Euler de França Belém
Euler de França Belém

Livro revela a história das bibliotecas no mundo antigo

Nas bibliotecas mais antigas, os “livros” eram tábuas de cerâmica

“Bibliotecas no Mundo Antigo” (Vestígio, 208 páginas, tradução de Isabela Noronha), de Lionel Casson é daqueles livros imperdíveis para leitores aficionados pelo assunto. Entra para a minha lista de leitura, que chamo de penelopiana.

Sinopse da editora: “Esta deliciosa obra conta a história das bibliotecas antigas desde suas origens, quando ‘livros’ eram tábuas de cerâmica e a escrita, um fenômeno novo. O renomado estudioso clássico Lionel Casson nos conduz em uma animada viagem, partindo das bibliotecas reais do Antigo Oriente, passando pelas bibliotecas públicas e privadas da Grécia e de Roma, até as primeiras bibliotecas monásticas cristãs. Casson traça o desenvolvimento das construções, os sistemas, acervos e patronos das bibliotecas, considerando questões de uma ampla variedade de tópicos, como: quem contribuiu para o desenvolvimento das bibliotecas públicas, especialmente a grande Biblioteca de Alexandria? O que as bibliotecas antigas incluíam em seu acervo? Como bibliotecas antigas adquiriam livros? Qual era a natureza das publicações no mundo greco-romano? Como o cristianismo transformou a natureza dos acervos bibliotecários? Assim como uma biblioteca recompensa quem a explora com tesouros inesperados, este interessante livro oferece a seus leitores a história surpreendente da ascensão e do desenvolvimento de bibliotecas antigas — uma história fascinante que nunca foi contada antes”.

O release, que transcrevo, é uma publicidade, mas será mesmo que a história “nunca foi contada antes”?

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Adalberto de Queiroz

Contada a história já foi, Euler, mas nunca é demais uma nova versão!