Por Euler de França Belém
É lamentável que um jornal sério e de qualidade esteja à deriva
Dada a possibilidade de extinção, a redação do jornal parece paralisada
Cúpula avalia que a redação do jornal permanece inchada e com baixa produtividade
A Prefeitura de Goiânia não consegue nem reiniciar obras paradas
Formado em Direito, secretário de Articulação Política é servidor do Estado desde 1983
Prefeitos ficam surpresos com o conhecimento que o governador tem de suas cidades
A pontualidade do tucano, o cumprimento disciplinado da agenda, surpreende até auxiliares mais atilados
O jornal que lançou escritores, cantores, cineastas e artistas plásticos retorna às bancas do Rio de Janeiro e de Brasília, mas sem ignorar força da internet
O executivo transformou a autarquia de Goiás num modelo para o país
O PP é o partido dos aliados do parlamentar. O PSD oferece uma estrutura ampla ao jovem que está deixando o PSL
O presidente do PHS deve assumir a presidência do Avante em Goiás
Dado o formato do Jornal Nacional, ele não teve chance de expor todas as suas qualidades. Na GloboNews terá mais espaço para analisar os fatos
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Nas bibliotecas mais antigas, os “livros” eram tábuas de cerâmica[/caption]
“Bibliotecas no Mundo Antigo” (Vestígio, 208 páginas, tradução de Isabela Noronha), de Lionel Casson é daqueles livros imperdíveis para leitores aficionados pelo assunto. Entra para a minha lista de leitura, que chamo de penelopiana.
Sinopse da editora: “Esta deliciosa obra conta a história das bibliotecas antigas desde suas origens, quando ‘livros’ eram tábuas de cerâmica e a escrita, um fenômeno novo. O renomado estudioso clássico Lionel Casson nos conduz em uma animada viagem, partindo das bibliotecas reais do Antigo Oriente, passando pelas bibliotecas públicas e privadas da Grécia e de Roma, até as primeiras bibliotecas monásticas cristãs. Casson traça o desenvolvimento das construções, os sistemas, acervos e patronos das bibliotecas, considerando questões de uma ampla variedade de tópicos, como: quem contribuiu para o desenvolvimento das bibliotecas públicas, especialmente a grande Biblioteca de Alexandria? O que as bibliotecas antigas incluíam em seu acervo? Como bibliotecas antigas adquiriam livros? Qual era a natureza das publicações no mundo greco-romano? Como o cristianismo transformou a natureza dos acervos bibliotecários? Assim como uma biblioteca recompensa quem a explora com tesouros inesperados, este interessante livro oferece a seus leitores a história surpreendente da ascensão e do desenvolvimento de bibliotecas antigas — uma história fascinante que nunca foi contada antes”.
O release, que transcrevo, é uma publicidade, mas será mesmo que a história “nunca foi contada antes”?
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