Imprensa
Na esteira de Anthony Burgess, o tradutor agora esmiúça a obra-prima do escritor irlandês
A vida do jamesjoyciano irlândes é muito cara e ele precisa ganhar dinheiro com urgência. O sucesso de um lutador de MMA não dura muito tempo
A Companhia das Letras lança o livro “Terra Negra — O Holocausto como História e Advertência” (544 páginas, tradução de Donald Garschagen e Renata Guerra), do notável historiador americano Timothy Snyder. Segundo release da editora, a obra “descreve o extermínio de judeus como um evento mais compreensível do que gostaríamos de admitir, e por isso mais aterrorizante”.
“O início do século 21 se parece com o início do século 20 na medida em que preocupações crescentes com alimentos e água acompanham desafios ideológicos à ordem global. Nosso mundo se aproxima do de Hitler, e preservá-lo pede que encaremos o Holocausto como ele foi.”
A demissão em massa não teria sido avisada ao Ministério do Trabalho
Meios de comunicação tratam movimentos sociais como luvas de pelica... até se tornarem vítimas
Se quisessem, integrantes do Conselho da OAB-RJ não teriam incluído Marianna Fux na lista sêxtupla. Culpar Luiz Fernando Pezão e os desembargadores talvez agrade mais a malta
O executivo alterou o olho mágico do quarto da jornalista, filmou-a andando nua e depois postou as imagens na internet
“Um projeto editorial não se opera da noite para o dia. Não é uma aventura como deixam entrever as viagens livrescas”, afirma o brilhante editor
Livro expõe a história do mais bem sucedido padre brasileiro, em termos de comunicação de massa, apresenta sua opinião sobre homossexualidade e casamento gay e revela que teve quatro namoradas
O Facebook finge que defende seus usuários, mas está defendendo seus próprios negócios
O Portal dos Jornalistas menciona empresário do Tocantins que estaria lavando dinheiro com o site
O cidadão está indignado com a Corruptobrás criada pelo PT. Mas também aprecia rir do petistas que estão caindo em desgraça
O criador de Narizinho e Pedrinho avalia que, da Papuda, Zé Dirceu cansou-se de Lula Papudo da Silva. O autor de “Sagarana” é mais econômico: o vice-rei do mensalão teria dito: “É nóis!”
A qualidade da fotografia não é das melhores e Lula parece meio escondido, no banco de trás, mas o Brasil sabe que um ex-presidente está sendo levado para depor
Tido como uma espécie de irmão afetivo de Lula da Silva, o senador do Mato Grosso do Sul pode detonar o ex-presidente e a presidente Dilma Rousseff
O comentário geral em Brasília e em São Paulo é que Delcídio do Amaral, que era visto como uma espécie de “irmão” e consiglieri dos petistas-chefes — o ex-presidente Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff —, pode se tornar o Pedro Collor do Lulopetismo.
Na década de 1990, uma entrevista explosiva de Pedro Collor à revista “Veja” acabou por enterrar as chances de seu irmão, Fernando Collor, permanecer na Presidência da República. As entrevistas de Pedro Collor e de Eriberto França (à revista “IstoÉ”) foram o que se pode chamar de “pá de cal”. Logo depois, o collorido das Alagoas sofreu impeachment.
Delcídio do Amaral é o homem que sabe demais e que não disse tudo, talvez nem 30%, sobre os malfeitos da República Petista (pode sobrar até para os tucanos). Mas o que disse já abalou e vai abalar ainda mais os petistas Dilma Rousseff e Lula da Silva. O espectro do impeachment volta à cena, para o PT, não mais como farsa, e sim como tragédia. A República Petista está ruindo — e, agora, o “inimigo” é interno (ou era interno), quer dizer, um petista é que está dizendo que o reino está podre.
Até o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, se tornou café pequeno depois das palavras candentes e bem informadas de Delcídio Amaral. Petistas, sobretudo em blogs "simpáticos", anabolizam as denúncias contra o parlamentar peemedebistas.
Curiosamente, até o porte físico e o cabelo de Delcídio do Amaral e Pedro Collor são parecidos.

