Por Euler de França Belém
O carioca genial e humilde, radicado em Brasília, elaborou, com Hamilton de Holanda e Alencar Sete Cordas, o método utilizado pela Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello
Um dos criadores do Clube do Choro de Brasília, Evandro Barcellos (foto acima, do arquivo da família) morreu na quinta-feira, 3, na capital federal, aos 55 anos. Com problemas renais, o músico fazia hemodiálise. Como tinha artrose, Evandro Barcellos estava internado, num hospital de Brasília, para uma cirurgia. Ele era tido, a um só tempo, como “genial” e “humilde”.
Carioca, Evandro Barcellos criou os grupos Coisa Nossa, Samba & Choro, Chorando Pelos Dedos, Primas e Bordões.
Com Alencar Sete Cordas e Hamilton de Holanda, é um dos responsáveis pela elaboração do método usado pelos alunos da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello. O músico foi de seus primeiros professores.
A cantora Geórgia W Alô disse ao “Correio Braziliense”: “Ele é uma referência para várias gerações de instrumentistas da cidade, um pioneiro na inauguração de espaços culturais. Eu tive a felicidade de trabalhar com ele no projeto Afro Brasil há quase 20 anos e desde então a gente sempre se esbarrava na noite nos encontros musicais. É uma perda irreparável. A música instrumental, o samba e o choro ficam órfãos. Além disso, era um amigo fenomenal, sempre com conselhos musicais preciosos. Era uma referência como pessoa, como músico”.
Confira um pouco da arte de Evandro Barcellos em dois links do Youtube:
1 — https://www.youtube.com/watch?v=yZ50ashAutI
2 — https://www.youtube.com/watch?v=R3Y2GXAN3Wo
O depoimento do senador do Mato Grosso do Sul é o mais forte em relação à presidente da República e um dos mais fortes em relação ao ex-presidente
Pílulas do PTB, com destaque para o pré-candidato a prefeito de Goiânia, vão ao ar na sexta-feira, 4
Definido o nome, o partido marchará unido, porque não há resistências a nenhum dos nomes
O escritor brasileiro escreveu que “O Crime do Padre Amaro” não passava de imitação do livro “O Crime do Padre Mouret”, do autor francês Émile Zola
O gigante, que brilhou em vários filmes, ganhou um Oscar pela atuação em filme de Stuart Rosenberg. Ele morreu no domingo, aos 91 anos
Diego Dzoran foi preso a pedido de um juiz de Sergipe. Ele teria descumprido ordem judicia
A jornalista mostrou competência e, mesmo com o secreção escorrendo, não deixou de divulgar a informação precisa sobre Donald Trump
Por sete votos a três, os vereadores rejeitaram a propositura do vereador Rafael Gonzaga, do PSC
O senador do PP “deu show” no Parque Agropecuário como se fosse candidato a presidente da República
O envolvimento do advogado Heli Dourado (foto ao lado) na Operação O Recebedor, deflagrada pela Polícia Federal como desdobramento da Lava Jato, deixou o PMDB de Catalão muito apreensivo.
É que Heli Dourado é advogado de Adib Elias e o deputado peemedebista é frequentador do escritório do advogado em Goiânia que foi vasculhado pelos policiais federais na sexta-feira, 26.
[caption id="attachment_59519" align="alignleft" width="620"]
Marconi Perillo quer um governo mais integrado e proativo | Foto: Reprodução Facebook[/caption]
O governador Marconi Perillo (PSDB) prepara mudanças no quadro de assessores setoriais de comunicação.
O desempenho de alguns auxiliares, segundo avaliação do Palácio das Esmeraldas, está bem abaixo da expectativa.
O tucano-chefe quer uma equipe mais proativa, mais participativa e sintonizada com as ideias, projetos e ações centrais do governo.
Um aliado de Iris Rezende admite que ele está com receio de disputar a Prefeitura de Goiânia e sair derrotado. O velho cacique está preocupado com o fato de que apenas três partidos devem apoiá-lo: o PMDB, o DEM do senador Ronaldo Caiado (que é fraco na capital) e o PRP de Jorcelino Braga (que, fora Jorge Kajuru, não tem presença em Goiânia).
O Solidariedade pode até compor com Iris Rezende, mas, no momento, está afastado do ex-peemedebista-chefe. O ex-deputado federal Armando Vergílio e o deputado federal Lucas Vergílio, desprestigiados pelo irismo, estão mais preocupados com a candidatura do deputado estadual Carlos Antônio a prefeito de Anápolis.
[caption id="attachment_56302" align="alignleft" width="620"]
Presidente da Agetop, Jayme Rincón, e o governador Marconi Perillo, no Centro de Excelência | Foto: Henrique Alves[/caption]
Os luas azuis do governo de Marconi Perillo apostam que, apesar do impacto inicial — pela virulência (e inusitado) do material—, as pílulas do PMDB não deverão produzir estrago no longo prazo.
Os estrategistas tucanos avaliam que, ao centrarem suas críticas nos buracos das rodovias e na violência, os peemedebistas podem ter dado um tiro no pé. O governo sustenta que os dois problemas serão bem equacionados este ano. As rodovias, passadas as chuvas, poderão ser recuperadas com relativa facilidade (basta ter dinheiro) — o que esburaca o discurso das oposições.
As oposições, sobretudo o PMDB, estariam gastando munição nos alvos errados, na avaliação dos marconistas.
[caption id="attachment_59811" align="alignleft" width="620"]
Marconi Perillo: novos rumos pro governo | Foto: Gabinete de Imprensa[/caption]
Com o alongamento da dívida estadual decidida pelo governo federal, Goiás pode ter um alívio de até R$ 70 milhões mensais, o que significa cerca de R$ 800 milhões anuais.
Com a folga, o governo Marconi Perillo ganha musculatura financeira para terminar obras e até fazer novos investimentos.
E mais: vem aí o acordo da Codemins, que representa uma diminuição de R$ 40 milhões mensais no desembolso do tesouro estadual, o dinheiro da venda da Celg e os resultados do ajuste fiscal. Resumo da ópera: ao apostar no fiasco administrativo do tucano, a oposição entrou numa barca furada, como em 2014.

