Resultados do marcador: Lista

Encontramos 65 resultados
Wilder Morais, José Vitti e Carlos Luciano aparecem como vices possíveis para José Eliton

Mas os favoritos continuam sendo Thiago Peixoto, por representar Goiânia, e Célio Silveira, por representar o Entorno de Brasília

50 empresas devem quase R$ 900 milhões em ICMS no Estado

O governo do Tocantins divulgou a lista dos maiores devedores e dos maiores contribuintes do Imposto sobre Comercialização de Mercadoria e Serviços (ICMS) no Estado. Juntas, as 50 empresas que mais devem ICMS têm uma dívida total de mais de R$ 888 milhões com a receita estadual. A maior dívida é de uma empresa de distribuição de combustíveis, que deixou de pagar R$ 83,5 milhões em impostos. A lista completa pode ser acessada no site da Secretaria da Fazenda. Além dos devedores, o governo divulgou também quais são os maiores contribuintes do Estado, apesar de não ter divulgado os valores que cada um pagou. O objetivo, de acordo com o governo do Tocantins, é dar maior transparência as contas públicas e estimular a arrecadação dos tributos estaduais. Entre os maiores contribuintes estão empresas farmacêuticas, atacadistas, distribuidoras de produtos importados e de energia elétrica. A lista foi dividida entre as empresas que têm sede no Tocantins e as de outros estados que atuam na região e por isso também pagam impostos para o governo estadual. Entre os maiores devedores estão empresas de distribuição de combustíveis, alimentos e frigoríficos. A dívida mais alta é de mais de R$ 80 milhões e a mais baixa é de R$ 3,6 milhões, de uma empresa de produtos de plástico. No caso desta lista, a divulgação foi conjunta para empresas do Tocantins e empresas de fora do Estado.

As 10 melhores histórias de obsessão da literatura (de acordo com uma escritora estadunidense)

Brás Cubas já alertava sobre ideias fixas, "Deus te livre, leitor, de uma idéa fixa; antes um argueiro, antes uma trave no olho", mas a verdade é que sem uma ideia fixa sequer o próprio Brás Cubas, personagem dos mais importantes para a literatura brasileira, existiria. A literatura talvez existisse, mas seria ela privada de grandes obras, histórias cujas ideias fixas dos protagonistas são o centro dos enredos e, em alguns casos, também as peripécias, os twists, as reviravoltas. Talvez por isso uma lista que reúne as dez melhores ideias fixas da literatura seja necessária, afinal, quem não tem uma obsessão ou outra, uma daquelas ideias que, de súbito, dá um salto, estende braços e pernas, até tomar a forma de um X e diz: decifra-me ou devoro-te? Não foi uma ideia do tipo que nos levou ao desenrolar da história de Raskolnikóv? ou de Dante? ou mesmo de Fausto?, para o bem ou para o mal? Mas, vá lá, uma ideia fixa não é exatamente uma obsessão. Esta é mais poderosa, é um querer levado a níveis nunca sentidos. É provável que a jovem escritora estadunidense Sara Flannery Murphy não tenha pensado em ideias fixas, quando fez a lista publicada no britânico The Guardian. Trata-se de uma boa seleção, mas que, como todas as listas, deixa muitos títulos interessantes de fora. Veja: Moby Dick, de Herman Melville Ninguém personifica melhor a obsessão do que Capitão Ahab. Enquanto persegue o cachalote branco que lhe arrancou a perna, ele queima na busca por vingança. É a obsessão em estado mais puro, que leva ao sofrimento não apenas o próprio Ahab, mas toda sua tripulação. O Morro dos Ventos Uivantes, Emily Brontë Quando se trata de relacionamento, nenhuma obsessão é maior que a de Heathcliff por Catherine. Não é ele quem pede ao coveiro que retire uma parte lateral do caixão de Catherine para que ele, quando morrer, seja enterrado a seu lado também sem uma parte do caixão para que seus corpos estejam próximos? Lolita, Vladimir Nabokov “Lolita, luz da minha vida, fogo da minha carne. Minha alma, meu pecado. Lo-li-ta: a ponta da língua toca em três pontos consecutivos do palato para encostar, ao três, nos dentes. Lo. Li. Ta.” Precisamos ir além do primeiro parágrafo para demonstrar o argumento? Acho que não. Louca obsessão, Stephen King A tradução de "Misery" (título original) já deixa à mostra do que se trata o livro. A história de King mostra como Annie Wilkes, uma leitora obcecada por uma personagem, aprisiona e tortura o autor do livro para que ele crie um final melhor para seu livro. Anotações sobre um Escândalo, Zoë Heller O centro da história parece ser o caso proibido entre Sheba, uma professora na casa dos 40, e um aluno de 15 anos, mas trata, na verdade, da obsessão de outra professora, Barbara, por Sheba. É por meio dessa relação que a autora habilmente consegue mostrar como uma amizade próxima pode deslizar da co-dependência para algo tóxico e torcido. Estranha presença, Sarah Waters A história narra a obsessão de Faraday, o filho de uma empregada que se torna médico, pelos Ayres, uma família que antes era rica e que entra em decadência. Faraday se torna médico da família, depois conselheiro, e, "à medida que o romance avança", diz Sara Flannery Murphy, "é difícil dizer se Faraday está à procura de escalada social ou em busca de vingança". Possessão, A.S. Byatt Roland Michell, um estudioso, é obcecado pelo poeta há muito morto Randolph Henry Ash e descobre um documento que sugere o caso de amor ilícito entre o poeta e uma mulher. Fascinado, ele tem que descobrir a história completa. A história retrata a obsessão em diferentes níveis: romântico e intelectual, passado e presente. A vegetariana, Han Kang O livro, que é composto por três novelas, conta a história de uma coreana que decide não comer mais carne e, por isso, precisa enfrentar a reação da sociedade a qual pertence. É uma história inquietante, que explora a obsessão como um desejo onírico, primordial, e que pode desfazer famílias inteiras. Wilful Disregard, Lena Andersson O livro da autora sueca ainda não foi traduzido para o português. A história trata de Ester, uma intelectual que é obcecada por um artista. Sara Flannery Murphy diz: "Eu li Wilful Disregard cheia de embaraço e admiração pela prosa nítida de Andersson. Ester é elouquecedora, adorável... e reconhecível para qualquer um que já teve um dia arruinado por uma mensagem de texto sem resposta". You, Caroline Kepnes Também sem tradução em português (mas com previsão de lançamento no Brasil pela Rocco), o livro narra a obsessão de Joe por Beck. Trata-se de um stalker, um perseguidor da era digital.

Confira como deve ficar a presidência das comissões da Assembleia

Até agora, apenas dois colegiados definiram seus presidentes, a de Constituição e Justiça e a de Finanças. Expectativa é que questão seja resolvida até o final da semana

Confira quem são os integrantes das Comissões Permanentes da Câmara Municipal

Envolta de polêmica, após questionamentos da oposição, composição foi definida em sessão na última segunda-feira (2)

Retrospectiva Jornal Opção: confira quais foram as matérias mais lidas em 2016

Relembre os assuntos mais pesquisados pelos leitores nos últimos 12 meses em nosso portal de notícias

12 principais livros sobre o Jesus Cristo histórico

O Jornal Opção convidou os professores André Leonardo Chevitarese, da UFRJ, e Ademir Luiz, da UEG, para listar os livros que achassem mais importantes sobre o Jesus Histórico. A lista é para aqueles leitores que se interessarem mais pelo assunto e quiserem aprofundar a leitura a respeito. Chevitarese, que em parceria com o professor da Unicamp Pedro Paulo A. Funari, tem um livro muito bom sobre o tema — trata-se de “Jesus Histórico. Uma brevíssima introdução”, publicado pela Editora Kline —, entende que esses são alguns dos títulos mais relevantes para quem quer saber sobre o Jesus Histórico: [caption id="attachment_83104" align="alignright" width="250"]Fotos: Reprodução Fotos: Reprodução[/caption] “Jesus and Archaeology”, de James H. Charlesworth Este livro traz 30 trabalhos de especialistas diretamente envolvidos com os estudos arqueológicos e seus impactos para pensar Jesus de Nazaré. “O Jesus Histórico. A Vida de um Camponês Judeu do Mediterrâneo”, de John Dominic Crossan Publicado originalmente em 1991, este livro além de oferecer importantes chaves de leituras no campo teórico-metodológico, não deixa o leitor esquecer que qualquer pesquisa neste campo do saber exigirá sempre um olhar transdisciplinar acerca de quem é Jesus de Nazaré. “The Misunderstood Jew. The Church and the Scandal of the Jewish Jesus”, Amy-Jill Levine Esta obra nos lembra que Jesus nasceu, viveu e morreu como um judeu, não tendo sido jamais um cristão. Aborda também uma questão decisiva que diz respeito ao antijudaísmo da documentação antiga literária, especialmente o denominado Novo Testamento. Jesus Magician“Jesus the Magician. Charlatan or Son of God”, Morton Smith Um livro indispensável para todos os interessados no tema, especialmente pela lembrança incômoda que ele apresenta acerca das discussões sobre quem é Jesus, como ele foi visto e lido, não pelos seus atuais seguidores, mas por aqueles dos séculos I e II. “The Life of Jesus Critically Examined”, David Friedrich Strauss Publicada originalmente em 1835, esta obra continua ainda sendo leitura obrigatória para todos os interessados em realizar pesquisas no campo do Jesus Histórico, especialmente pelo seu aspecto crítico e analítico da documentação. Ademir Luiz, que também é escritor, está escrevendo um romance que se passa no século I e, para isso, tem lido muitos livros a respeito de Jesus. A seleção que apresenta como leituras indispensáveis sobre o tema, além de compreender “O Jesus Histórico”, de John Dominic Crossan, também citado por Chevitarese, contém: “O que Jesus disse, o que Jesus não disse”, de Bart D. Ehrman “Jesus, um judeu marginal”, de John P. Meier “Jesus, uma biografia revolucionária”, de John Dominic Crossan “A morte do messias”, de Raymond E. Brown “Nascimento do messias”, de Raymond E. Brown “A vida de Jesus”, de Ernest Renan “Testemunha ocular de Jesus”, de Carsten Peter Thiede [gallery type="slideshow" size="full" ids="83107,83109,83106"]

Os 10 melhores álbuns de 2016

[gallery type="slideshow" size="full" ids="58527,62226,83139,75989,56169,71138,82651,82568,31615,83140"] Yago Rodrigues Alvim Muitos detestam listas. Na contramão, alguns adoram. Eu mesmo podia fazer lista dos melhores momentos que vivi no ano (ou na semana, no dia, vai saber). No meio midiático, jornalístico, elas têm lá o seu valor. Além de agregarem valor ao trabalho de um artista, pelo prestígio e legitimidade do veículo, são ainda uma boa oportunidade de descobrir novos títulos (acordar ou não e até mesmo fazer sua lista e ir vislumbrando trabalhos e projetos outros). Eis, então, a minha sutil contribuição no mundo das listas: a dos meus melhores álbuns de 2016. Cambaleando entre nacionais e internacionais, tentarei vislumbrar valores maiores, que não cabem só a mim. Nisso, a ordem aqui escolhida não segue uma preferência pessoal, mas sim a relevância dos trabalhos nos seus cenários – estes ampliados. 5. Melhor do Que Parece – O Terno “Descomplicado e leve” foi o que se revelou na busca pelo disco, uma vez que a última posição nacional veio do caro amigo, o também jornalista Augusto Diniz. Não obstante, que delícia já é a primeira e culpada faixa do álbum, o terceiro da jornada empreitada pelos paulistanos. Líder ou entre o top três de muitas listas reconhecidas, a obra é melhor do que eu digo, só ouvindo. 4. Soltasbruxa – Francisco, el Hombre A festa mexico-brasileña do multicultural grupo de Campinas (SP) saltam aos olhos e ouvidos pós-qualquer-show-que-seja-da-banda. Grudam as músicas. E, aos desconhecidos, o zunido às vezes desconhecido recai numa mais atenta escuta de quem percebe nas letras o engajado franciscano, este do mundo de Gabriel García Marquez, com seu personagem Francisco, o Homem, que girava o mundo a recontar num cantarolar a história deste globo azul – como descoberto por José Arcádio Buendía. 3. O Mesmo Mar Que Nega A Terra Cede À Sua Calma – Bruna Mendez Imenso, feito o título, é o universo sonoro marítimo do trabalho de Bruna Mendez, este de quase um violão e voz a sós. São letras, acordes que mostram uma calmaria inquieta de um caminho certo sobre águas. É por se dar conta, do que já cantava Caetano e Chico, que navegar é preciso que a obra se renova em meio a frescores juvenis amorosos, a virtualidade fatigante. Há sempre bem mais. 2. Princesa – Carne Doce Foi nos últimos dias de vida de minha vó que conheci a Princesa de Carne Doce. “O Pai” que canta da admiração maior será sempre de despedida para mim. No mais, este muito mais que afetivo, o álbum é de valor singular musical, por atestar primorosamente em cenário nacional os novos ritmos de um Goiás pluralíssimo, do rock. E são nas letras que recaem o valor maior por seus retratos crus, donos e donas de si do já desgastado hoje, este que se engendra de passados. Mudança, meu povo. No jeito de ser. 1. Tropix – Céu O pixelado sonoro de Céu se faz de muitas cores. Dentre elas, a saudade da varanda dos avós, o assombro infantil, as muitas camadas de ser e do ser, o apreço por Chico. Se, do lançamento, os argumentos rondavam o sintético brasileiro, o pop brasileiro se inaugural em Gal ou com Céu, Tropix já se distancia, fazendo-se rainha brasilis. Que delícia! 5. Joanne – Lady Gaga Deixando grandes nomes para trás, como Adele e seu álbum “25” (que é sim de fascínio, ainda mais para um coração quebrado), Lady Gaga merece destaque. Não que eu concorde com o primeiro single – “Perfect Ilusion”, o qual se destoa do álbum, que é sim bem-redondinho, ou quase no caso – “Joanne” mostra uma nova faceta da artista. Uma menos manipulada, maquilada, uma menos produto industrial e cultural, e nem por isso menos comovente. Ela, que soube sempre refletir com todas elas o mundo em que vive, amostra agora o cru do humano, comum a muitos, como a perda, as imperfeições, as muitas vontades. Vale sim, girl. 4. Blackstar – David Bowie Quantas perdas, não 2016? E que perdas. Nas letras, na música, muitos ficaram à mercê de nada novo de grandes artistas que se foram. E, certamente, o mundo ficou à mercê do camaleão David Bowie. O artista lançou, à beira de virar pó, sua última estrela. Uma obscura e infinita Blackstar. 3. Anti – Rihanna Nem parece que o álbum é deste ano, por tão longínquo janeiro, quando foi lançado. Mas “Anti” é sim de 2016. E como não ressalta-lo se, dele, desvela um dos maiores singles do ano? “Work, work, work”, babie, foi o que Rihanna fez, preambulando por letras e bandeiras próprias e ainda mostrando que manda bem (e como!) nos vocais – o que para muitos não é tão surpresa assim. Não é não, “Love on the Brain”? https://play.spotify.com/album/3mH6qwIy9crq0I9YQbOuDf 2. Blonde – Frank Ocean Depois de uma espera aflitiva, Frank Ocean enfim amostrou o sucessor de “Orange Channel” ao mundo. E que mundo retratou. No seguir das faixas, cada som e letra, e ainda nome envolvido e, nisso, o acréscimo musical que ofereceram, tal como os vocais de Beyoncé em “Pink + White”, “Blonde” se faz essencial em qualquer lista. E se você ainda não furou nenhum streaming de tanto ouvir o álbum, saiba que é sempre hora. 1. Lemonade – Beyoncé Que a artista se consagra a cada trabalho de modo original e inaugural, todos sabem. Nem é preciso dizer da importância do álbum, que foi lançado no horário nobre em um dos canais mais vistos nos Estados Unidos. O emponderamento da mulher e o orgulho negro já valem como ponto para lista, que destaca uma artista que preza pela visualidade, o livre-transito entre ritmos. Entre as liberdades.

Veja como votaram os senadores na aprovação da PEC do Teto de Gastos

Projeto que congela gastos públicos por 20 anos foi aprovado nesta terça (13) por 53 votos favoráveis contra 16 contrários

Veja como votaram os senadores no processo de impeachment

Na tarde desta quarta-feira (31/8), 61 dos parlamentares avaliaram que Dilma cometeu crime de responsabilidade fiscal. Apenas 20 deles ficaram ao lado da petista

Os favoritos do PP para prefeito em Goiás

Pelo PP, Eurípedes Pankão está bem avaliado pela população em Acreúna. O pré-candidato tem chances na cidade. O mesmo ocorre com Issy Quinan, em Vianópolis. É um dos poucos atuais prefeitos que vão à reeleição com chances de vitória. Outro pepista com mandato e que pode vencer em outubro é Evandro Magal, prefeito de Caldas Novas.

As 10 melhores animações “blockbuster” do século 21

Grande parte desse tipo de filme vem dos EUA, mas isso não significa que apenas trabalhos de lá estejam entre as melhores [caption id="attachment_38542" align="alignleft" width="620"]Cena de “Uma história de amor e fúria”, que retrata o Rio de Janeiro no ano 2096 Cena de “Uma história de amor e fúria”, que retrata o Rio de Janeiro no ano 2096[/caption] Marcos Nunes Carreiro Listas são sempre polêmicas. Por isso, já aviso logo que esta é fruto de escolhas únicas e inalienáveis deste que vos escreve. As justificativas estão postas e aceito questionamentos e novas listas feitas por você, caro leitor. Critique-me. A intenção da lista é mostrar que há enredos bem feitos e histórias fantásticas – se me permitem a ambiguidade do termo – nessas produções. Um fato importante é que não há apenas ganhadores de Oscar na lista, embora haja muitos. A questão é: a lista foi feita tendo em mente apenas aqueles filmes “blockbuster”, isto é, de muita aceitação entre o público e, consequentemente, de excelente bilheteria. A única exceção, como verá o leitor, é a animação brasileira “Uma História de Amor e Fúria”, que entrou na pré-seleção de indicados ao Oscar de 2014, mas não teve “aquela” abrangência nas salas de cinema. A classificação por número é mais uma questão didática do que necessariamente pelo fato de uma animação ser melhor que a outra. Cada uma foi escolhida por um motivo em particular e, por isso, merece um lugar neste “cânone”. Veja: 1) Os Incríveis Foto pequena 1 A história da família Pêra merece o primeiro lugar desta lista por um simples motivo: esta animação foi responsável pe­la reformulação do pa­pel do he­rói na sociedade. O filme mostra como as instituições sociais começaram a desprezar os (super) heróis, afinal, eles destruíam a cidade durante sua luta contra o crime. Os gastos públicos eram muito grandes e o custo-benefício passou a ser negativo. Pela primeira vez em animações de grande investimento, vimos a sociedade se (re)voltando contra os super-heróis, algo que agora veremos no cinema em Batman vs. Superman e Capitão América: Guerra Civil. “Os Incríveis” fez história. 2) Uma história de amor e fúria Foto pequena 2 O leitor pode pensar: “ora, esse filme não é um ‘bockbuster’. Que filme é esse, afinal?”. Bem, esta animação – que estreou nos Estados Unidos com o título “Rio 2096: A Story of Love and Fury”, em 2013 – foi a primeira produção totalmente brasileira a chegar com chances de ganhar o Oscar. Além de uma produção gráfica muito bem feita, o enredo contém belíssimos traços de metaficção historiográfica, pois reconta a história das lutas do Brasil de 1560 à atualidade e ainda ficcionaliza os conflitos do ano 2096. Isto é, retrata a história brasileira: da luta indígena pela sobrevivência à colonização à escassez de água que provavelmente atingirá o país no futuro. Essa animação deve ter lugar garantido em todas as listas do gênero. Foto pequena 3   3) Wall.E Nem é necessário falar largamente deste filme, que tem uma das histórias mais bem contadas tendo por recurso o não-diálogo. Afinal, Wall.E e Eva, dois robôs, não conversam por meio de palavras, que passam a ser quase desnecessárias ao en­tendimento de quem assiste, pois a linguagem não-verbal toma conta do ima­ginário e dá conta do enredo. A decisão por usar esse re­curso estilístico é um dos grandes responsáveis por dar à animação o Os­car da categoria em 2009 – além, claro, da ma­­gnífica execução gráfica.   4) Happy Feet (1 e 2) (L-r) Mumble, voiced by ELIJAH WOOD; and Erik, voiced by AVA ACRES, in Warner Bros. Pictures’ and Village Roadshow Pictures’ animated family comedy adventure “HAPPY FEET TWO,” a Warner Bros. Pictures release. Os filmes são tão bonitos que sempre é preciso dizer: “Maldito cisco no olho”. Além da melhor trilha sonora já colocada em uma animação (sempre que vejo o filme preciso correr e ouvir Stevie Wonder depois), este filme traz “o” tema da atualidade: a necessidade de atenção às políticas ambientais. E faz isso com uma verossimilhança interna de dar inveja a muitos autores de ficção. O Oscar de 2007 foi mais que merecido a esta magnífica obra produzida pela Village Roadshow Pictures e pela Warner Bros. 5) A lenda dos guardiões LEGEND OF THE GUARDIANS: THE OWLS OF GA'HOOLE Não, esta animação não é aquela que conta a história do Papai Noel, do Coelhinho da Páscoa, João Pestana e companhia (esse é A origem dos guardiões). Este filme conta a história de Soren, uma corujinha fascinada pelas histórias dos alados guerreiros míticos que travaram uma grande batalha para salvar a espécie de uma enorme ameaça. Por que ela está na lista? Porque seu roteiro é a mais absoluta prova de que é possível unir dois gêneros literários, pois é um híbrido da épica epopeia heroica e da fábula. E faz isso com uma influência enorme do escritor britânico J.R.R. Tolkien, o primeiro a hibridizar os gêneros – embora o tenha feito com a epopeia heroica e o conto maravilhoso. Foto pequena 6 6) Toy Story (trilogia) Toy Story marcou a infância e adolescência de muitas pessoas. Isso porque Woody e Buzz Lightyear são os maiores exemplos de lealdade já vistos nas telas de cinema. É tanto que algumas crianças até quiseram escrever Andy na sola dos seus sapatos direitos – algumas de fato o fizeram. Além disso, o filme (Oscar em 1996 e 2011) foi pioneiro em criar verossimilhança interna para guiar uma trilogia, fazendo isso com uma sutileza sem tamanho. Toy Story são filmes que merecem estar em qualquer lista que trate de animações.   7) Como treinar o seu dragão Foto pequena 7 Prefiro infinitamente o primeiro filme ao segundo. Acho que deveria ter ganhado o Oscar em 2011 e concordo que “Como treinar o seu dragão 2” tenha perdido o deste ano, até porque “Big Hero” teve competências gráfica e de enredo muito maiores (aqui uma explicação: “Big Hero” só não está na lista porque não trouxe nada de exatamente novo para as telas. Gostei demais do filme; sim, os gráficos são os melhores já feitos; e o enredo é bom. Porém, a história do vilão contra um grupo de heróis é comum). Por que só o primeiro filme está na lista? Porque é o único que representa os dragões em sua complexidade e função mitológicas: a do supremo desafio, que nenhum homem consegue vencer por suas próprias forças. No segundo, uma vez domesticados pela “sociedade viking”, os dragões não têm mais sua função primitiva. Por isso, embora goste do segundo filme, não posso colocá-lo aqui. 8) Valente "BRAVE"   (Pictured) MERIDA. ©2012 Disney/Pixar. All Rights Reserved. O papel da mulher foi reavivado de maneira ímpar neste filme (algo que foi retomado em Frozen no ano seguinte, o que justifica a falta deste na lista). Não à toa, Valente foi o primeiro filme da Pixar a ter uma protagonista mulher e que ganhou o Oscar de Melhor Animação em 2013. Além disso, Valente conta melhor que nenhum outro filme a jornada heroica feminina. Como disse na apresentação, a classificação por número é mais uma questão didática. Valente poderia facilmente estar na primeira posição desta lista. É um filme e tanto! Foto pequena 9   9) Coraline O stop-motion baseado no livro homônimo do autor britânico Neil Gaiman – autor de Sandman, a melhor história em quadrinhos já feita, na minha opinião – é uma das mais profundas histórias criadas para filmes do gênero. O principal aspecto do filme remete à função dos espelhos como delineada por Michel Foucault: a do meio termo entre a heterotopia e a utopia, isto é, um lugar entre dois mundos – o real e o imaginário. Um belo filme.             10) A viagem de Chihiro Foto pequena 10 Oscar de 2003, esta animação japonesa, além de trazer à tona o tema da viagem (presente em quase todas produções do gênero, até porque é a ferramenta principal para qualquer autor de uma narrativas fantásticas), “A viagem de Chihiro” é uma das melhores animações de todos os tempos. Sério! É uma sequência tragicômica com uma competência gráfica incrível e um roteiro fantástico. Preciso as­sistir de novo. Se o leitor ainda não conhece, veja!

As grandes frases da lenda viva do cinema Clint Eastwood

[caption id="attachment_37562" align="aligncenter" width="620"] O ator e diretor californiano, lenda viva dos westerns, completou 85 anos no último dia 31 de maio / Divulgação[/caption] Yago Rodrigues Alvim Veio filho dum ano de 1930 californiano, cidade de San Francisco. Nasceu ele de Margaret Ruth e Clinton Eastwood, se consagrando como uma das lendas vivas do cinema: Clint Eastwood. Recente cumpleaños, é um ator imortal, diretor ilustre. Dos bang-bangs, Clint se alçou entre os grandes atores de Hollywood com os western spaghetti de Sergio Leone, nos anos 1960 –– a conhecida “Trilogia dos Dólares”. Nas duas décadas seguintes, deu vida ao personagem Harry Callahan, na série de filmes “Perseguidor Implacável”. Como diretor, tem grandes joias, como “Bird” (1988); “Os imperdoáveis” (1992), longa em que também foi protagonista; “Menina de Ouro” (2004); “Cartas de Iwo Jima” (2006); e “Gran Torino” (2008) –– filmes que levaram para casa Oscars, Globos de Ouro e César Awards. Seus últimos trabalhos foram “Jersey Boys” (2014) e “Sniper Americano” (2014), trabalho indicado ao Oscar de Melhor Filme. Em homenagem aos 85 anos de Clint, o jornal madrileño ABC, via Hoy Cinema, listou as 10 célebres frases de filmes do californiano. 1) “Conte-me. Ele não assume que o xerife deve ser valente, leal e, acima de tudo, honesto? Eu acho que você precisa de um novo xerife.” (Por uns dólares a mais, 1965) 2) “O mundo está dividido em duas categorias: aqueles com arma car­regada e aqueles que cavam. Você cava.” (O bom, o mau e o feio, 1966) 3) “Eu sei o que você está pensando: ‘Havia cinco ou seis tiros?’. Bem, na verdade, com todo esse alarde, eu já perdi a conta. Mas sendo uma Magnum 44, o revólver mais poderoso no mundo que poderia explodir sua cabeça, a pergunta que você tem que fazer é: ‘Me sinto com sorte hoje?’” (Perseguidor Implacável, 1971) 4) “Um homem deve conhecer suas limitações.” (Magnum Force, 1973) 5) “Alguém deixou a porta aberta e os cães errados entraram.” (O Estranho sem Nome, 1973) 6) “Vamos lá, fazer o meu dia.” (Impacto Fulminante, 1983) 7) “Eu sou o sargento da estrada. Eu be­bi mais cerveja, mijei mais sangue, eu perdi mais pós e quebrei mais ovos que todos vocês, imbecis.” (O Destemido Senhor da Guerra, 1986) 8) “Quando você matar alguém, não só tire tudo o que ele tiver, mas também o que ele poderia chegar a ter.” (Os imperdoáveis, 1992) 9) “Não quero precisar de você... porque eu não posso ter você.” (As Pontes de Madison, 1995) 10) “Pequena, ser dura não é o suficiente.” (Menina de Ouro, 2004) Frase bônus: “Você já reparou que, ocasionalmente, você pode se encontrar com alguém que você não deveria se meter? Esse sou eu.” (Gran Torino, 2008)

As 8 melhores frases de Francis Coppola

“Tudo aquilo que construir em grande escala ou com muita paixão convidará, irremediavelmente, o caos”, adverte o diretor de “O Poderoso Chefão”

Os dez filmes com as maiores bilheterias da história

[caption id="attachment_32458" align="alignnone" width="620"]Reprodução Reprodução[/caption] Yago Rodrigues Alvim Ontem, chegou às redações de todo Brasil a informação que o último filme da franquia “Velozes e Furiosos”, que conta com a presença (recriada digitalmente) do ator Paul Walker, arrecadou US$ 36,9 milhões no Brasil apenas em seu fim de semana de estreia. Cerca de 2,3 milhões de pessoas assistiram “Velozes e Furiosos 7”, desde a quinta-feira, 2 (data de sua estreia). E, por isso, o Jornal Opção relembra os filmes que mais arrecadaram nas bilheterias. Adivinha quem é o primeiro da lista? (Tcharam!) Avatar (2009) Claro, “Avatar”, do diretor James Cameron. Não só dono do primeiro lugar, Cameron fez história ao ultrapassar a marca do bilhão arrecadado com o antigo primeiro lugar, também dirigido por ele, “Titanic”. O longa “Avatar” arrecadou cerca de US$ 2,780 bilhões em todo o mundo. Titanic (1997) Como já citado, o segundo lugar também é de James Cameron. Além de arrecadar US$ 2,180 bilhões nas bilheterias de todo o mundo, a história do naufrágio real do transatlântico Titanic ou de ficção de Jack and Rose foi vencedora de 11 Oscar. Os Vingadores (2012) Os super-heróis da Marvel lutaram bastante e conseguiram o terceiro lugar. Com direção de Joss Whedon, o filme reúne vários atores e muitos efeitos especiais, além da pequeniníssima bagatela, é claro, de US$ 1,510 bilhão. Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2 (2011) Os bruxinhos, já crescidinhos vale lembrar, Harry Potter, Hermione Granger e Rony Weasley, sem dúvidas, arrastaram uma galera, também já crescidinha, para assistir o desfecho da saga. Afinal, quem não lembra de “7.15 It All Ends”? (Saudade, viu?) E, assim, o longa arrecadou US$ 1,320 bilhão nas bilheterias. Frozen (2013) Não é de ver que o dono do hit-chiclete (que não sai de jeito nenhum da cabeça) “Let It Go”, também é o longa que fecha o Top 5 das bilheterias? Pois bem, o filme da Disney, dirigido pela dupla Chris Buck e Jennifer Lee, arrecadaram US$ 1,270 bilhão. Olha o que brincar na neve dá, não é mesmo? Homem de Ferro 3 (2013) O terceiro longa do super-herói da Marvel, estrelado por Robert Downey Jr., “Homem de Ferro 3” arrecadou US$ 1,210 bilhão e o sexto lugar do ranking. Transformers: O Lado Oculto da Lua (2011) Dirigido por Michael Bay, o terceiro filme da série “Transformers” recebeu três indicações ao Oscar e arrecadou o total de US$ 1,120 bilhão, em todo o mundo. O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei (2003) Além de conquistar o Oscar de melhor filme, o desfecho da trilogia também levou 10 estatuetas para casa (diretor, direção de arte, figurino, edição, maquiagem, trilha sonora, canção original, roteiro adaptado, mixagem de som e efeitos especiais). E, como se não bastasse, o total de US$ 1,190 bilhão com as bilheterias. 007 – Skyfall (2012) Dirigido por Sam Mendes e com Daniel Craig como o agente secreto mais famoso da história dos cinemas, “Skyfall” foi o único filme da série que ultrapassou a marca do bilhão com as bilheterias mundiais (ao menos, até então. Afinal, em outubro chega aos cinemas 007 – Spectre. Vai que...). Enquanto isso, vale lembrar que “Skyfall” arrecadou US$ 1,100 bilhão. Transformers: A Era da Extinção (2014) Ainda com Michael Bay assinando a direção da série, o quarto título de “Transformers” ultrapassou US$ 1 bilhão e tirou o longa “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge” desta lista. É, quando o morcego sai, os Autobots e Decepticons fazem a festa.