Por Euler de França Belém

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Halim Girade é o responsável pela saída de Alexandre Bittencourt da chefia de comunicação setorial

Dada a omissão do secretário de Saúde de Goiás, Leonardo Vilela — um diplomata —, o superintendente-executivo da pasta, a eminência parda Halim Antonio Girade, seria o responsável pelo afastamento do chefe setorial de Comunicação, Alexandre Bittencourt [foto, do Facebook]. Halim Girade, segundo um deputado estadual tucano, vai substitui-lo por Iara Lourenço. Alexandre Bittencourt, que fazia um trabalho competente, deve trabalhar na assessoria de imprensa direta do governador Marconi Perillo.

Vilmar Rocha discute obras da BR-153 com ministro dos Transportes

O secretário do governo de Goiás dialoga com Jorge Bastos sobre o BRT do Entorno do Distrito Federal

Turma da cultura começava a comemorar sumiço de Raquel Teixeira. Ducha de água fria: ela está com dengue

De repente, não mais do que de repente, a secretária da Educação, Raquel Teixeira, desapareceu do mapa. A turma da cultura (e dos esportes), que a considera demasiadamente centralizadora, já estava comemorando. Mas aí veio a ducha de água fria: Raquel Teixeira está com dengue, daí o sumiço, diga-se, provisório. Raquel Teixeira é uma das secretárias mais prestigiadas da equipe do governador Marconi Perillo. Não vai cair, apesar da torcida da turma da cultura.

Alexandre Baldy e Afrêni Gonçalves: um deles vai ser presidente do PSDB

Históricos preferem Afrêni Gonçalves. Mas há quem avalie que um deputado federal pode ampliar a força do partido Leitor, anote no seu celular ou, à Iris Rezende, na sua “caderneta”: o próximo presidente do PSDB deve ser o deputado federal e empresário Alexandre Baldy ou o ex-deputado estadual Afrêni Gonçalves. Alexandre Baldy é jovem, arrojado e tem chance de comandar o tucanato estadual. É mencionado como um sopro de renovação. Como parlamentar, teria força política para impulsionar a expansão do partido em todo o Estado. Afrêni Gonçalves é muito ligado ao governador Marconi Perillo, tem o apoio dos históricos do partido e é apontado como moderado e diplomático. Por não ser radical, e ter uma ponte direta com o tucano-chefe, não desagradaria os grupos que militam no PSDB. Poderia unificá-los. Se eleito, Afrêni Gonçalves também não provocaria ciumeira entre os deputados. É uma das teses dos tucanos históricos.

Oposição ataca Marconi Perillo e a situação transforma Ana Carla em alvo. Henry James é goiano?

Parece que Henry James mudou-se para Goiás: tal a ambiguidade da política do Estado. O escritor americano se queria inglês, mas quem diria: acabou no Irajá, quer dizer, no Cerrado. A oposição é ligeiramente cautelosa com a secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão Costa, porque entende que o responsável pela gestão da economia do Estado é o governador Marconi Perillo. Não há o que discutir: Ana Carla formula, mas não executa nada sem a autorização do tucano-chefe. Porém, se a oposição percebe Marconi Perillo como o responsável pela política econômica e fiscal do governo de Goiás, a situação, para não criar arestas com o símbolo de fato do poder, prefere transformar Ana Carla em alvo. Digamos que Ana Carla saia do governo. O que acontece? Nada. A política rigorosa de contenção de gastos será mantida. O que vai mudar? Os políticos da situação — os mais “corajosos” ou “ousados” — vão atacar o novo secretário da Fazenda. Mas deveriam enfrentar, de cara, o governador Marconi Perillo. Será mais eficaz, quem sabe. Talvez seja mais conveniente — política é interesse e conveniência — reler "Retrato de uma Senhora", "As Asas da Pomba" ou "A Taça de Ouro", romances obras-primas de Henry James [foto acima]. No caso, a ambiguidade é mais bem delineada.

Redução da maioridade penal ganha audiência pública promovida pelo deputado Lucas Calil

[caption id="attachment_34815" align="alignright" width="620"]Foto: Carlos Costa Foto: Carlos Costa[/caption] O deputado Lucas Calil, do PSL, abordou, na primeira audiência pública de seu mandato, o tema “Redução da Maioridade Penal”. O debate, com a participação de formadores de opinião, especialistas no tema e autoridades, lotou o Auditório Costa Lima, da Assembleia Legislativa de Goiás. Como o tema é polêmico, o debate foi acirrado, mas, no geral, respeitoso. Lucas Calil, embora jovem, manteve o pulso firme e sua conduta foi elogiada como “imparcial”. O secretário de Governo, Henrique Tibúrcio, representou o governador Marconi Perillo na audiência. Advogado e ex-presidente da OAB-Goiás, Tibúrcio conhece bem o assunto. Os deputados Mané de Oliveira, do PSDB, e Henrique Arantes, do PTB. Se depender da Câmara dos Deputados, e da opinião pública do país, a redução da maioridade penal será aprovada.

O Popular faz jornalismo parcial quando comenta fatos atinentes ao governo de Goiás

A discussão proposta pela reportagem de O Popular sobre a forma de efetuar os descontos de impostos e afins dos salários dos servidores em tempos de parcelamento é legítima, mas é possível fazer algumas ressalvas: 1 — A jornalista Fabiana Pulcineli retoma assunto cinco dias após o depósito dos salários. Fato coincide com sua volta das férias e sua linha de atuação; 2 — O jornal assume, em chamada de capa, informação apresentada pelo Sindicato de que “teve servidor público que recebeu 50 reais”. Cadê o contracheque? Informação de Sindicato é imparcial e corresponde necessariamente à verdade? Da mesma forma, o jornal não comprova que “teve servidor que chegou ao sindicato chorando”; 3 — O Estado não pode ser responsabilizado pelo endividamento dos servidores. O consignado é um benefício, mas a responsabilidade sobre o peso dele na renda é do servidor e não do Estado. Neste caso, é válida a discussão sobre efetuar a cobrança na segunda parcela; 4 — Reportagem reconhece que parcelamento mantém salários em dia — apesar de levantar a questão do legado da gestão e que isto foi compromisso reafirmado em campanha –, mas não retoma as razões apontadas pela Fazenda e pelo governo para que isso esteja sendo feito; 5 — A reprodução da frase da servidora de que “comissionado ganha o dobro” é completamente improcedente e a jornalista certamente sabe disso. Diferente de comparar os salários de efetivos com cargos de chefia, para os quais, inclusive, há gratificações para servidores efetivos que os exerçam. A ideologização da cobertura continua evidente e volta às manchetes com uso da palavra "vice" para falar dos casos de dengue. Jornais nacionais falam em "epidemia" (“Globo” e “Valor”), “São Paulo lidera” (“Folha”), “dengue é mais grave e mortal em SP (outros)”. O consultor Eduardo Tessler e o vice-presidente do Grupo Jaime Câmara, Maurício Duarte, cobram a redação para fazer jornalismo “mais quente” e “participante”, mas não ideologizado.

Caetano Veloso canta no Centro Cultural Oscar Niemeyer na segunda-feira

Programa imperdível para os aficionados da música popular brasileira. Caetano Veloso, ao lado de Chico Buarque, o mais importante artista vivo da MPB, canta no Centro Cultural Oscar Niemeyer na segunda-feira, 11. O show é o Abraçaço, que pode não ser dos melhores, mas não é ruim. Caetano, mesmo quando mediano, é muito melhor do que a maioria dos artistas patropis. Caetano vai abrir a programação do Festival Bananada 2015. Também se apresentar Criolo, Pato Fu, Tropkillaz, Omulu e Boogarins. O festival será realizado em sete dias, de 11 a 17 de maio, em cinco palcos alternativos: Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON), El Club, Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás (UFG), Diablo Pub e Suqueria.

Lista dos 20 times mais valiosos do mundo (em bilhões de dólares)

O Real Madri derrota o Barcelona e gigantes como Manchester United e Bayern

Sob gritos de “traição”, governo do PT aprova mudança no seguro-desemprego

Dilma Rousseff e Joaquim Levy queriam mudanças mais duras. Oposição diz que o PT "traiu" os trabalhadores

Governo de Goiás e Eletrobrás vão discutir formatação da privatização da Celg. Que pode sair em 2015

Com cerca de 3 bilhões a 4 bilhões em caixa, o governo do Estado estaria viabilizado

Publicitárias transformam Scartett Johansson, Charlize Theron, Obama, Pacquiao e Beyoncé em ruivos

Scarang Johansson [Scarlet Johansson] As publicitárias australianas Nadia Ahmad e Josephine Burns, de Sydney, com uma ideia na cachola e as mãos no Photoshop decidiram colorir de ruivo o cabelo de celebridades — como Barack Obama, Charlize Theron, Manny Pacquiao, Beyoncé, Taylor Swift, Scarlet Johansson e muitos outros (confira em http://putarangonit.tumblr.com/). Barang Obama [Barack Obama] “Ranga” (derivado de orange, laranja) é gíria australiana para ruivo. Segundo “O Globo”, “o título do blog une a expressão à famosa frase ‘put a ring on it’, da música de Beyoncé”. Uma criadora do blog dos ruivos contou que sua pretensão era “aproveitar” o trocadilho que considera “infame”. “O nome era bom demais para não ser usado, então eu resolvi focar em rostos famosos, e as reações têm sido ótimas com apenas alguns dias do site no ar”, diz Nadia Ahmad. O site está no ar desde 28 de abril. Rangy Pacquiaco [Manny Pacquiao] Os xiitas vão dizer: “Mas que falta do que fazer!”. Há os que vão patrulhar: “Mas que mau gosto!” Tudo verdade? Sim. Mas às vezes é divertido e relaxante ver coisas que não tem tanta importância assim... Eu confesso que olhei todas as fotos, com a curiosidade das crianças. Charlize Therang [Charlize Theron] É impressão minha ou Charlize Theron ficou mais bonita ruiva? Não sei, não. Parece que ficou. Bem, ela é bonita de qualquer maneira, não é, leitor?

O PT, sua propaganda e as panelas

Rodrigo Augusto Prando O Partido dos Trabalhadores (PT) nunca esteve num patamar tão baixo em relação à sua imagem pública e, até mesmo, no que tange à sua credibilidade. Ontem, 05/05/15, no Programa Político Partidário, veiculado em rede nacional, assistimos mais um capítulo desta história. No referido programa, a opção estratégica foi a de blindar a já combalida figura da presidente Dilma Rousseff, retirando-a da propaganda. Sabia-se, a partir das redes sociais, do protesto “panelado”. Vimos e ouvimos luzes piscando, panelas batidas e buzinas em profusão. Assim, escamotear a presidente Dilma não deu certo. Houve, inclusive, aumento da intensidade dos sons na fala do ex-presidente Lula e do presidente do PT, Rui Falcão. Este, por exemplo, asseverou que o partido expulsará os seus membros que, na Justiça, forem condenados pelo crime de corrupção. E seguem as panelas. Quando dos primeiros panelaços, a oratória do governo e do partido primou pela tentativa de desqualificar os protestos como se fossem oriundos de uma elite conservadora, dotada de sacadas gourmets. Também não deu certo. As pesquisas acerca da popularidade presidencial comprovavam índices baixíssimos em todas as classes e grupos sociais. Em síntese, o programa veiculado, ontem, teve o mesmo esmero técnico e de marketing político usado na campanha para as eleições de 2014. Ou seja: a equipe de marketing é muito boa, tecnicamente falando. Contudo, reside, aí, um principal problema: a distância – continental, pode-se afirmar – entre o que é dito e o que é fato, a realidade do país. O discurso petista, durante a campanha eleitoral, foi de uma extremamente dura na desconstrução dos adversários. Afirmavam, peremptoriamente, que os adversários eram contra os mais pobres, contrários às conquistas sociais, aos trabalhadores, que plantariam juros para colher recessão. E, por surreal que possa parecer, ao ser eleita Dilma e sua equipe de governo tiveram que implantar medidas que eram contrárias às suas ideias em campanha e que seriam medidas mais próximas dos adversários. Um enorme descolamento do discurso político em relação à prática governamental. No limite, até o presente momento, a comunicação do partido com a sociedade foi incapaz de se coadunar com a realidade: o cotidiano do brasileiro está longe da propaganda apresentada. Nem o slogan “Pátria Educadora” resistiu às primeiras medidas do Planalto. O mundo, especialmente, o mundo político, está repleto de símbolos. São demasiados importantes para a confecção dos discursos e a materialização das ideias. E, nesse sentido, o PT foi muito eficaz em criar e comunicar seus símbolos: a estrela do partido, a cor vermelha, o patrimônio ético e a forte ligação com os movimentos sociais e sindicais. O próprio Lula, há muito, não é, apenas, uma pessoa, um político. É, mais do que isso, um símbolo, que se avolumou e ganhou dimensões, graças a seu carisma, inéditas. Lula se tornou maior que o PT, Lula se tornou maior que Luiz Inácio. Na terça-feira, 5, enfim, ao salvaguardar a imagem de Dilma, o PT expôs Lula e, a meu ver, erroneamente. Dos símbolos do petismo poucos sobraram. Lula — o símbolo — era um destes sobreviventes. No entanto, o encanto com sua figura já não é mais o mesmo. O pai e o messias já não têm o poder e respeito de outrora. No fundo, o PT tem construído bons discursos e imagens, mas, isso tudo, está no campo da “forma”, da aparência, falta-lhe, sobretudo, ir ao “conteúdo” e esse conteúdo real, nos dias que correm, não lhe é nada favorável. Rodrigo Augusto Prando é professor de sociologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Gilvanir Cardoso busca apoio da base marconista para disputar Prefeitura de São Domingos

O vereador, campeão de votos no município, gravou vídeo com o vice-governador José Eliton

Jornal inglês publica pela primeira vez a foto da grande paixão de Lênin, Apollinariya Yakubova

O líder bolchevique, tido como o “homem de gelo”, teria chorado ao receber a notícia sobre a morte da bela revolucionária "anarquista"