Por Euler de França Belém

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O Popular retira nome de Luiz Fernando Rocha Lima como diretor editorial

Exibindo IMG-20150226-WA0003.jpg Na edição de domingo, 22, de "O Popular" constava o nome de Luiz Fernando Rocha Lima como diretor editorial, logo abaixo do nome do diretor superintendente, Tasso Câmara. Na edição de segunda-feira, 23, o nome do executivo desapareceu do espaço que sinalizava que dirigia a redação do jornal, acima da editora-chefe, Cileide Alves. A partir de agora, Cileide Alves responde diretamente ao vice-presidente do Grupo Jaime Câmara, Maurício Duarte, o principal executivo da empresa, abaixo apenas do presidente do Conselho de Administração, Jaime Câmara Júnior, e do presidente, Cristiano Roriz Câmara. Embora tenha perdido o comando da redação, Luiz Fernando Rocha Lima, o Nandão, permanece no GJC, como diretor. Ele, que cumprirá "missões especiais", pertence ao grupo de Júnior Câmara, mas não ao de Cristiano Câmara. A velha geração está definitivamente fora do comando executivo dos empreendimentos. Ronaldo Borges Ferrante é apontado como o último dos moicanos.

Dilma Rousseff pode sofrer impeachment. Financial Times lista dez motivos

[caption id="attachment_27139" align="aligncenter" width="620"]Foto: Roberto Stuckert Filho/ PR Foto: Roberto Stuckert Filho/ PR[/caption]

  1. Política: "Para um presidente brasileiro ser cassado, ele deve fazer algo flagrantemente errado. Mas muitos fazem isso e sobrevivem", começa o autor [Jonathan Wheatley]. Para ele, entretanto, o que realmente conta é a perda de apoio no Congresso.
  2. Petrobras: Com todos os escândalos envolvendo a estatal, o pessimismo do mercado diante do governo apenas aumenta e pressiona ainda mais a presidente. Ele destaca que, se em algum momento o Congresso decidir fazer algo para um impeachment, "a Petrobras forneceria o pecado flagrante". "Dilma foi presidente do conselho de administração, quando a maior parte da suposta corrupção aconteceu", ponderou.
  3. Confiança do consumidor: "Os consumidores estão extremamente saturados", diz o jornal, ao mencionar um estudo da FGV que aponta a queda no índice de confiança do consumidor para o menor nível desde 2005.
  4. Inflação: A publicação reitera que há 20 anos a inflação no Brasil já foi de cerca de 3000% ao ano. "Muitos são jovens demais para lembrar, mas outros não", diz o texto, complementando que "alguns temem que o governo abandone a meta de inflação", que está em 4,5% ao ano.
  5. Desemprego: Segundo o Financial, a perda de 26 mil empregos em janeiro, além da recente greve de caminhoneiros pelo país, apontam que "o desemprego é um grande desafio de popularidade para Dilma".
  6. Confiança do investidor: O texto diz também que o governo está sendo forçado a vender cada vez mais títulos de contratos de dívida de curta duração, por conta da preocupação dos investidores com a capacidade do governo em cumprir metas orçamentárias.
  7. Orçamento: O FT menciona o primeiro déficit orçamentário primário em mais de uma década em 2014, "efetivamente levando o país de volta aos dias sombrios antes de começar a implementar pelo menos uma aparência de disciplina fiscal".
  8. Economia: Os investidores esperavam que a nomeação de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda iria mudar, diz. "Mas a tarefa parece cada vez mais difícil". "Levy tem aparecido como uma figura solitária", completa.
  9. Água: A seca na região Sudeste também é apontada como um motivo para o impeachment de Dilma: "a sensação de aproximação do apocalipse no Brasil é sublinhada por uma escassez de água que atinge a cidade de São Paulo", diz.
  10. Eletricidade: O FT cita a derrota do PSDB para o PT em 2002, dizendo que, "na última vez em que um governo foi derrubado (embora nas urnas, e não por impeachment), a principal causa foi o racionamento de energia elétrica".
Texto extraído do site Portal Imprensa. Link: http://www.portalimprensa.com.br/noticias/brasil/70964/financial+times+lista+10+motivos+para+acreditar+que+dilma+pode+sofrer+impeachment]

Vilmar Rocha tem portas abertas no gabinete do ministro das Cidades, Gilberto Kassab

Exibindo IMG_3731.JPG Em menos de um mês, o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, já se reuniu duas vezes com o supersecretário de Cidades e Meio Ambiente do governo de Goiás, Vilmar Rocha, para tratar de assuntos administrativos. No início do mês, Kassab esteve em Goiânia, na posse de Vilmar — e depois se reuniu com o secretário e com o governador Marconi Perillo —, e nesta semana o ministro recebeu o secretário em seu gabinete, em Brasília, para novamente receber pleitos do governo. As duas reuniões num curto espaço de tempo comprovam que Vilmar tem as portas não só abertas, mas escancaradas no Ministério das Cidades. Kassab e Vilmar são amigos de longa data e companheiros de PSD. Nos bastidores, dizem, este foi um dos motivos de Marconi escolher Vilmar para a pasta. A escolha parece ter sido acertada. “O tratamento que estamos recebendo no Ministério das Cidades tem sido especial e diferenciado”, diz Vilmar. “Essa é a vantagem de termos um ministro amigo e companheiro e que tem um ótimo relacionamento também com o governador Marconi Perillo”, acrescenta.

Caiado não cumprimenta Marconi no Sebrae. Assessoria do senador diz que tucano não o citou

[A fotografia registra o clima positivo entre Marconi Perillo com empresários e políticos] O senador Ronaldo Caiado é apontado como um político civilizado e, apesar do discurso contundente, diplomático e respeitoso. No entanto, na posse da direção do Sebrae, recentemente, faltou compostura ou diplomacia ao presidente do Democratas. Quando o governador de Goiás, Marconi Perillo, concluiu seu discurso, o líder do DEM não se levantou para cumprimentá-lo. Todos os integrantes da mesa, exceto o senador, cumprimentaram o tucano-chefe. Ronaldo Caiado e Marconi Perillo eram as duas principais autoridades políticas presentes e é praxe o respeito mútuo — o que se chama em geral de liturgia do poder —, mesmo quando há divergências políticas acirradas. O presidente da Assembleia Legislativa, Helio de Souza, também filiado ao DEM, cumprimentou o governador de maneira efusiva. O superintendente do Sebrae, Igor Montenegro, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Pedro Alves de Oliveira, elogiaram o governador Marconi Perillo, em seus discursos, de maneira ampla, indicando que contribui de forma decisiva para o crescimento e o desenvolvimento do Estado. Mencionado de modo episódico mas respeitoso por Montenegro e Alves de Oliveira, Caiado teria ficado furioso, segundo um dos presentes à solenidade. Assessoria de Ronaldo Caiado contesta A assessoria do senador Ronaldo Caiado apresenta outra versão: "No seu discurso, o governador Marconi Perillo mencionou nominalmente todos os que estavam na mesa, mas não citou o senador Ronaldo Caiado". Um tucano contesta a assessoria do senador: "O governador Marconi Perillo mencionou os empossados e sublinhou que estava cumprimentando todos em nome deles".  

Maurício Duarte assume comando de jornalismo do Grupo Jaime Câmara

O presidente do Grupo Jaime Câmara, Cristiano Roriz Câmara, indicou Maurício Duarte, vice-presidente, para ser o principal responsável pela área de jornalismo de seus empreendimentos. O executivo assume as funções que cabia ao diretor de Jornalismo, Luiz Fernando Rocha Lima. Ele já se tornou interlocutor junto ao maior anunciante do GJC, o governo do Estado de Goiás. Luiz Fernando Rocha Lima permanece no GJC e vai cuidar de missões especiais. A cúpula sublinhou que a editora-chefe, Cileide Alves, ao contrário do que sugerem especulações, permanece prestigiada.

Ronaldo Caiado, mesmo pertencendo ao DEM, está se tornando o novo líder do PMDB

O analista de política, mesmo se entortar o cérebro, terá dificuldade para entender a atual fase do PMDB. De longe, fica-se com a impressão de que Iris Rezende é seu líder máximo. Porém, examinando de perto, fica-se com a impressão de que o verdadeiro líder é o senador Ronaldo Caiado. “Mas como?!”, certamente perguntará o analista, com interrogação e exclamação juntas, uma exigindo a outra. Ronaldo Caiado, afinal, é presidente regional de uma legenda nanica, o DEM, que só tem um deputado estadual, escassos prefeitos e, claro, tem um senador (mas, no caso, a força é do político, não do partido). Pois é assim mesmo: embora seja presidente do DEM, Ronaldo Caiado está agindo — e não por conta própria, e sim incentivado por Iris Rezende, José Nelto e Samuel Belchior — como verdadeiro presidente do PMDB. É como se presidisse dois partidos. Por trás disso, a decadência da liderança política do PMDB, que envelheceu e não tem sucessores— ou melhor, não aceita os sucessores internos, como o deputado federal Daniel Vilela, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, e o empresário Júnior Friboi. Iris aceita Caiado comandando o PMDB, ainda que informalmente, mas não passar o bastão político para o trio citado.

Frederico Jayme não teme expulsão do PMDB, mas diz que terá direito de explicar porque não apoiou Iris

Ao ser informado pelo Jornal Opção que a Comissão de Ética e Disciplina do PMDB vai se reunir na quinta-feira, 26, para examinar sua expulsão, o ex-deputado e ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado Frederico Jayme (foto) disse que está esperando a oportunidade de se defender. “A cúpula do PMDB terá de me convocar para que eu apresente minha defesa oral e por escrito. Quando for convocado, vou expor os motivos pelos quais não apoiei Iris Rezende na campanha de 2014”, afirma Frederico Jayme. O ex-deputado, líder histórico do PMDB — inclusive durante a ditadura, quando Iris Rezende estava cassado e não fazia nenhuma crítica aos generais-ditadores —, vai listar todas as razões pelas quais optou por apoiar o governador Marconi Perillo. Um dos motivos tem a ver com o patrimônio de Iris Rezende. Por trás da tentativa de expulsão de Frederico Jayme está o ex-prefeito de Goiânia Iris Rezende. José Nelto, um dos principais defensores da expulsão, estaria sendo monitorado por Iris Rezende. Numa reunião, José Nelto teria dito que expulsar Frederico Jayme será um recado para outros peemedebistas.

Comissão de Ética do PMDB discute na quinta expulsão de Júnior Friboi e Frederico Jayme

Na quinta-feira, 26, a Comissão de Ética e Disciplina do PMDB vai se reunir para analisar os pedidos de expulsão de Emival de Oliveira Santos, Frederico Jayme e Júnior Friboi (foto). Um advogado ligado ao presidente da Comissão de Ética, Leon Deniz, diz que a maioria, orientada por Iris Rezende, tende a concluir pela expulsão, mas há resistência de pelo menos três integrantes. O presidente só vota em caso de empate. É a Comissão de Ética que recomenda ou não a expulsão de integrantes do partido.

Alunos da UFG estão bebendo cerveja dentro do Campus e durante o período das aulas

Uma visitante que percorreu a unidade do Campus da Universidade Federal de Goiás, nesta semana, ficou impressionado com a quantidade de alunos bebendo cerveja — e durante o período das aulas. O uso de álcool pode prejudicar o aprendizado e, ao mesmo tempo, piorar as relações entre professores e estudantes. Sem contestação alguma dos funcionários e vigilantes da UFG, um jovem vendia cervejas para os estudantes — "estupidamente geladas", disse ao indicar uma caixa de isopor — com a maior tranquilidade e sem demonstrar qualquer receio. "Faço isso sempre", frisou, ao ser inquirido. O reitor da UFG, Orlando Afonso Valle do Amaral, tomou medidas drásticas para combater o tráfico de drogas — maconha e cocaína — dentro do Campus. Vale a pena investigar o consumo de bebida alcoólica. (A fotografia acima é ilustrativa, não tem a ver com os fatos.) Vale a pena ler, abaixo, o depoimento da professora Tânia Rezende, do curso de Letras da UFG, postado no Facebook. Post da professora Tânia Rezende, da UFG, no Facebook “Há algum tempo, o uso desregrado de drogas e álcool vem me chamando atenção na universidade, não só entre os/as alunos/as, entre docentes também. Temos casos de professores/as que vão bêbados/as pras suas aulas e para reuniões. “Os/As adolescentes e jovens deixam de viver para estudar e entrar para a universidade, uma vez na universidade sentem-se liberados/as para viver. “O consumo de drogas e bebidas alcoólicas é um problema social geral, temos de encarar isso. Por outro lado, o consumo de drogas e álcool em centros de excelência como USP e Unicamp é muitas vezes maior que na periférica UFG. Não é o consumo de drogas e álcool que faz o merecimento e o conceito de uma universidade. Nosso falso moralismo e nossa hipocrisia irremediável contribuem muito para a manutenção desse quadro, somos todos/as responsáveis por isso.”  

Jornalista da Reuters, de 34 anos, morre no Afeganistão. Não se sabe a causa

A jornalista Maria Golovnina [foto acima], de 34 anos, diretora de redação da agência Reuters para o Paquistão e o Afeganistão, morreu na segunda-feira, 23, em Islamabad. Colegas a encontraram desmaiada, na redação, e a levaram a um hospital da capital do Paquistão. Ainda não se sabe a causa. Maria Golovnina trabalhava havia dez anos na Reuters e era considerada uma profissional experimentada. Escreveu reportagens sobre conflitos no Uzbequistão, no Tadjiquistão e na Rússia. A correspondente da agência no Paquistão, Katharine Houreld, lamentou a morte da colega: “Ela era ótima chefe. Calorosa, com um coração enorme. Uma pessoa que realmente se importava”. O editor-chefe da Reuters News, Stephen Adler, corrobora a opinião de Houreld: “Todos nós da Reuters choramos a morte prematura de nossa querida colega Maria. Ela era uma de nossas melhores jornalistas, combinando destemor com um entusiasmo contagiante que inspirava confiança, respeito e afeição de todos ao seu redor. Ela deixará muita saudade”.

Parte 2 de Cinquenta Tons de Cinza vai atrasar porque autora quer escrever roteiro e provoca crise

E. L. James, autora do romance “Cinquenta Tons de Cinza”, quer escrever o roteiro, ou pelo menos ser a autoridade final na elaboração, da segunda parte do filme homônimo. A notícia na “Variety”. A Universal, dona dos direitos de filmagem da trilogia escrita por E. L. James, ainda não decidiu o que fazer, mas não aprova a excessiva intromissão da autora. Porém, a Universal assinou um contrato que beneficia a autora. O texto assinado garante o controle da história. A diretora Sam Taylor-Johnson não aprova a interferência da autora e, por isso, não sabe se vai dirigir os dois próximos filmes. Na primeira versão, E. L. James decidiu sobre a transcrição fiel dos diálogos e exigiu que as cenas de sexo fossem mais tórridas — o que certamente não desagradou Hollywood nem os espectadores. Dada a posição intransigente de E. L. James, a sequência de “50 Tons de Cinza” deve atrasar. Deve chegar, se chegar, aos cinemas apenas no final de 2016 ou no começo de 2017. Hollywood está em polvorosa, porque o filme está rendendo uma bilheteria sensacional — com mais de 220 milhões de euros, num único fim de semana, em termos mundiais. A única coisa certa: o filme será feito. Porque ninguém abandona uma mina de ouro devido a princípios.

Editora Nova Fronteira lança dois livros com um capítulo idêntico. Escritor plagiou filósofo?

O problema está nos livros “Prazeres Ilimitados”, do filósofo Fernando Muniz, e “Pecar e Perdoar”, do escritor Leandro Karnal

Virmondes Cruvinel tem reunião com ministro Afif para discutir lei sobre pequenas empresas

[Virmondes Cruvinel, Vilmar Rocha, Afif Domingos e Igor Montenegro, do Sebrae-Goiás] O deputado Virmondes Cruvinel (PSD) passa esta manhã em Brasília para uma audiência com o ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos. Ele acompanha o secretário de Cidades, Vilmar Rocha, também do PSD. O encontro será agora, às 11h desta terça-feira, 24, no ministério. Segundo Virmondes, seu objetivo na visita é registrar apoio ao esforço do ministro na redução da burocracia para o empreendedorismo. “Também levaremos para a Assembleia as recomendações do ministério para melhorar a legislação estadual no que concerne ao tratamento dado às empresas de pequeno porte”, afirma Virmondes. O jovem deputado preside a Frente Parlamentar das Micro e Pequenas Empresas na Assembleia Legislativa de Goiás. Há alguns dias, foi recebido pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, José Eliton, para defender o segmento.

Doleiro Alberto Youssef diz que subsidiária de estatal pagou 3 milhões de reais para Fernando Collor

A “Folha de S. Paulo” publicou uma reportagem, “Subsidiária de estatal pagou R$ 3 mi a Collor, diz doleiro”, assinada por Estelita Hass Carazzai e Flávio Ferreira, na terça-feira, 24. O jornal afirma que não conseguiu ouvir o senador e ex-presidente da República Fernando Collor (PTB). Porém, quando da primeira denúncia, de que Alberto Youssef teria mandado entregar-lhe R$ 50 mil, Collor contestou-a. O depoimento de um dos chefes do esquema corrupto que assolou a Petrobrás foi concedido à Procuradoria-Geral da República. Segundo a “Folha”, a propina de R$ 3 milhões resulta “de negócio da BR-Distribuidora, subsidiária” da Petrobrás. “Segundo o doleiro, a operação com a BR Distribuidora foi intermediada por um emissário de Collor e do PTB, o empresário e consultor do setor de energia Pedro Paulo Leoni Ramos. Nessa ocasião, segundo Youssef, Ramos trabalhou como um operador do esquema, intermediando suborno”. Youssef, beneficiário de delação premiada, sustenta, de acordo a “Folha”, que “a propina resultou de um contrato no valor de R$ 300 milhões assinado em 2012 entre uma rede de postos de combustíveis de São Paulo e a BR Distribuidora. O negócio era para que a rede deixasse uma marca de combustíveis e passasse a integrar o grupo de revendedores da BR Distribuidora. (...) Em 2012, foi nesse tipo de operação que teria negociada a propina no valor de 1% do total do contrato, o que corresponde a R$ 3 milhões. O valor, segundo Youssef, foi arrecadado nos postos em dinheiro vivo, em três parcelas de R$ 1 milhão, e depois repassado a Leoni. O dinheiro era destinado a Collor, afirma o doleiro”. O doleiro garante que “todos sabiam que Leoni era um emissário do senador”. “O empresário Pedro Paulo Leoni Ramos afirmou que desconhece o depoimento de Youssef e ‘nega qualquer envolvimento em esquema na BR Distribuidora’”, relata a “Folha”. Sem avaliar o mérito da denúncia — por que o doleiro mentiria? —, há um problema na reportagem. A “Folha” diz que contatou a assessoria de Fernando Collor na segunda-feira, 23, e foi informada que “o ex-presidente ‘estava em deslocamento para Brasília”, por isso, “impossibilitado de atender a ligações telefônicas’”. É provável que tenha sido assim. Mas o jornal não teria o número de celular do senador ou não deveria ter insistido mais vezes, até o fechamento da edição? Fernando Collor costuma apresentar-se como “vítima de uma campanha difamatória” da imprensa. Por certo não há uma campanha difamatória. Há, porém, uma certa má vontade da imprensa e do senador.

Elite política de Goiás recebe prêmio Políticos Mais Influentes de Goiás na quinta-feira

Entre os vencedores estão Marconi Perillo, Lúcia Vânia e Maguito Vilela