram escravos depois da abolição da escravatura, eles trabalhavam por comida. Alguns desses municípios que hoje tem comunidades reconhecidas, foram quilombos no passado e as cidades se desenvolveram a partir deles.

Reconhecer essas comunidades é reconhecer também a contribuição dos nossos antepassados na construção da sociedade atual. O reconhecimento traz também mais desenvolvimento para todo o município, pois as escolas públicas onde há alunos vindos de comunidades quilombolas têm direito de receber o dobro de recursos para merenda escolar, reforma de escolas, construção de novas unidades, etc. Na área da habitação, membros destas comunidades têm prioridade nos cadastros. Já na saúde, há um tratamento especial para este público, que recebe atenção especial para cuidado e prevenção de doenças recorrentes na população negra, como anemia falciforme e mioma”.

Em Goiás, 140 mil 867 quilombolas estão organizados em comunidades que foram certificadas. Outras 5 comunidades estão em processo de certificação e 48 ainda devem dar início aos trâmites.

“Dívida eterna”

Titular da Secretaria Cidadã, Murilo Mendonça explica o papel social da Pasta nesse processo. “O Brasil tem uma dívida eterna com essas comunidades, que sofreram todo tipo de injustiça no decorrer da história. Essa oficialização é o mínimo que podemos fazer, enquanto entes públicos, para reparar minimamente os efeitos ainda sofridos pelas atuais gerações destas famílias que foram escravizadas”, frisou. “Esse reconhecimento é, portanto, muito importante para fazer com que as políticas públicas cheguem a essas populações, que foram historicamente relegadas ao esquecimento”, finaliza Murilo.

Murilo Mendonça explicou que a secretaria identifica as comunidades e os municípios a que elas estão vinculadas. São feitas visitas para levantar a trajetória histórica dos grupos, tiramos fotos e essa documentação é apresentada à Fundação Palmares. A partir daí, a fundação faz a avaliação e dá andamento ao processo.

Caminho até o certificado

O papel da Secretaria Cidadã é identificar as comunidades, por meio de visitas aos moradores mais velhos, patriarcas e matriarcas, analisar as construções, fazer um relato de todas as histórias do local e verificar como começou a comunidade e em que circunstâncias. As histórias são analisadas, assim como falas, costumes, cultura, tradições, religião, aspectos físicos e forma de falar.  Após a visita e a checagem, o processo é encaminhado para a Fundação Cultural Palmares, em Brasília, para uma comissão de antropólogos, que analisa o processo e fornece a certificação de que a comunidade é realmente uma comunidade quilombola.

Fundação Cultural Palmares

Fundada em 1988, a entidade foi a primeira instituição pública criada para promoção e preservação da arte e da cultura afro-brasileira. A Fundação é um órgão do governo federal vinculada ao Ministério da Cultura (MinC)

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