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Jornalista brasileiro lança biografia do mafioso italiano Tommaso Buscetta

A delação “premiada” do poderoso chefão devastou a Cosa Nostra, uma das mais poderosas organizações mafiosas da Itália leandro-demori-capa-de-seu-livro-13627_gg

O jornalista brasileiro Leandro Demori, de 35 anos, decidiu enfrentar um tema espinhoso: a vida do mafioso italiano Tommaso Buscetta, que provocou uma devastação na Cosa Nostra ao se tornar informante da polícia e da Justiça. Ao constatar que não havia nenhuma biografia de Buscetta (pronuncia-se “Bucheta”; quando foi preso no Brasil, apresentadores das redes de televisão faziam uma espécie de contorcionismo verbal ao mencionarem seu nome), nem mesmo na Itália, decidiu escrevê-la. O resultado sai agora: “Cosa Nostra no Brasil — A História do Mafioso Que Derrubou um Império” (Companhia das Letras, 224 páginas).

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Curiosa ou sintomaticamente, a editora não escreve o nome do mafioso na capa do livro, quem sabe para não escandalizar os leitores patropis, que seriam pudicos.

A Companhia das Letras divulga uma sinopse no seu site: “Se nos dias de hoje a máfia italiana não parece contar com o mesmo tipo de poder que a tornou lendária em filmes e livros, durante praticamente todo o século XX essa entidade misteriosa comandou um império do crime.

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“Um dos principais nomes da ascensão da máfia moderna foi também um dos homens que a derrubou. Tommaso Buscetta foi o delator mais infame da Cosa Nostra, condenando centenas de mafiosos à prisão. Preso duas [três?] vezes no Brasil e torturado pela ditadura militar, ele foi também um dos responsáveis por incluir o Brasil na rota internacional do crime.

“Nesta reportagem explosiva de Leandro Demori, narrada em ritmo de thriller, documentos até agora inéditos revelam um dos capítulos mais tenebrosos da máfia e da história recente do Brasil.”

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l3A gestão econômica do PT no governo federal ganha quase uma “biografia” no livro “Anatomia de um Desastre — Os Bastidores da Crise Econômica que Mergulhou o País na Pior Recessão da História” (Portifólio-Penguin, 264 páginas), dos jornalistas Claudia Safatle, do “Valor Econômico”, João Borges, editor de Economia da Globo News, e Ribamar Oliveira, repórter do “Valor”. Numa crítica do livro para o jornal “Valor Econômico”, o economista Eduardo Giannetti pergunta se o Brasil está condenado “ao que Mario Henrique Simonsen chamou, em outro contexto, de nossa irrefreável vocação para o princípio da contraindução, segundo o qual ‘uma experiência que dá errado inúmeras vezes deve ser repetida até que dê certo?’” Eduardo Giannetti frisa que “contas públicas equilibradas, inflação na meta e contas externas ajustadas deveriam ser tidos e tratados não como opções ideológicas, direita versus esquerda, mas como valores suprapartidários e patrimônio de todos os brasileiros”.

Leila Perrone-Moisés examina a prosa de autores como Sebald, Vargas Llosa, Coetzee e Ricardo Lísias

l2Leyla Perrone-Moisés é uma das mais brilhantes ensaístas brasileiras. No seu último livro “Mutações da Literatura no Século XXI” (Companhia das Letras, 295 páginas), enfrenta e explica muito bem obras dos principais escritores contemporâneos (não menciona Joyce Carol Oates). Ela examina, com leituras originais, Mario Vargas Llosa, Orhan Pamuk, J. M. Coetzee, W. G. Sebald, Bernardo Carvalho, Milan Kundera, Ricardo Lísias, Jonathan Franzen, Javier Marías, Wallace Foster, Gárcia Márquez, Ian McEwan, David Lodge, Evando Nascimento, Octavio Paz, Claude Simon, Colm Tóibín, Jeffrey Eugenides, Enrique Vila-Matas, entre outros. Analisa inclusive a crítica literária de alguns dos escritores, como Vargas Llosa, Pamuk e Kundera. Tem sempre o que dizer, embora se possa discordar de algumas análises. A crítica literária do peruano e do turco talvez seja menos ingênua do que a professora sugere.