Por Rafael Rodrigues

Encontramos 1405 resultados
TSE inicia julgamento que pode tornar Bolsonaro inelegível

Bolsonaro é acusado de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação

“Bloco é apartidário”, diz vereador sobre nova união de parlamentares na Câmara

Vereadores da base do prefeito tem se articulado para atividades em conjunto no bloco Unidos por Goiânia

FCDF é retirado do novo arcabouço fiscal no Senado

Fundo Constitucional do DF está fora do teto de gastos. Proposta ainda precisa ser aprovada no plenário

Homem suspeito de matar mulher na frente dos filhos é preso em Senador Canedo

Agentes prisionais fizeram a detenção com apoio de uma equipe da GCM

Atirador de colégio em Cambé é encontrado morto na prisão

Ex-aluno entrou em uma escola em Cambé na segunda-feira

Texto da Reforma Tributária será definido após reunião com governadores

Chefes do executivo se reúnem com Arthur Lira nesta quinta-feira

CCJ do Senado sabatina Zanin para STF nesta quarta-feira

Indicado de Lula ainda será analisado pelo plenário da Casa e precisa de 41 votos para assumir cadeira

PRF orienta motoristas e romeiros durante Festa de Trindade

Com proximidade de Festa do Divino Pai Eterno, atenção com pedestres deve ser redobrada

Aprovação de Lula cresce 8% entre ex-eleitores de Bolsonaro

De acordo com uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 20, pela Quaest, o índice de aprovação do governo Lula teve um aumento de 5% no geral nos últimos dois meses. Além disso, a aprovação de Lula entre os eleitores de Jair Bolsonaro teve um crescimento de 8% nesse mesmo período.

Em abril, o presidente da República contava com uma aprovação de 51%, e em junho esse número subiu para 56%. O índice de reprovação também teve uma queda de dois pontos percentuais, saindo de 42% para 40%. No mesmo período, apenas 14% dos brasileiros que votaram pela reeleição do ex-presidente tinham uma avaliação positiva do governo Lula, mas em junho esse índice chegou a 22%.

Para 32% dos brasileiros, a economia do país melhorou nos últimos seis meses. O primeiro semestre do governo Lula também teve avaliação positiva de 37% dos eleitores, contra 33% de Bolsonaro no mesmo período de seu governo.

Em comparação aos dois primeiros mandatos de Lula, de 2003 a 2011, cerca de 35% dos brasileiros consideram que este mandato está melhor. A avaliação positiva sobre este mandato em comparação aos dois primeiros apontou uma queda de 18% em relação à Quaest divulgada em abril.

Brasil teve ao menos 30 ataques violentos a escolas desde 2002

Balanço ainda não inclui o caso de Cambé no norte do Paraná

Policarpo ataca projeto que muda horário de futebol em Goiânia: “Até parece que não temos outros problemas”

Parlamentares divergem sobre projeto de lei que visa restringir jogos de futebol em horários considerados de pico

PIX: Caixa vai cobrar tarifa de empresas privadas a partir de julho

A Caixa Econômica Federal divulgou que irá implementar a cobrança de tarifas sobre transferências via PIX para suas empresas clientes. Essa medida entrará em vigor a partir do dia 19 de julho. É importante ressaltar que pessoas físicas e Microempreendedores Individuais (MEIs) continuarão isentos de taxas.

As diretrizes estabelecidas pelo Banco Central do Brasil determinam que pessoas físicas não sejam tarifadas pelo uso dessa ferramenta de pagamento instantâneo, tanto para realizar pagamentos quanto para receber. No entanto, desde novembro de 2020, é permitida a cobrança de tarifas para pessoas jurídicas.

Leia mais:

Conforme informado pela Caixa, as tarifas serão aplicadas exclusivamente às empresas privadas e variarão de acordo com o tipo de operação realizada. Confira:

1. PIX Transferência, que inclui:

  • o envio de PIX de pessoa jurídica para pessoa física por meio de inserção manual de dados, chave PIX e por iniciador de pagamento;
  • envio de PIX de pessoa jurídica para pessoa jurídica por meio de inserção manual de dados e chave PIX.

Nessa modalidade, a tarifa será de 0,89% do valor da operação, com cobrança mínima de R$ 1 e máxima de R$ 8,50 — ou seja, o piso e o teto da tarifa. Caso o percentual dê um resultado maior ou menor do que esses valores, essas serão as cobranças limites sobre a operação.

2. PIX Compra, que inclui:

  • recebimento de PIX em transações de pessoa física para pessoa jurídica por meio de inserção de dados bancários, iniciador de pagamento, chave PIX e QR Code estático;
  • recebimento de PIX em transações de pessoa jurídica para pessoa jurídica por meio de QR Code estático e iniciador de pagamento.

Nesse caso, a tarifa será de 0,89% do valor da operação, com cobrança mínima de R$ 1 e máxima de R$ 130.

3. PIX Checkout, que inclui:

  • recebimento de PIX em transações de pessoa física para pessoa jurídica por meio de QR Code dinâmico;
  • recebimento de PIX em transações de pessoa jurídica para pessoa jurídica por meio de QR Code dinâmico.

Já para essa modalidade, a tarifa será de 1,20% do valor da operação, com cobrança mínima de R$ 1 e máxima de R$ 130.

Em nota, a Caixa Econômica Federal reforçou que "não realiza cobrança de tarifa PIX de seus clientes pessoa física, de Microempreendedores Individuais (MEI) e de beneficiários de programas sociais".

“Estamos com Rogério e Vilmar”, diz Magda Mofatto sobre eleições 2024

De malas prontas para o Patriota, deputada afirma que foco está nas eleições municipais

Inverno em 2023 será atípico e com possibilidade de Super El Niño

Prognóstico para a região central do país é de tempo seco e quente