Últimas notícias
Deputado foi um dos que votou pela aprovação sem recomendações do TCE em 2018, mas aprovou decreto de calamidade financeira
Ricardo Paes Sandré garante ter documentos probatórios vastos que irão elucidar toda a história
Espetáculo Gala Beneficente Vaganova celebra conclusão de Curso de Dança do Itego
Representantes do setor se reúnem com presidente do órgão em busca de cronograma para pagamento de R$122,9 milhões
Pedido foi feito pelo Ministério Público Federal e investigação apura crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa
https://www.youtube.com/watch?v=L4611hpI9rk
Para cientista político, resguardar a vida dos brasileiros que moram na Venezuela e seguir um protocolo mais diplomático deveria ser a estratégia
[caption id="attachment_160371" align="aligncenter" width="620"]
Foto: reprodução[/caption]
O posicionamento do governo brasileiro em reconhecer Juan Guaidó, líder da oposição contra Nicolas Maduro, como novo presidente interino da Venezuela, pode significar risco ao histórico da diplomacia brasileira. É o que explica o cientista político Guilherme Carvalho. Para o especialista, o ideal, no momento, seria buscar intermediar as negociações.
A repercussão acontece após os protestos realizados nesta quarta-feira, 23, em toda a Venezuela, em sua maioria movimentos que pedem a derrubada de Maduro, Guaidó, líder da oposição, se declarou presidente interino do país. Após a declaração, governos ao redor do mundo se dividiram entre apoiadores de Maduro e de Guaidó.
O governo estadunidense foi o primeiro a divulgar nota de apoio à derrubada do atual presidente. Seguindo os mesmos passos, o governo brasileiro também declarou apoio à oposição venezuelana. Para Guilherme, a decisão é equivocada e coloca o Brasil em posição arriscada.
“A diplomacia brasileira tem esse histórico de intermédio entre partes. Até agora o Itamaraty tem prestado um desserviço, inclusive arriscando a vida do nosso corpo diplomático ao nos colocar na posição de neutralidade e tomando parte ao lado do Guaído”, diz o cientista.
Apesar das grandes manifestações registradas terem dado tom vitorioso à oposição, Guilherme diz que "a crise da Venezuela está longe de ser concluída". Para o especialista, o fato do atual governo ser apoiado por Rússia e China deve sustentar o regime por mais tempo. Ele cita, ainda, o exemplo da Síria, que há anos vive conflito armado por conta da tentativa da derrubada do governo, que é apoiado pelos mesmos dois países que estão ao lado de Maduro.
Entre a última terça-feira, 22, e a quarta-feira, 23, foram registradas 16 mortes durante os protestos contra Nicolás Maduro. A maioria das vítimas foram atingidas por armas de fogo. Sobre isso, Guilherme diz que o "país está à beira de uma guerra civil, e que por isso, para o governo brasileiro o mais importante no momento seria a preocupação com os brasileiros que lá vivem".
Dos 30 votos, 28 foram favoráveis e dois contrários, estes dos deputados Helio de Sousa e Talles Barreto, ambos do PSDB
Ex-secretária de Educação confirmou nesta quinta-feira, 24, que vai concorrer ao comando do Diretório Estadual do partido
Decreto permite comissionados do governo classificarem informações como ultrassecretas
[caption id="attachment_160370" align="aligncenter" width="620"]
Foto: Agência Brasil[/caption]
Um decreto publicado nesta quinta-feira, 24, no Diário Oficial da União e assinado pelo presidente interino, general Hamilton Mourão, muda as regras de aplicação da Lei de Acesso à Informação (LAI), lei que permite a qualquer cidadão solicitar dados e informações públicas sem especificar os motivos dos pedidos.
A grande mudança a partir do decreto estabelece que servidores públicos comissionados podem impor sigilo secreto e ultrassecreto da dados públicos. Antes desse novo documento ser assinado, apenas o presidente, o vice-presidente, ministros de Estado, comandantes das Forças Armadas e chefes de missões diplomáticas permanentes no exterior tinham esta competência.
Na prática, os representantes dos cargos que antes estavam aptos a fazerem as classificações, poderão escolher servidores comissionados e dirigentes de fundações, autarquias e empresas públicas para impor sigilo secreto e ultrassecreto a dados públicos.
Durante entrevista sobre o decreto, Mourão disse que a mudança não é negativa e que apenas “diminui a burocracia na hora de você desqualificar alguns documentos sigilosos”. O presidente interino disse que a medida já estava sendo analisada pelo ex-presidente Michel Temer, e que Bolsonaro autorizou a medida.
Entretanto o decreto foi muito criticado entre especialistas, que consideram um risco à transparência do governo brasileiro.
Funveadeiros pretende fortalecer turismo da região
[caption id="attachment_140544" align="aligncenter" width="620"]
Chapada dos veadeiros está da lista de concessões | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Agência Brasil[/caption]
Os municípios que compõem a Chapa dos Veadeiros deve ganhar nos próximos meses um fundo que busca desenvolver a região. O projeto do Fundo Nacional de Apoio à Região da Chapada dos Veadeiros (Funveadeiros) já está pronto para ser apreciado no senado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
O projeto é do deputado Pedro Chaves (MDB-GO), e deve atender os municípios goianos de Alto Paraíso, Cavalcante e Teresina de Goiás. Se aprovado, o fundo será usado para fomentar a comercialização dos produtos locais, desenvolver atividades turísticas da região além de custear pesquisas para fortalecer a cultura regional por meio do turismo.
A previsão descrita no texto é de que os recursos do fundo serão de operações de crédito internas e externas firmadas com entidades privadas, públicas, nacionais e internacionais e convênios entre estados.
A relatora do projeto na CAE, a senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), destaca no relatório a importância do turismo na economia da Chapada, mas diz que a região ainda precisa de instrumentos de incentivo a atividades turísticas. Segundo a senadora o “Funveadeiros contribui para preencher essa lacuna”.
Após passar pela CAE, o texto será encaminhado para a Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR).
Deputado eleito afirma que recebeu convites e pretende analisar propostas enquanto segue no Legislativo do Estado
[caption id="attachment_132772" align="aligncenter" width="620"]
Vereador Alysson Lima | Foto: reprodução[/caption]
O vereador e deputado eleito Alysson Lima (PRB) afirmou ao Jornal Opção que foi convidado por dois partidos para ser candidato a prefeito de Goiânia em 2020. Para o parlamentar, que será empossado em fevereiro, e que recentemente disse que será oposição do governo de Ronaldo Caiado (DEM) é necessário "estudar bem as propostas" e "começar o trabalho como deputado antes de pensar no Executivo".
"Ao declarar que sou oposição do governo, automaticamente estes partidos me procuraram para saber se tenho interesse em ser candidato a prefeito de Goiânia no próximo ano [...] Fico feliz que legendas vejam em mim esse perfil, mas por enquanto não tomei nenhuma posição", declarou, sem citar os partidos sob a afirmação de que ainda é cedo para confirmar propostas.
Projetos para cinema receberão R$ 18,15 milhões e produções para televisão R$ 18,65 milhões
Candidata à vice-governadora de Goiá em 2018, Raquel vai concorrer ao lado de Talles Barreto, Carlão, Jônathas Silva e Jardel Sebba
Fator RH negativo é a mais carente no Hospital

