Imprensa
O historiador Paulo Cesar Araújo não vai republicar a biografia “Roberto Carlos em Detalhes”, para evitar novo conflito com os advogados do Rei.
Vai escrever uma nova biografia, com detalhes novos, quiçá mais picantes, e atualizados. O livro vai sair pela Editora Record.
É provável que, depois do terceiro livro sobre o cantor, o pesquisador terá de frequentar sessões com um psicanalista para livrá-lo da obsessão.
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Neymar treina no Monumental em Santiago para o jogo contra Colômbia | Foto: Rafael Ribeiro / CBF[/caption]
Depois do jogo em que a seleção brasileira foi derrotada pela seleção colombiana na quarta-feira, 17, por 1 a 0, o narrador esportivo Galvão Bueno, ao fazer a pergunta “por que Neymar anda tão nervoso?”, por certo não leu as reportagens “A sujeira do jogo bonito” (título da capa; o interno é “Cartão amarelo para Neymar”) e “Goleada de inconsistências”, da revista “Época”, que também pertence ao Grupo Globo.
A “Época” conta que Neymar (da Silva Santos Jr.) e seu pai, também Neymar, estão sendo investigados pela Receita Federal e pelo Ministério Público Federal no Brasil. Na Espanha, são réus num processo rumoroso.
O jogador e sua família estariam no time dos sonegadores. As “ações do Fisco devem culminar na maior multa já aplicada pela Receita a um esportista” brasileiro. O procurador federal Thiago Lacerda também denuncia o clã Neymar por falsidade ideológica.
A seleção brasileira, deveriam acrescentar Galvão Bueno, Caio e Casagrande, está jogando muito mal não apenas devido à chamada “teoria da neymardependência”. De fato, o time depende da criatividade do craque do Barcelona. Mas o problema central é que, ao contrário do time espanhol — que tem Messi e Suarez —, a seleção brasileira é fraca. Neymar às vezes entrega um diamante para um colega e, adiante, recebe um cascalho.
Depois da saída do diretor de redação Hélio Gurowitz, com a ascensão de João Gabriel de Lima (ex-“Veja”), a “Época” perdeu o ar burocrático e está com matérias mais densas e, ao mesmo tempo, mais criativas. A revista está menos amarga. Jornalismo é uma atividade amarga, ao menos no geral. “Época” está provando que pode ser um pouco mais bem-humorada.
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“O Popular” demitiu o cartunista Mariosan, alegando, mais uma vez, contenção de despesas e necessidade de renovação dos quadros do jornal.
No Facebook, o cartunista Jorge Braga (o moicano) lamentou: “Meu amigo-irmão cartunista Mariosan Gonçalves Gonçalves já não faz parte do quadro de funcionários do jornal ‘O Popular’. Não tenho como dizer o quanto estou triste”.
Masiosan e o “Pop” têm profunda identidade, pois estiveram juntos por vários anos (só Jorge Braga tem mais identidade com o jornal). O cartunista e caricaturista é dono de um traço de qualidade, que não fica a dever aos melhores profissionais do país.
[Acima, Mariosan e Jorge Braga. Foto do Facebook do cartunista Jorge Braga]
As empresas ou pessoas abaixo já venceram 5 ou mais vezes e serão homenageadas todos os anos na categoria Hors Concours, embora não participem mais da votação
CRITERIOS
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Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Geraldo Vandré e Roberto Carlos: suas artes e vidas, com seus aspectos negativos e positivos, poderão ser mais bem conhecidas[/caption]
O Supremo Tribunal Federal decidiu, na semana passada, pela liberação das biografias não autorizadas. A ministra-relatora Cármen Lúcia frisou que o direito à liberdade de expressão sobrepuja o dos indivíduos à privacidade.
A vida de um homem público pertence ao público, quer dizer, à sociedade. Portanto, deve ser descrita com liberdade por pesquisadores qualificados — como Lyra Neto (Getúlio Vargas, Castello Branco e José Alencar), Fernando Morais (Olga Benario e Assis Chateaubriand), Ruy Castro (Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda), Sérgio Cabral (Tom Jobim, Ataulfo Alves, Elizeth Cardoso e Nara Leão), Mário Magalhães (Carlos Marighella), Leonencio Nossa (Sebastião Curió), João Máximo (João Saldanha e Noel Rosa), Paulo Cesar Araújo (Roberto Carlos), Fernando Molica (Antonio Expedito Perera), Luiz Maklouf Carvalho (David Nasser).
Destes exímios biógrafos, apenas Ruy Castro (com a família de Garrincha) e Paulo Cesar Araújo (com Roberto Carlos) enfrentaram problemas judiciais. Nenhum pode ser qualificado de sensacionalista ou de ter achincalhado a vida das pessoas examinadas. As biografias colaboraram para o entendimento dos pesquisados, de suas obras e, em alguns casos, serviram mesmo para “reabilitá-los”. Nelson Rodrigues já era grande, mas, como estava meio esquecido, “cresceu” com o denso estudo de Ruy Castro.
A liberdade para dissecar uma personalidade pública não equivale à liberdade para achincalhá-la. Porém a maioria dos biógrafos pretende muito mais explicar a vida das pessoas, com suas contradições, do que agredi-las. A biografia de Assis Chateaubriand é tão bem feita que, mesmo a exibição de sua faceta pantanosa, não o diminui como empreendedor jornalístico e criador do Museu de Arte de São Paulo. Os problemas são apontados, mas as virtudes são conectadas. Um leitor pode avaliar que se trata de um escroque. Outro leitor pode percebê-lo como um empresário modernizador na área da comunicação.
Biografias laudatórias não servem para a compreensão da vida e da obra dos pesquisados. Biografias críticas e equilibradas ajudam a entender a história das pessoas e do país. Com a decisão do Supremo, o brasileiro poderá ler, brevemente, biografias de Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Geraldo Vandré e Roberto Carlos.
“Pelo que ouvi, o Aquino fez miséria com os alemães”, diz o segundo-tenente Ernâni Vidal e foi o primeiro a chegar no topo do Monte Castello
Depois do blog Goiás Real, o PMDB lança, no dia 15 de novembro deste ano, a TV Goiás Real — com o slogan “Onde você é o repórter”. Seu idealizador, o deputado estadual José Nelto, afirma que o objetivo é mostrar, com imagens vivas e candentes — com o apoio da população —, os problemas não resolvidos pelo governo de Goiás. “Sem baixarias, só com fatos”, frisa o parlamentar. José Nelto conta que o blog Goiás Real é feito por 12 pessoas, entre jornalistas, blogueiros e colaboradores. “A situação acessa o Goiás Real e a oposição acessa o Goiás 24 Horas”, brinca o peemedebista. “O blog estreou no dia 1º de maio e faz sucesso em todo o Estado. Estamos bombando até fora de Goiás.”

