As oposições nunca deram sorte com os chamados marqueteiros “alienígenas”, quer dizer, de outros Estados. Duda Mendonça orientou campanhas de Lúcia Vânia e Iris Rezende para o governo do Estado. Perdeu todas.

A “falta de sorte” de Duda Mendonça, e de outros marqueteiros, não tem a ver com incompetência, e sim com o fato de que não compreendem as filigranas da política de Goiás.

Xiko Mello, sem ter uma campanha importante, é o marqueteiro de Ronaldo Caiado. Sua campanha mais importante foi feita em Feira de Santana.

Sem ter feito uma campanha importante, Manoel Vitorino tende a cuidar da campanha de Daniel Vilela. Ele integra, porém, a equipe articula o marketing do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivela.

Dos marqueteiros “estranjas”, o mais bem-sucedido é Paulo de Tarso, que fez campanhas para o governador Marconi Perillo. A diferença é que, além de competente, conhece como poucos a políticos de Goiás. E, mais, não menospreza os marqueteiros locais, trabalhando em conjunto, de maneira harmônica, com alguns deles.

Goiás tem marqueteiros eficientes, como Marcus Vinicius, que ajudou a eleger um presidente na Colômbia, Hamilton Carneiro, Renato Monteiro, Luiz Felipe Gabriel, Léo Pereira e Célio Rezende.