Imprensa
Ligada a Julian Assange, Natalia Viana foi a única brasileira que ajudou na organização dos documentos americanos e no contato com a “Folha de S. Paulo” e “O Globo”
Filho do ex-deputado Clotário, Arrhenius Fábio Machado de Freitas, que sabia latim e grego, foi decisivo para que o paulista se tornasse diplomata
O apresentador do programa “Geral do Povo” teria demitido Aline Alves porque ela se recusou a ir à sua casa tomar vinho e banho de banheira
Jonathan Haidt aponta um caminho: “Podemos nos organizar coletivamente nas escolas, proibindo os celulares. É necessário trancar os celulares e só devolver na saída”
O jornalista perdeu a perna esquerda na Guerra do Vietnã. A história e outras reportagens estão no livro “O Gosto da Guerra”
Mesmo com Síndrome de Burnout, o produtor Elian Matte foi demitido pela rede de televisão do bispo Edir Macedo
A missão de Erick Bretas talvez seja esta: ampliar os horizontes editoriais tanto da Rádio Eldorado quanto de “O Estado de S. Paulo”, o secular jornal paulista
O jornalista diz que atuar com talk show e um programa que divulgará música. Ele afirma que aprecia programas ao vivo
Nayla Tueni diz que os jornais precisam ser criativos, se reinventar com frequência e, sobretudo, defender a democracia e os interesses da sociedade
O historiador Icles Rodrigues diz que a batalha da Normandia não foi decisiva para derrotar os alemães. E um brasileiro lutou bravamente no Dia D, há 80 anos
A condenação dos criminosos é o grande “prêmio”. Mas o filho do radialista Valério Luiz merece ser nominado de Homem do Ano de 2024 em Goiás
Perseguido de maneira implacável, o poeta Óssip Mandelstam sobrevive devido sua bela poesia, que conta com bons tradutores no Brasil, Portugal e Argentina
Rainer Maria Rilke esteve na Rússia, conheceu Tolstói e manteve contato com Marina Tsvietáieva e Boris Pasternak. Ele se tornou um "guia" poético e espiritual dos bardos russos
“Cachorros” conta que Severino Deodoro de Mello, o Vinicius, contribuiu para devastar o Partido Comunista Brasileiro, na década de 1970. Mas não era um lobo solitário
O jornal de Pelotas começou a circular três anos depois da Abolição da escravatura. Era mais velho do que a “Folha de S. Paulo” e “O Globo”

