Por Euler de França Belém

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Marconi Perillo firma-se como player nacional

[caption id="attachment_107568" align="alignright" width="620"] Divulgação[/caption]

Na semana passada, o governador Marconi Perillo apareceu em praticamente todos os jornais e revistas do país. Sempre apresentado como possível presidente do PSDB nacional.  O tucano é visto como o principal fato novo da política do país, ao lado de João Doria (este, porém, começa a “derreter” bem cedo). Tornou-se, definitivamente, um player nacional.

Comandar o PSDB projeta Goiás no país, aposta Marconi Perillo

[caption id="attachment_107254" align="alignright" width="620"] Marconi chega em Morrinhos | Foto: Eduardo Ferreira[/caption]

Marconi Perillo e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, estão articulando de maneira sincronizada. Eles conversam todos os dias tanto a respeito da presidência nacional do PSDB quanto a respeito da eleição para presidente da República. Comandar o PSDB é uma maneira a mais de projetar Goiás no país, aposta o líder do Cerrado.

O tucano de 54 anos sublinha que não se trata de projeto pessoal assumir a presidência do PSDB nacional. Marconi frisa que recebeu incentivo de tucanos de todo o país. Ela destaca que não é candidato de grupos, e sim do partido como um todo. Ele mantém ligação com Geraldo Alckmin, Aécio Neves e com os “cabeças pretas” (os tucanos mais jovens). O governador lidera os governadores do Centro-Oeste e seu grupo político ganhou cinco eleições consecutivas para o governo de Goiás. Ele próprio é governador pela quarta vez.

Tucano planeja abrir discussão nacional sobre segurança pública

O governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, sustenta que planeja contribuir para a elaboração de um projeto para o país. Ele afirma que está aproveitando para inserir no debate nacional temas como segurança.

Marconi Perillo defende a tese de que a segurança precisa, cada vez mais, ser pensada como uma questão nacional. Hoje, dado o crime organizado, o seu combate deve ser sincronizado, com ações definidas de maneira estratégica, e não meramente pontual.

Kassab participa de encontro de presidentes de fundações de pesquisa em Goiânia

[caption id="attachment_63958" align="alignright" width="620"] Foto: José Cruz/ABr[/caption]

O ministro Gilberto Kassab participa na quarta-feira, 8, em Goiânia, de um encontro com os presidentes das fundações de amparo à pesquisa do país.

A presidente nacional das fundações, Zaíra Turchi, vai recepcioná-lo. A professora da UFG é presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa de Goiás (Fapeg).

Suplente do senador Wilder Morais pode ser indicado pelo PTB

O suplente do senador Wilder Morais pode sair dos quadros do PTB. Seria a forma de contemplar o partido dirigido pelo deputado federal Jovair Arantes.

Estuda-se a possibilidade de um petebista de Anápolis.

Iris Rezende aposta que principal adversário de Andrey Azeredo em 2020 será José Vitti

[caption id="attachment_109075" align="alignright" width="620"] Montagem[/caption]

Há poucos dias, numa conversa na sede da Prefeitura de Goiânia, falava-se que o presidente da Câmara Municipal, Andrey Azeredo (PMDB), será candidato a prefeito da capital em 2020, com o apoio do prefeito Iris Rezende, que, com 87 anos, não deverá disputar a reeleição.

Aí um auxiliar de Iris Rezende perguntou: “Quem será o principal adversário de Andrey Azeredo?” Conta que o próprio prefeito teria dito: “Se não for o Vanderlan Cardoso, será o presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti”.

Embora de Palmeiras de Goiás, José Vitti “fincou” os pés em Goiânia e tem articulados com vários políticos da capital, como o vereador Romário Policarpo.

Ministério Público e Justiça Eleitoral têm de ficar de olho em pesquisas eleitorais

O Ministério Público e a Justiça Eleitoral precisam ficar de olho nas pesquisas que estão feitas em Goiás. Há risco de manipulação dos resultados? Não se sabe. Mas, se estão apresentando números tão díspares, alguma coisa possivelmente está errada.

Várias pesquisas nem são divulgadas publicamente, com registro em jornais. Mas os números circulam, de maneira célere, nos bastidores. O objetivo? Por cento, influenciar eleitores — os números acabam chegando até eles — e fortalecer alianças.

Marqueteiros “alienígenas”, como Duda Mendonça, nunca deram certo em Goiás

As oposições nunca deram sorte com os chamados marqueteiros “alienígenas”, quer dizer, de outros Estados. Duda Mendonça orientou campanhas de Lúcia Vânia e Iris Rezende para o governo do Estado. Perdeu todas.

A “falta de sorte” de Duda Mendonça, e de outros marqueteiros, não tem a ver com incompetência, e sim com o fato de que não compreendem as filigranas da política de Goiás.

Xiko Mello, sem ter uma campanha importante, é o marqueteiro de Ronaldo Caiado. Sua campanha mais importante foi feita em Feira de Santana.

Sem ter feito uma campanha importante, Manoel Vitorino tende a cuidar da campanha de Daniel Vilela. Ele integra, porém, a equipe articula o marketing do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivela.

Dos marqueteiros “estranjas”, o mais bem-sucedido é Paulo de Tarso, que fez campanhas para o governador Marconi Perillo. A diferença é que, além de competente, conhece como poucos a políticos de Goiás. E, mais, não menospreza os marqueteiros locais, trabalhando em conjunto, de maneira harmônica, com alguns deles.

Goiás tem marqueteiros eficientes, como Marcus Vinicius, que ajudou a eleger um presidente na Colômbia, Hamilton Carneiro, Renato Monteiro, Luiz Felipe Gabriel, Léo Pereira e Célio Rezende.

Iris Rezende impõe pauta superada dos mutirões e ignora questões digitais

O prefeito de Goiânia, Iris Rezende, não daria certo como músico, pois só conhece uma “nota”: mutirão! mutirão! Mutirão! Nas gestões anteriores, eram asfalto, casa e mutirão. Quer dizer, ao se restringir ao mutirão, o alcaide piorou.

Iris Rezende não aceita mais influência e mal ouve seus jovens auxiliares. Se ouvisse, poderia diversificar sua pauta, inclusive aspectos digitais.

Secretários sugerem que Iris Rezende, e não eles, deveria ser exonerado

Na semana passada, dois secretários de Iris Rezende, em tom jocoso, disseram a um repórter: “Em janeiro, o prefeito deve afastar alguns secretários, com o objetivo de começar o ano com uma equipe renovada. Mas o que é preciso, mas não é possível, é outra: nós deveríamos ‘demitir’ o prefeito”. Por quê? “Porque não tem mais nenhuma conexão com a sociedade goianiense”.

Os secretários afirmam que Iris Rezende não percebe, mas 98,9% de seus auxiliares estão cansados — e até estressados — com suas sessões diárias de nostalgia. “Queremos falar da construção de uma cidade digital, como se fala em Aparecida de Goiânia, mas o prefeito não para de falar que tudo na década de 1960 era ‘melhor’”, critica um secretário, que, apesar de tudo, “adora” o peemedebista. “A impressão que se tem é que Iris vive no passado e não no presente.”

Roberto Saviano diz que Estado Islâmico influencia jovens mafiosos da Camorra

O jornalista e escritor, jurado de morte pela Camorra, afirma que países europeus, como a Espanha, estão contaminados pela Máfia da Itália

Livro recupera a história de três escritoras judias assassinadas em Auschwitz pelo nazismo

Irène Némirovsky, Gertrud Kolmar e Etty Hillesum deixaram obras de valor que precisam ser lembradas como as de Primo Levi e Imre Kertesz, diz Mercedes Monmany

Boitempo publica biografia de Lênin escrita por Tamás Krausz

O intelectual húngaro pesquisou a vida do revolucionário russo durante 40 anos A Revolução Russa de 1917 teria ocorrido sem Lênin? Talvez não. Pode-se não apreciar o comunista, mas não há como desconsiderar que era um líder político extraordinário. Talvez não fosse um grande gestor, mas percebeu, ao menos num primeiro momento, que as ideias de administração americanas eram mais eficazes do que as fantasias da esquerda. A abertura dos arquivos soviéticos permitiu acesso à documentação sobre o líder bolchevique (quiçá o primeiro “stalinista” — tanto que criou campos de concentração e a polícia que, mais tarde, deu origem à KGB). Daí a publicação da excelente biografia “Lênin”, de Robert Service. A tradução é caótica, com erros primários, mas a pesquisa é reveladora. Um complemento é “Reconstruindo Lênin — Uma Biografia Intelectual” (Boitempo, 640, tradução de Baltazar Pereira e Pedro Davoglio), de Tamás Krausz. Segundo a editora, o autor teria pesquisado durante 40 anos (o que, sem dúvida, é surpreendente). Release da Boitempo: “Vladímir Ilitch Lênin é uma das figuras mais enigmáticas e influentes do século XX. Embora sua vida e seu trabalho sejam cruciais para a compreensão da história moderna e do socialismo, gerações de escritores, à esquerda e à direita, consideraram oportuno embalsamá-lo com uma análise superficial ou um dogma sombrio. Agora, quase trinta anos depois da queda da União Soviética e do “socialismo real”, retornar a Lênin e mirar em suas contribuições teóricas e políticas mostra-se necessário. Reconstruindo Lênin: uma biografia intelectual, resultado de quatro décadas de pesquisas do húngaro Tamáz Krausz, especialista em história russa, cumpre essa tarefa. “O primeiro dos oito capítulos do livro apresenta uma visão geral da vida e da trajetória política de Lênin, deixando de lado os mitos e humanizando o líder revolucionário. Na sequência, Krausz conduz o leitor ao âmago do pensamento teórico e da prática política de Lênin, com explicações lúcidas e equilibradas de seu desenvolvimento intelectual, passando por diversos tópicos como capitalismo russo, guerra, tipos de ditadura, democracia, socialismo e utopia. Esse rico e penetrante relato revela Lênin ocupado no trabalho da revolução e da elaboração de seu pensamento, ao mesmo tempo atento a eventos políticos imediatos e coerente com sua perspectiva teórica. Krausz demonstra a relevância do leninismo em nosso tempo, defendendo que uma versão renovada da doutrina poderia gerar uma força emancipadora e fornecer ferramentas para aqueles que ainda pensam na possibilidade de um mundo mais igualitário. “Vencedor do Deutscher Memorial Prize em 2015 — prêmio atribuído todos os anos em Londres à melhor e mais inovadora publicação sobre a tradição marxista —, esse trabalho monumental é uma contribuição importante para um campo crescente de estudos contemporâneos sobre Lênin. Também é uma oportunidade indispensável que os leitores de língua portuguesa terão para conhecer um reconhecido acadêmico húngaro da mesma tradição de Lukács, Tõkei e Mészáros, figura chave da esquerda anticapitalista húngara. “‘Reconstruindo Lênin’ revela um homem ao mesmo tempo empenhado na revolução, comprometido com uma perspectiva teórica coerente e constantemente formado pelos eventos políticos. A combinação de descrições detalhadas e explicações teóricas cobre tópicos como guerra e revolução, ditadura e democracia, socialismo e utopia. Ao lado da coleção Arsenal Lênin – que inclui uma edição especial de ‘O Estado e a Eevolução’ e dos ‘Cadernos Filosóficos’ —, a obra inaugura a iniciativa da Boitempo de trazer de volta à luz essa figura histórica, considerando toda sua complexidade como político, intelectual e revolucionário. É um investimento de longo prazo para dar subsídios a pesquisadores brasileiros que desejem discutir Lênin com propriedade e em profundidade.” O filósofo István Mészáros escreveu sobre a pesquisa: “Um trabalho academicamente exemplar, escrito com perspicácia penetrante e comprometimento inabalável. Com atenção ricamente documentada aos detalhes, ele ilumina a formação e o disputadíssimo impacto da imensa biografia de Lênin em sua configuração histórica dinâmica”. O brasileiro José Paulo Netto disse sobre o livro: “A exaustiva pesquisa de Krausz resultou numa obra admirável. Depois de percorrer este livro, o leitor haverá de contemplar Lênin, sua vida e sua obra sob novos prismas”.

Livro de Pedro Herz é uma “biografia” (e um pouco mais) da Livraria Cultura

A Cultura, como melhor livraria do Brasil (a Livraria da Vila, a Livraria Travessa e a Livraria Martins Fontes aproximam-se de sua qualidade), precisa ser biografada de maneira independente. Enquanto não é, vale a pena ler o livro “O Livreiro” (Planeta, 240 páginas), de Pedro Herz. Ainda não li, mas já entrou para minha lista penelopiana.

Release da editora: “Impulsionada pela necessidade de complementar a renda da família, Eva Herz — imigrante judia que veio para o Brasil fugindo da perseguição nazista — decidiu investir na compra de alguns best-sellers para alugar a seus compatriotas alemães em São Paulo. A engenhosa iniciativa deu origem, em 1947, à Biblioteca Circulante, que posteriormente se estabeleceria no cenário nacional como Livraria Cultura, marco artístico e cultural da cidade e referência quando o assunto é leitura.

“Em O livreiro, Pedro Herz, filho mais velho do casal Eva e Kurt, faz um relato biográfico de como a família se firmou na nova cidade e, mais do que isso, fundou a livraria de maior pulsação cultural do país. Uma história de empreendedorismo que rendeu a Pedro experiências marcantes — como conhecer o pai de Anne Frank durante os anos em que viveu na Suíça; ter o ‘poetinha’ Vinicius de Moraes autografando o livro ‘Falso Mendigo’ em um engraçado episódio que se deu em 1978; além de vivenciar umas das mais significativas manifestações da sociedade civil brasileira pelo fim do regime militar durante o lançamento, na Livraria Cultura, da obra ‘O que é isso companheiro?’ [do jornalista e escritor Fernando Gabeira].

“Um livro inspirador, que apresenta a trajetória admirável do empreendedor cultural Pedro Herz, e vai além, promovendo importantes reflexões sobre o futuro da leitura no Brasil e sobre a história de uma livraria que, nas palavras do escritor e jornalista Ignácio de Loyola Brandão, ‘só São Paulo faria’.”

“Imperdível”, como dizem o crítico literário Marcelo Franco, conhecido como príncipe do Facebook, e o jornalista e escritor Iúri Rincon, o rei das redes sociais.

Show prova que voz de Ney Matogrosso continua bela e segura

Buscamos nos shows do cantor aquela voz explosiva e, ao mesmo tempo, delicada e, claro, sua performance