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Testagem em detentos do Complexo Prisional de Aparecida é reforçada

Detentos diagnosticados com a doença seguem monitorados pela Gerência de Assistência Biopsicossocial da instituição. Infectados continuam isolados e não tiveram contato com demais custodiados do estabelecimento penal

A duas semanas para o fim do prazo, 400 mil goianos ainda não enviaram suas declarações de IR

Segundo o auditor e consultor contábil Cássius Pimenta, mesmo que seja necessário o auxílio de um contator, é possível acertar as contas com o leão sem sair de casa [caption id="attachment_261024" align="alignnone" width="620"] Foto: Reprodução[/caption] Mesmo com o prazo prorrogado até o dia 30 de julho devido à pandemia do coronavírus, muita gente em Goiás, ao que tudo indica, optou deixar para a última hora para poder enviar a declaração do Imposto de Renda ano base 2019. Este ano, a Receita Federal espera receber um milhão de declarações. Porém, desse número, cerca de 600 mil goianos acertaram as contas com o leão. Para declarar IR, o cidadão deve ter tido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019, quem recebeu rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado e quem obteve, em qualquer mês de 2019, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas. Alguns produtores rurais também precisam enviar a declaração. Segundo o auditor e consultor contábil Cássius Pimenta, mesmo que seja necessário o auxílio de um contator, é possível acertar as contas com o leão sem sair de casa. Basta enviar cópias ou imagens dos documentos aos profissionais pelos meios virtuais, como e-mail ou redes sociais. A declaração também pode ser feita sozinho. Ainda conforme o auditor, é possível também importar dados da declaração feita em 2019. A novidade deste ano é a declaração pré-preenchida para quem tem certificado digital. Cássius explica que ela será feita de forma automática pelo programa com base nos dados que a Receita tem sobre o contribuinte. Caso discorde das informações, ele poderá fazer a alteração manualmente no documento.

Multa para os atrasados

O auditor alerta que quem perder a data terá que pagar, no mínimo, R$ 165,74, pelo atraso. O valor máximo corresponde a 20% do imposto devido. De acordo com ele, pode não haver prorrogação no prazo. Vale lembrar que quem enviar a declaração já no início do prazo tem a vantagem de receber a restituição do Imposto de Renda mais cedo. Idosos, portadores de doenças graves e deficientes físicos ou mentais têm prioridade na fila de pagamento. A outra novidade deste ano é a antecipação de pagamento dos lotes de restituição. Até o ano passado, a liberação era feita a partir do dia 15 de junho e se repetia sempre no dia 15 de cada mês até dezembro. O número de lotes também caiu de sete para cinco. As datas de restituição do IR 2020 ficaram assim: • 1º lote: 29 de maio 2020 • 2º lote: 30 de junho 2020 • 3º lote: 31 de julho 2020 • 4º lote: 31 de agosto 2020 • 5º lote: 30 de setembro 2020  

Presidente do TSE diz que órgão deve sugerir adiamento das eleições ao Congresso

Além dos possíveis ajustes que serão feitos na data de votação, outro assunto que deverá ser levado à discussão no Legislativo é a ideia de se estender o horário. Ideia é evitar aglomerações

Cai pela metade número de casamentos durante pandemia

Em maio, tradicional mês das noivas, houve 33.543 registros, uma redução de 58% em relação ao mesmo período de 2019

Prefeito de São Paulo, Bruno Covas, testa positivo para Covid-19

Ele deve ficar em casa por 10 dias e não deve se licenciar do cargo

Depois de ser retirado de acampamento, grupo invade cúpula do Congresso

Manifestantes pró- governo ficaram no local por cerca de 30 minutos e, na sequência, foram para o espelho d'água. Seguranças negociam a retirada do grupo conhecido com "300 do Brasil'

MP autoriza abertura automática de contas para saque do FGTS

De acordo com o governo, o dinheiro do FGTS ficará disponível na conta até 30 de novembro

83 mil profissionais da saúde já testaram positivo para Covid no Brasil; Em Goiânia são mais 800

A maioria das mortes são entre os trabalhadores da enfermagem. Na capital goiana seis profissionais morreram por conta da doença

Prática de home office aumenta em 30%, indica pesquisa

O modelo de trabalho vem sendo uma das principais alternativas para a manutenção dos negócios diante das determinações de isolamento social pelo governo [caption id="attachment_261005" align="alignnone" width="620"] Home office tem sido alternativa viável em tempos de pandemia / Foto: Reprodução[/caption] A pandemia do novo coronavírus obrigou o mercado de trabalho a se reinventar, e esse fenômeno é refletido em números. Um exemplo disso é o home office. Se antes essa prática, definida pelo trabalho remoto realizado em casa, era restrita a apenas a alguns segmentos e público, ela agora tornou-se uma verdadeira febre. A Confederação Nacional do Comércio estima que a alternativa de teletrabalho teve um aumento de cerca de 30%. O modelo de trabalho vem sendo uma das principais alternativas para a manutenção dos negócios diante das determinações de isolamento social pelo governo, de forma a evitar a contaminação entre os colaboradores no ambiente de trabalho. Estudos indicam que a prática de home office, adotada em peso durante o período de pandemia e já regulamentada pela Lei n° 13.467/2017, pode se tornar uma prática cada vez mais comum nas empresas. De acordo com uma pesquisa elaborada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), até abril de 2020, cerca de 59 países já adotaram o home office como uma alternativa ao trabalho presencial. Conforme estudos feitos pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o home office poderá ser implementado em aproximadamente 23% das ocupações do país, atingindo cerca de vinte milhões de trabalhadores.

Para dar certo, home office precisa ser bem absorvido pelos trabalhadores

Dados presentes no Google Trends indicam que as buscas por termos como “home office” e “trabalhar em casa” nunca foram tão buscados na internet quanto em 2020, sendo que o pico de buscas se deu em março deste ano. Para Thomas Carlsen, COO da mywork, especializada em controle de ponto online, a alternativa tem se mostrado positiva em muitas empresas que puderam e optaram por não interromper as atividades durante a crise. Segundo ele, para que seja possível fazer o home office do jeito certo, as dinâmicas entre as equipes devem ser muito claras e organizadas, para evitar atrasos em tarefas, descumprimento de horas, excesso de horas extras e outros fatores que devem ser cumpridos, na medida do possível, como se os profissionais estivessem em um ambiente de trabalho tradicional.  

Suzane von Richthofen pede regime aberto à Justiça para poder morar em sítio

Se autorizada pela justiça, ela poderá ir morar com o namorado, na cidade de Angatuba, localizada a cerca 200 km de São Paulo

Pró-reitor da UFG precisa de doações de plasma para tratamento contra Covid-19

Professor Laerte Guimarães está internado em tratamento em um hospital particular de Goiânia

Circula nas redes sociais o pedido dos familiares do pró-reitor de pós-graduação da Universidade Federal de Goiás (UFG), professor Laerte Guimarães Ferreira Júnior, para doação de sangue tipo A positivo. Esses doadores precisam já ter se infectado pelo novo coronavírus e já estar curados. A ideia é usar o plasma e os anticorpos contidos nele para o tratamento do professor, que foi internado após diagnostico da doença.

O pró-reitor tem está com quadro grave da doença, mas consegue respirar sem ajuda de aparelhos. Para doar, é necessário a pessoa ter contraído a Covid-19 de forma assintomática. O doador precisa estar curado da doença há mais de de 20 dias, ter entre 18 a 60 anos, pesar acima de 55 quilos e a preferência é para doadores do sexo masculino ou mulheres que nunca engravidaram.

Para mais informações, pode entrar em contato no Banco de Sangue do Hemolabor, local onde será coletado as doações, pelo (62) 3605-6600.

Goiás confirma 14 mortes por Covid nas últimas 24 horas

Neste sábado o Estado chegou ao número de 7.940 casos confirmados de infectados pelo novo coronavírus

Presidente da Goiás Turismo aponta possíveis saídas para crise do segmento

Fabrício Amaral vê grandes perdas para o setor do Turismo goiano, mas também soluções para amenizar os prejuízos [caption id="attachment_261015" align="alignnone" width="620"] Fabrício Amaral, presidente da Goiás Turismo / Foto: Fábio Costa/Jornal Opção[/caption] Se tem algo que facilita e viabiliza a circulação do coronavírus, causador da Covid-19, é a circulação de pessoas (daí a essencialidade do isolamento social). Nesse cenário, o turismo é uma das áreas, senão "a", mais afetadas pela pandemia. O Estado de Goiás tem sofrido grandes perdas no setor, mas o titular da Goiás Turismo, Fabrício Amaral, garante apoio para aqueles que estão sendo mais prejudicados pelas paralisações. Em um programa da Agência Brasil Central (ABC) na última sexta-feira (12/6), o presidente da Goiás Turismo falou do cancelamento da tradicional Temporada do Araguaia nos municípios que margeiam o rio, de medidas de amparo às comunidades mais pobres que vivem do turismo do Araguaia e da situação geral do turismo no estado, destacando cidades como Caldas Novas, Pirenópolis e Alto Paraíso, na Chapada dos Veadeiros. Conforme ele, liberar a Temporada do Araguaia tornou-se uma alternativa inviável, uma vez que a região é muito precária em termos de saúde pública "e o Estado não conseguiria atender, pois o volume de pessoas é muito grande”. Para amenizar os efeitos econômicos sofridos pelas famílias que dependem do turismo na região do Araguaia, Fabrício Amaral informou que o governo de Goiás vai disponibilizar a partir da próxima semana uma linha de crédito subsidiada, com juros baixos (5% ao ano) e carência de 12 meses para começar a pagar. Além disso, há uma proposta em estudo com o Ministério Público do Trabalho para estimular que as pessoas se qualifiquem durante a pandemia, mas recebendo por isso. “Temos R$ 24 milhões do Ministério do Turismo para isso, para ajudar exclusivamente o empresário do turismo goiano, contando com apoio da Goiás Fomento”, informou.

Retomada das atividades

Fabrício Amaral também falou sobre os destinos turísticos mais consolidados no Estado, como as cidades de Pirenópolis, Caldas Novas, Vila Boa e Alto Paraíso, o presidente da Goiás Turismo é mais otimista. Na avaliação do presidente, essas cidades retomarão suas atividades antes mesmo do conjunto do setor, em função de seu nível de organização e apoio das respectivas prefeituras. “Esses municípios, junto com os empresários, possuem um plano focado em todas as rotinas de saúde, com controle de entrada e saída de pessoas e cargas e, sobretudo, porque têm também estruturas melhores de saúde pública”, disse Amaral.

Acampamento de Sara Winter na Esplanada é desmanchado pela PM

Acampamento "300 do Brasil", liderado pela ativista Sara Winter era um manifesto em apoio ao presidente Jair Bolsonaro