Resultados do marcador: Lula
Entre os nomes cogitados, estão a senadora Eliziane Gama (PSD-MA) e a deputada Benedita da Silva (PT-RJ)
Segundo ele, o crime estaria ligado a uma delação envolvendo lavagem de dinheiro e tráfico, ambos sob responsabilidade do governo federal
Entre os participantes, estão os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Rui Costa (Casa Civil), Simone Tebet (Planejamento), Esther Dweck (Gestão), Paulo Pimenta (Comunicação), Nísia Trindade (Saúde) e Luiz Marinho (Trabalho)
Um dos principais pontos de tensão nessa relação está na política econômica de Trump, que inclui a proposta de tarifar em 60% as importações da China, maior rival e exportadora para os EUA, e aplicar tarifas de 10% a 20% sobre os demais parceiros comerciais
Pacote de medidas incluirá PEC e projeto de lei complementar, confirma Haddad
Expectativa é de que o documento chegue ao Congresso Nacional ainda nesta semana
Logo após o segundo turno o ministro, que muito próximo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afimrou que o partido ainda não "deixou o Z4"
Na nota, o Itamaraty afirma que o tom de declarações de Maduro são "ofensivos" contra Lula, diplomatas e assessores da Presidência
Durante discurso Caiado disse que proposta é inadmissível e que fere a prerrogativa dos governadores
Análise também aponta para o desempenho de Lula além da gestão geral do governo
Encontro será realizado às 15h, no Palácio do Planalto, em Brasília
Ela tirou as roupas quando passou pelo detector de metais e proferiu frases desconexas
Com PT fora do segundo turno em São Bernado, presidente ficou no Palácio da Alvorada para comemorar o aniversário
Presidente Lula fará exames no Hospital Sírio-Libanês antes de cerimônia no Planalto
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em discurso por videoconferência na cúpula dos Brics em Kazan, Rússia, nesta quarta-feira, 23, voltou a defender a criação de uma “moeda comum” para transações comerciais entre os países do bloco. Lula destacou que o objetivo não é substituir as moedas nacionais, mas criar meios de pagamento alternativos que reflitam uma nova ordem financeira multipolar. O presidente participaria presencialmente do evento, mas cancelou a viagem após sofrer um sofrer uma queda e bater a nuca, onde precisou levar cinco pontos.
Durante seu discurso, Lula sublinhou a necessidade de mudanças estruturais no sistema financeiro global, argumentando que é preciso avançar na construção de mecanismos que garantam maior independência econômica para os países emergentes. “Agora é chegada a hora de avançar na criação de meios de pagamento alternativos para transações entre nossos países”, afirmou. Para ele, essa mudança seria fundamental para fortalecer a multipolaridade que o Brics defende no cenário mundial.
O papel de Dilma Rousseff no Novo Banco de Desenvolvimento (NDB)
Lula aproveitou seu discurso para elogiar a atuação de Dilma Rousseff à frente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como o Banco dos Brics. Ele destacou o papel da ex-presidente na expansão das linhas de crédito da instituição, que já financia quase 100 projetos, totalizando US$ 33 bilhões. Segundo Lula, o NDB é essencial para a infraestrutura necessária ao desenvolvimento das economias emergentes do grupo.
Dilma Rousseff também participou da cúpula e criticou o uso do dólar como moeda dominante no comércio internacional. Em seu discurso, ela acusou os Estados Unidos de utilizarem a moeda como uma ferramenta política, aplicando sanções que isolam empresas do Sul Global e favorecem a competitividade das companhias americanas. De acordo com Dilma, é urgente que o Brics desenvolva instrumentos financeiros que não dependam da moeda americana.
Segundo Dilma, a ordem mundial deve ser refletida também no sistema financeiro e não se pode deixar que a economia continue financiando o mundo desenvolvido de forma desequilibrada. Seu posicionamento reforçou o discurso de Lula, que apontou o fluxo financeiro desigual entre países ricos e emergentes, comparando-o a um "Plano Marshall às avessas".
O desafio da moeda comum
A proposta de uma moeda comum entre os países do Brics não é nova. Desde agosto do ano passado, os líderes do bloco discutem a possibilidade de criar um meio de pagamento unificado para facilitar o comércio entre seus membros e reduzir a dependência do dólar. Entretanto, até o momento, o debate não resultou em uma definição concreta. Lula, no entanto, reforçou que a discussão precisa avançar, especialmente diante das dificuldades econômicas que muitos dos países membros enfrentam no cenário global.
Expansão do Brics: novos membros reforçam o bloco
Outro ponto central da cúpula foi a aprovação do convite de 13 novos países ao Brics. Entre os possíveis novos integrantes estão Turquia, Indonésia, Argélia, Belarus, Cuba, Bolívia, Malásia, Uzbequistão, Cazaquistão, Tailândia, Vietnã, Nigéria e Uganda.
A presidência russa, que este ano tem a responsabilidade de coordenar o bloco, ficará responsável por convidar esses novos membros. Para Dilma Rousseff, essa expansão é uma das principais prioridades do NDB, que se posiciona como uma plataforma de cooperação entre os países do Sul Global. Ela afirma que a ampliação do grupo trará ainda mais relevância ao Brics no cenário internacional, fortalecendo sua capacidade de enfrentar desafios comuns, como a desigualdade financeira e o desenvolvimento sustentável.
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