Por Euler de França Belém

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CPI da UNE vai investigar o que militantes fizeram com milhões “doados” pelo governo federal

Deputado federal Marco Feliciano conseguiu reunir “mais de 200 assinaturas para instalar a Comissão Parlamentar de Inquérito”

Daniel Vilela e Pedro Chaves têm atuação tímida a respeito do impeachment de Dilma Rousseff

Pedro Chaves teme perder os cargos federais. Já Daniel Vilela receia que seu pai seja perseguido

Se não votar pelo impeachment, Flávia Morais vai ficar mal com o eleitor e com o empresariado

Se quiser disputar a Prefeitura de Trindade, mas votar com Dilma Rousseff, a deputada do PDT pode comprar caixão e vela preta

DEM nacional aposta mais em ACM Neto do que em Ronaldo Caiado para vice de Aécio ou Alckmin

Família Magalhães aposta que o prefeito pode ser candidato a presidente ou a vice. Mas há quem aposte que antes deve passar pelo governo da Bahia

Deputados goianos recebem proposta de R$ 1 a 2 milhões para travar impeachment de Dilma Rousseff

Os emissários que tentaram subornar os parlamentares se apresentaram como petistas Mike Davis ddd Pinturas-surrealistas-modernas-óleo-Mike-Davis-2 Alguns deputados federais de Goiás teriam sido procurados por supostos emissários petistas com a proposta de 1 milhão de reais para não comparecer na votação e 2 milhões para votar não. Todos disseram “não”. Primeiro, porque não querem se corromper. Segundo, porque aquele que aceitar, embora leva uma grana federal, verá que o eleitorado decretará o fim de sua carreira política. Os emissários demonstraram, além de desespero, muita vontade de negociar, e até de aumentar os valores.

Michel Temer reúne-se com a bancada do PSD de Goiás e assume compromissos

O vice-presidente, que virou os votos do PSD, sugeriu que não vai bancar candidatura de Paulo do Vale em Rio Verde

Sandro Mabel articula com Michel Temer e Eduardo Cunha pelo impeachment de Dilma Rousseff

O deputado transformou o Palácio do Jaburu em bunker e articula diretamente com o vice-presidente da República

Polícia aborda ônibus com bolivianos que vieram para o Brasil protestar contra impeachment de Dilma

Os ônibus estavam na Rua 9, no Centro, atrapalhando o trânsito, quando os motoristas foram abordados pela polícia Bolívia 3 f0d78a42-65f1-47cc-8962-b33de5e4602c Três ônibus foram abordados pela polícia na quinta-feira, 14, na Rua 9, na Praça do Sol, no Setor Oeste, porque estavam atrapalhando o trânsito (ele estariam no Hotel La Residente). Pôde-se perceber que estavam lotados de bolivianos. Eles informaram que iam dormir em Goiânia e, em seguida, iriam para Brasília — para participar da movimentação contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Dois condutores dos ônibus são Julio Salazar Puma e Victor Hugo Mamani Mendo. Os veículos são oriundos de Santa Cruz, Bolívia. Bolivia 2 551360ed-30f8-42f2-b2f7-93dc9b6f19d9                         Bolivia 4 4e648555-e1fb-4f4d-aa03-014cfbeee649     Bolívia 1 00a31340-da07-4168-a3fc-b3ed2128dbac    

Pedro Canedo filia-se ao DEM de Ronaldo Caiado e vai disputar Prefeitura de Anápolis

Candidatura significa que o senador, que pretende disputar o governo de Goiás em 2018, está “plantando” o partido no segundo município mais importante do Estado

Lourival Sant’Anna volta ao Estadão como blogueiro e colunista

Um dos melhores correspondentes internacionais do país, o jornal escreve no jornal impresso e terá um blog Lourival Sant'Anna por Juca Varella 12805874_1596183834042034_5162800354020723329_n Quando o “Estadão” demitiu Lourival Sant’Anna, um dos melhores repórteres da imprensa patropi — correspondente internacional que vai além do meramente fatual —, os leitores por certo disseram ou pensaram: “Deus, eles não sabem o que fazem”. Não sabiam, é fato, mas agora sabem, pois Lourival Sant’Anna volta ao mais tradicional jornal do país. Lourival Sant’Anna foi recontratado como colunista do jornal impresso e blogueiro. O Portal dos Jornalistas informa que “o blog oferecerá, em tempo real, informações e entrevistas exclusivas, contextualizações e análises sobre os fatos mais importantes no mundo, além de agregar dados, explicações e referências internacionais para ajudar a entender e a formar opinião sobre os acontecimentos no Brasil. “Já a coluna, em que desde 10/4 passou a escrever aos domingos na seção Internacional, trará um olhar brasileiro sobre o mundo, com base em reportagens que fez ao longo de quase três décadas em 60 países e em entrevistas com fontes nesses países”. O novo diretor de redação de “O Estado de S. Paulo”, João Caminoto, mostra que não dorme no ponto. (Foto do Facebook de Lourival Sant'Anna, no Iraque, em 2010; de Juca Varella)

Folha de S. Paulo abre uma sucursal em Goiânia com o nome de O Popular

Todas as reportagens de quinta-feira do jornal goiano são da Folha de S. Paulo, a maioria, e de O Globo

Marcela Temer: Brasil pode ter a mais bela primeira-dama do mundo

Michel Temer, se assumir a Presidência da República, vai provocar polêmica. Mas sua mulher vai encher os olhos do público de alegria

Tática de Júnior Cigano para vencer Ben Rothwell não serve pra enfrentar Cain Velásquez e Werdum

A tática de guerrilha funcionou e o rival saiu com o rosto desfigurado, mas foi uma surra federal Júnior Cigano gettyimages-520280630 Fustigar e fugir é uma tática precisa para derrotar um oponente extremamente pesado, como Ben Rothwell, de 119 quilos. Quem aceita o combate aberto com o americano por vezes cai, dada sua pegada poderosa. Por isso, na luta de domingo, 10, Júnior Cigano, de maneira inteligente, batia e fugia. Além de quase não ser atingido, cansava o adversário. A tática de guerrilha funcionou e o rival saiu com o rosto desfigurado. Os golpes de Cigano não eram tão fortes quanto os de outrora, quando era mais agressivo, mas, tocando quase sempre no mesmo lugar, deixaram a impressão de que Ben Rothwell levou uma surra das mais violentas — o que não aconteceu. Cigano e seus orientadores são experts e, por isso, sabem que não dá para repetir a tática da luta contra Cain Velásquez e Fabrício Werdum, que são lutadores ágeis e que não se cansam fácil. Não adiante fugir deles — é preciso lutar, aceitar o confronto.

Calado durante todo o escândalo, O Popular é obrigado a divulgar pedido de embargo do Nexus

[caption id="attachment_52201" align="aligncenter" width="620"]Projeto do Nexus | Foto: reprodução Projeto do Nexus | Foto: reprodução[/caption] O Jornal O Popular não publicou (quase que) uma linha sequer sobre o escândalo envolvendo a Consciente Construtora e seu gigantesco Nexus Shopping & Business. O silêncio ensurdecedor do POP sobre o caso teve que ser rompido na manhã desta quarta-feira (13/4), quando o Ministério Público do Estado de Goiás ajuizou ação civil pública pedindo o embargo da obra. A investigação se deu após o Jornal Opção denunciar uma possível fraude nas assinaturas que compõem o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) do empreendimento e sua fragilidade no sentido de apresentar o real cenário para sua construção. Desde outubro, inúmeras reportagens e desdobramentos do caso foram amplamente divulgadas. Menos no POP. Incomodados com a postura do diário, os vereadores Djalma Araújo (Rede), Paulo Magalhães (PSD) e Elias Vaz (PSB) chegaram a questionar, na Câmara Municipal, o porquê da "blindagem" ao Nexus e seus criadores. Hoje, ante uma notícia de tamanha relevância (não que as outras não tenham sido, mas esta é emblemática), a redação de O Popular acabou por divulgar parte dos questionamentos do MPGO à obra.