Resultados do marcador: Levantamento
No ano passado, a estimativa era de 7,018 milhões, o que indica uma taxa de crescimento de 1,4% entre os anos de 2019 e 2020
Pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 12 de agosto. Margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos
Do total, mais de 91 mil já se encontram recuperados. Estado registra mais de 2.300 óbitos confirmados e outros 63 seguem sob investigação
Dentre os 14,8 milhões de trabalhadores afastados de seus postos durante a pandemia em junho, 7,1 milhões estavam sem remuneração
Recuperados representam 85% dos casos confirmados desde o início da pandemia na capital
Com novo método de pesquisa, relatório do Procon analisou 29 produtos em nove estabelecimentos de todas as regiões da capital
Pesquisa feita pelo IBGE aponta que pelo menos uma em cada dez pessoas apresentavam algum dos 12 sintomas associados à gripe
Segundo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, a partir de 30 de maio é que o salário do brasileiro já pertence à ele mesmo
Em nota, a Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás (Ahpaceg) informou que gastos com medicamentos subiu 70% durante crise de Covid-19, enquanto consumo de materiais de EPI cresceu 200%
Na contramão do mundo, resíduos de serviços de saúde diminuíram. Presidente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública teme que lixo esteja sendo descartado de maneira incorreta
Regiões Sudeste e Centro-Oeste são as que mais possuem imóveis alugados. Já no Norte e Nordeste estão maior parte das moradias quitadas
IPCA mostra que comer em casa ficou mais caro. Os preços do grupo alimentos e bebidas aceleraram de 0,11% em fevereiro para 1,13% em março
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Contribuição no crescimento do PIB em 2019 - foto: Eduardo Peret/Agência IBGE Notícias[/caption]
A inflação oficial do país desacelerou para 0,07% em março, depois de registrar alta de 0,25% em fevereiro, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quinta-feira, 9, pelo IBGE. Esse é o menor resultado para o mês de março desde o início do Plano Real, em julho de 1994. No ano, o indicador acumula alta de 0,53% e, nos últimos 12 meses, 3,30%.
Embora a maior deflação tenha sido registrada nos artigos de residência (-1,08%), a maior contribuição negativa (-0,18 p.p.), que puxou a inflação para baixo, foi do grupo dos transportes (-0,90%), com mais um recuo nos preços das passagens aéreas (-16,75%) e dos combustíveis (-1,88%). Todos os combustíveis caíram em março: etanol (-2,82%), óleo diesel (-2,55%), gasolina (-1,75%) e gás veicular (-0,78%).
Os preços das passagens aéreas já vinham em queda nos últimos meses. Por isso, ainda não é possível afirmar se o recuo deste mês tem relação com o coronavírus. “A variação de março reflete uma coleta de preços que foi feita em janeiro para quem ia viajar de avião no mês de março, portanto, não podemos afirmar se há relação com a pandemia. Parece que foi pela demanda mesmo”, disse o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.
Alimentação
O IPCA mostra ainda que comer em casa ficou mais caro. Os preços do grupo alimentos e bebidas aceleraram de 0,11% em fevereiro para 1,13% em março, principalmente por conta da alimentação no domicílio (1,40%). “Os números sugerem que as pessoas estão comprando mais para se alimentar em casa, o que indica que não estão saindo para comer”, comentou Kislanov. As maiores altas foram registradas nos preços da cenoura (20,39%), da cebola (20,31%), do tomate (15,74%), da batata-inglesa (8,16%), do ovo de galinha (4,67%). Já as carnes caíram (-0,30%) pelo terceiro mês consecutivo, embora o recuo nos preços tenha sido menos intenso na comparação com fevereiro (-3,53%). A maioria dos outros grupos que compõem o indicador também registraram alta, com destaque para educação (0,59%), que apresentou a segunda maior variação positiva, seguida da habitação (0,13%), vestuário (0,21%), saúde e cuidados pessoais (0,21%) e comunicação (0,04%). Despesas pessoais recuou 0,23%.IPCA em Goiânia (-0,74%) teve o menor valor da série histórica e o menor índice do país
Entre as 16 áreas pesquisadas pelo IBGE, quatro tiveram deflação em março. O menor índice ficou com Goiânia (-0,74%), por conta das quedas nos preços da energia elétrica (-6,67%) e da gasolina (-3,25%). Em seguida vem Porto Alegre (-0,32%), Brasília (-0,22%) e Belém (-0,16%). Já o maior resultado foi registrado no município de Campo Grande (0,56%), em função das altas no tomate (21,20%) e na gasolina (0,52%). Rio de Janeiro (0,46%), Aracaju (0,41%), São Luís (0,37%) e Recife (0,31%) também apresentaram as maiores taxas de inflação.INPC tem alta de 0,18% em março
O IBGE divulgou também o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), referente às famílias com rendimento de um a cinco salários mínimos. O indicador teve alta de 0,18% em março, acima do 0,17% registrado em fevereiro. No acumulado do ano, o INPC variou 0,54% e, nos últimos 12 meses, teve alta de 3,31%. Essa é primeira divulgação do IPCA e do INPC feita com preços coletados de forma remota. No último dia 18 de março, o IBGE suspendeu a coleta presencial nos locais de compra devido à pandemia do coronavírus. A partir dessa data, os preços passaram a ser coletados por outros meios, como pesquisas realizadas em sites de internet, por telefone ou por e-mail.
No levantamento, maioria das pessoas de todas as regiões se mostraram favoráveis às medidas de isolamento social, fechamento de escolas e comércios
Em avaliação anterior, com 1.511 entrevistados por todo país, Bolsonaro foi aprovado por 35% e reprovado por 33%
Este é o menor registro de católicos na série histórica da Datafolha. Religião tem perdido espaço para evangélicos e não religiosos


