Por Euler de França Belém

Encontramos 16064 resultados
Morre o cartunista Bruno Liberati, que brilhou no Jornal do Brasil

O ilustrador e cartunista, segundo o jornalista Afonso Borges, morreu de Covid-19. Ele tinha 71 anos

Plano Safra destina a Goiás R$ 18 bi, mas menos de R$ 700 milhões à agricultura familiar e zero centavo para a urbana

R$ 236 bi para o campo (justo), só 3,5% disso aos pequenos (injusto), nada para a cidade (injustíssimo) Nilson Gomes As últimas semanas clarearam a opção do governo federal por conter a geração de empregos nas cidades. É o Plano Tiririca, pior do que tá, fica. Criou o Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) com R$ 15 bilhões e 900 milhões para o País inteiro. Com ressalva: vetou as condicionantes sobre a atuação da Receita. Ou seja, o comerciante que estiver devendo não consegue financiamento. Como estão todos com a água no nariz e a corda no pescoço, será difícil tirar o dinheiro. Pior ainda:  o empreendedor ficou tão moído que necessita é de Auxílio Emergencial sacado na boca do caixa, não de escutar negativa de gerente engravatado. Pior dos piores: o dinheiro é do próprio banco, o governo garante 85% do valor. Se já é quase impossível sair da agência com solução, imagine esperar aval do Tesouro... Agora, apresentou o Plano Safra 2020/2021, R$ 236 bilhões e 300 milhões para o País, meros 7,6% para Goiás. Nada está tão péssimo que não possa afundar mais: à agricultura familiar sobraram 3,5% dos 7,6%. Parece aritmética da Dilma: não são 3,5% dos 100%, ou seja, dos 236 bi; são 3,5% de 18 bi, que representam 7,6%. Em resumo: a agricultura familiar gera 80% dos empregos e ficou com 20 vezes menos dinheiro. Meio alqueire de morango demanda mais mão de obra que 200 alqueires de soja. Uma estufa de tomate-cereja tem mais trabalhadores que fazenda com mil bois. Mande os dois tipos de empregadores ao banco e veja quem sai rindo. (Na verdade, ambos voltam às lágrimas, pois quem entra em banco chorando sai desesperado.) Ainda sobre o linguajar da ex-presidente, os 100% dos agropecuaristas, os tais 236 bi, são troco de pinga para o que o governo paga de juros ao sistema financeiro. Quatro bancos lucraram R$ 85 bilhões e 500 milhões em 2019. Só quatro e só de lucro... Portanto, desmentindo a música e a Dilma, quem trabalha não tem razão, quem trabalha no campo tem menos razão ainda, quem trabalha no campo com meia dúzia de vaquinhas e uma rocinha aí é que não tem razão de jeito nenhum, muito menos social, e... É, existe como piorar: se você não tem sequer o sítio para criar galinha e plantar mandioca. Faltam projetos para agricultura urbana. Tanto lote vazio em Goiânia, férteis como tudo nesta terra em que se plantando tudo dá... A proposta: a Prefeitura fazer convênio com a Secretaria de Estado e o Ministério da Agricultura, e a Faeg, e semear a cidade. Tem quintal em casa? Cabe uma horta. Condomínio está todo cimentado? Arranca uma parte para termos verdura fresca e aumentar a permeabilidade, que evita enxurradas e destruição. Varanda no apartamento? Cabe uma hortinha. Não tem nem varanda? Um balde com planta no canto da sala. Um arranjo na parede com cheiro verde. A floreira no batente da janela. Pimenteira onde bate sol. Em todo prédio público deveria ter horta, obrigado por lei, portaria, algum desses documentos inúteis — burocracia tem de servir para alguma coisa. No pós-pandemia, a agricultura urbana será essencial para evitar doenças como ansiedade, síndrome do pânico e depressão. Melhora a qualidade da alimentação — aliás, Goiânia tem tanta especulação imobiliária que pode possuir a maior lavoura comunitária do mundo. Cereais, frutas e verduras fresquinhos, saudáveis, veganos, orgânicos. Melhora o ar. O aroma é outro. Quanto dos 236 bi ou dos 18 bi vai para agricultura urbana? Nadica de nada, nada vezes nada. Mas está na hora da universalização de esse assunto entrar em pauta. Nilson Gomes, jornalista, é colaborador do Jornal Opção.

Wassef diz que Queiroz seria assassinado e que o escondeu para “proteger” Bolsonaro

“Passei a ter informações de que Fabrício Queiroz seria assassinado.” Para “colocar isso na conta da família Bolsonaro”, diz Frederick Wassef, o homem-bomba

Corretor de imóveis Gilson Romanelli vai disputar mandato de vereador pelo Podemos

Ele frisa que a categoria precisa de um parlamentar que os representem 365 dias por ano, e não apenas em dia festivo

Edinho do Posto quer unir oposição para enfrentar Gil Tavares em Nerópolis

O pré-candidato tucano avalia que a disputa será plebiscitária: entre um modelo eficiente de gerir a máquina e o populismo do prefeito

Biografia revela que Goiás quase virou o Amapá de Sarney

O ex-presidente foi convidado para disputar mandato de senador por Goiás. O escritor ganhou crítica de Millôr Fernandes e elogio de Lév-Strauss

Gomide diz que “condição física e emocional” o impede de disputar a Prefeitura de Anápolis

“Realizei uma neurocirurgia para retirar um tumor benigno. A intervenção cirúrgica deixou uma paralisia facial. Me submeti a uma cirurgia de neurorafia que exige uma fase recuperação de pelo menos seis meses”

Presidente do PT diz que, com desistência de Gomide, Professora Geli disputa Prefeitura de Anápolis

Maria Geli Sanches é vereadora, já foi candidata a senadora e é uma referência do Partido dos Trabalhadores no município e em Goiás

Antônio Gomide anuncia que não vai disputar a Prefeitura de Anápolis e PT banca Geli

O deputado estadual alegou motivos de saúde, como uma paralisia facial, para seu recuo. A Professora Geli será a candidata do PT

Podemos banca pastor Welton Lemos, da Assembleia de Deus, para vereador em Goiânia

Genro do pastor Gentil, o religioso diz que, independentemente do resultado das eleições, seu foco é o social

Não há uma pesquisa séria que garanta que Gomide pode ganhar no 1º turno em Anápolis

Há oito pré-candidatos a prefeito de Anápolis. Portanto, sugerir que alguém vai ganhar no 1º turno, ainda sem campanha, é desrespeitar todos os postulantes

Sergio Moro será contratado como professor da UniCeub

O contrato entre o ex-ministro da Justiça e a universidade de Brasília será assinado assim que acabar a quarentena

Caetano Veloso e Chico Buarque vão processar deputado ligado a Bolsonaro

O parlamentar Bibo Nunes, do PSL, disse que os dois artistas recebiam dinheiro para apoiar os governos do PT

Advogado dos Bolsonaro, Wassef teria planejado sequestrar jornalista de “O Globo”

“Bebianno disse que Bolsonaro sabia escolher a dedo as piores pessoas para trabalhar junto com ele. Ele disse que uma pessoa em especial era muito perigosa”

“Internet boa é vital para criar empresas e empregos”, afirma Nilson Gomes

Jornalista usa a Índia como exemplo para Goiânia também apostar na tecnologia com ferramentas para enfrentar (e vencer) a crise O Fundo Monetário Internacional calcula que poucos países vão fechar 2020 com algum crescimento. É difícil adivinhar o nome de um deles, a Índia, mas o motivo de ela estar na lista beira o óbvio: “Foi só passar a ter internet que presta”, diagnostica o jornalista Nilson Gomes, citando dados da consultoria internacional Nielsen. É o que ele recomenda “para gerar empregos e empresas em Goiânia”. As vagas e portas fechadas no pós-pandemia podem reabrir com a inovação. Para chegar a esse resultado, Nilson lembra que quase meio bilhão de conterrâneos de Gandhi tem acesso à internet, “grande parte com qualidade e quando se fala em grande parte ali é muita gente” (1 bilhão e 362 milhões de habitantes, seis vezes mais que o Brasil, com apenas 30% mais de PIB). A Índia é líder mundial no consumo de dados. E não é por ser a 2ª nação mais populosa do mundo, mas porque cada deles consome 9,8 gigas (GB) em média por mês em 2018 — cinco vezes mais que a média brasileira. [caption id="attachment_254072" align="aligncenter" width="620"] Nilson Gomes: pré-candidato a prefeito pelo DEM | Foto: Reprodução[/caption] Um efeito de internet boa foi a explosão de empreendedorismo e o aparecimento dos destaques que confirmam a regra: da quantidade sai qualidade. E agora não precisa ser mãe Dinah nem a deputada Carla Zambelli para adivinhar de onde são os principais executivos de duas das maiores empresas do planeta. Sim, Satya Nadella, da Microsoft, e Sundar Pichai, da Google. Sim, da Índia. Outra consequência: já é o terceiro país (vence Alemanha, Inglaterra e outras potências) com mais unicórnios. Não, não é um animal típico da Ásia: é como são conhecidas as startups (empresas iniciantes, praticamente todas de inovação) que valem acima de 1 bilhão de dólares. L O Tilt, canal do UOL, informa citando o jornal The Washington Post que são 440 unicórnios no mundo, 125 nos EUA, outros 125 na China e  26 na Índia (o Brasil tem 11, nenhum de Goiás). “A melhora na internet tem resposta rápida não apenas na economia”, receita Nilson Gomes. “É também lazer, Educação, cultura, diversão e até segurança, pois o jovem tem mais razão para ficar em casa”. Para ele, o governo federal já deu pistas de que vai escolher o modelo americano de 5G. E quer que Goiânia seja pioneira no avanço tecnológico. Dentro dos conceitos globais de cidade inteligente, seu planejamento levaria Goiânia a ser a Capital Brasileira da Tecnologia Social: “A prefeitura vai funcionar inteira no celular do prefeito. Em vez da burocracia, a tecnologia”, garante Nilson Gomes, que deseja implantar 10 hubs de inovação e 80 coworkings espalhados por Goiânia. “O Paço Municipal (atual sede da prefeitura) vai ser a maior hub do Brasil”. Hub terá incubadora e aceleradora de startups, coworkings, espaço para desenvolvedores de games e softwares (os DEVs) e local para a prática de e-sports. Coworkings são espaços compartilhados de atuação profissional, “com internet boa, energia e sem pagar nada, nem locação”. Nilson os dividiu entre os tradicionais (escritórios compartilhados), Coworkings da Saúde (consultórios/clínicas compartilhados de Odontologia, Psicologia, Psicopedagogia, Nutrição, Fisioterapia, Educação Física, Terapia Ocupacional), Coworkings do Conhecimento (com material atualizado para preparação para exames da OAB e CRC, concursos públicos, vestibulares e Enem).