Por Euler de França Belém
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Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção[/caption]
Enquanto cidades como Goiânia e Aparecida de Goiânia estão às voltas com graves problemas para a realização de matrículas na rede pública municipal, em Catalão a situação é totalmente oposta.
De acordo com o prefeito Jardel Sebba (PSDB), nenhuma criança ficará sem escola no município. Em com um detalhe a mais: as matrículas foram realizadas pela internet, sem que ninguém ficasse na fila para ser atendido.
Ou seja, além de alcançar uma das posições de liderança no quesito qualidade de ensino no Ideb em Goiás e no Brasil, Catalão dá exemplo agora de organização e inovação tecnológica no setor educacional.
A Educação, que sempre foi crítica no tempo em que o PMDB de Adib Elias governava a cidade, agora é modelo para o país, destaca o secretário municipal Souza Filho.
Nota 10, portanto, para o prefeito tucano Jardel Sebba, que demonstra ser um gestor de visão ao investir em Educação e fazer uma opção segura para o futuro de Catalão.
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Evandro Magal e Issy Quinan[/caption]
Os prefeitos de Caldas Novas, Evandro Magal, e de Vianópolis, Issy Quinan, são filiados ao PP e são os mais bem avaliados pelas populações de suas cidades. Os índices dos gestores superam 90%. É uma pena que o presidente do partido, Wilder Morais, não dê nenhuma atenção ao fato. O senador é nefelibata.
Como o deputado federal Pedro Chaves não deve disputar a reeleição em 2018, o deputado José Nelto pretende substitui-lo. “Tenho 34 anos de vida pública — vereador três vezes e deputado estadual cinco vezes — e sou, seguramente, um dos mais experientes integrantes do PMDB. Vou disputar mandato de deputado federal e, se eleito, vou pleitear, desde o início, a liderança do partido na Câmara. Não ficarei no baixo clero. Vou logo para o alto clero.”
Apontada como Shakespeare da América, Sade mulher e rival de Walt Whitman, a poeta morreu aos 55 anos, não saía de casa, só usava branco, escreveu 1800 poemas mas só dez deles foram publicados quando viva
Como esconder um elefante num quarto pequeno? Impossível. Impedir a publicação de “Mein Kampf” (“Minha Luta”), livro de Adolf Hitler, é o mesmo que tentar esconder um elefante. Não dá pé. Com a queda dos direitos autorais — o líder nazista morreu há 70 anos —, a Alemanha vai republicá-lo, o que está provocando debates tão exaustivos quanto infrutíferos.
Para alguns alemães, que não querem revolver o passado pantanoso de seu país, é constrangedor e doloroso o lançamento da obra. Mas não é deixando de publicá-la que se vai eliminar o antissemitismo ou a possibilidade de ressurgimento de “seitas” nazistas. “Mein Kampf” é um documento histórico, dos mais valiosos, para se verificar como ideias redutoras e limitadas podem convencer um povo culto e civilizado, como o alemão, a embarcar numa política suicida de conquista da Europa.
Os que querem impedir o lançamento do livro desejam, no fundo, negar que a Alemanha “comprou” e “vendeu” com fervor as ideias esboçadas por Hitler entre 1924 e 1925. O historiador Robert Gellately é autor de um livro fabuloso, “Apoiando Hitler — Consentimento e Coerção na Alemanha Nazista” (Record, 518 páginas, tradução de Vitor Paolozzi), no qual mostra que os alemães sabiam dos crimes cometidos pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial e que Hitler e a Gestapo não esconderam que haviam criado campos de concentração e extermínio.
Detalhe: o pesquisador sugere que Hitler fez o que fez com o apoio da população. Coagiu-a? No geral, não; obteve apoio por intermédio do consenso.
O Volt Data Lab, projeto de jornalismo de dados, revela que, entre 2012 e 2015, a mídia brasileira demitiu mais de 5 mil jornalistas. Em 2015, ano dos mais terríveis para a imprensa, foram demitidos 2.631 profissionais. A Editora Abril, que publica as revistas “Veja”, “Exame” e “Quatro Rodas”, foi a que mais demitiu. O grupo extinguiu e vendeu várias revistas. Terra, Infoglobo (que edita “O Globo”), “Estadão” e “Folha de S. Paulo” estão listados entre os que mais demitiram profissionais.
O Brasil não precisa de justiceiros, e sim de instituições, como a Polícia Federal, o Ministério Público e a Justiça, funcionando rigorosamente dentro da legalidade e tratando todos os indivíduos como iguais perante a lei. Além de uma Imprensa crítica
O jornalista é chefe do Gabinete de Gestão de Assuntos Internacionais do governo de Goiás
De bicos erados e de bicos curtos, tucanos garantem que o governador e o vice-governador não discriminam nenhum dos postulantes
Se não for eleito, o partido deve bancá-lo para deputado federal em 2018
Os cronistas do jornal da família Câmara receberiam juntos quase R$ 10 mil por mês e 115 mil reais por ano
Os nomes mais cotados são os deputados federais Waldir Soares, Giuseppe Vecci e Fábio Sousa
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Giuseppe Vecci e Fábio Sousa: supercotados[/caption]
Sexta-feira, 29 de janeiro: é a data confirmada das prévias para definir o candidato do PSDB a prefeito de Goiânia, como o Jornal Opção anunciou em primeira mão.
As inscrições devem ser feitas até terça-feira, 19. Nove mil filiados da capital podem votar.
Os três principais postulantes são os deputados federais Waldir Delegado Soares (que tem tido que não vai disputar prévias), Giuseppe Vecci e Fábio Sousa.
O convênio Medicus, depois de uma petição de quase cem mil assinaturas, assegura que vai bancar o tratamento do escritor e crítico literário
Gestores do jornal sugerem que estão renovando a equipe e que a fase da contenção de despesas está passando
O peemedebista-chefe alega que, se for eleito prefeito, terá de abrir espaço para o vice, possivelmente Daniel Vilela

