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“Ficaríamos felizes se o Brasil reconhecesse Jerusalém como a capital de Israel”, diz embaixador

Yossi Shelley vê eventual decisão com bons olhos, mas ressalta que não faz parte de sua missão interferir em uma questão que, para ele, é interna

Tocantins se mostra na Feira de Turismo Holanda 2018

[caption id="attachment_114672" align="aligncenter" width="620"] Foto: Pedro Barbosa[/caption] A Feira de Turismo Holanda 2018, uma das principais do setor em todo o mundo, é acompanhada de perto pelo governador Marcelo Miranda (PMDB), pela primeira-dama e deputada federal Dulce Miranda (PMDB) e demais membros da comitiva tocantinense. Com 1.065 estandes, a feira apresenta 473 destinos turísticos de vários países. Segundo a organização do evento, 64% dos visitantes têm o intuito de saber mais sobre os destinos ainda desconhecidos. O Tocantins, de olho nesse público, tem um estande onde os atrativos turísticos do Estado serão apresentados aos operadores de turismo, empresas aéreas e a turistas individuais. Na quarta-feira, 10, a Va­kan­tie­beurs, a Feira de Turismo Holanda 2018, foi aberta ao público. Logo nas primeiras horas, vários visitantes passaram pelo estande do governo do Tocantins onde receberam informações sobre os principais atrativos turísticos do Estado. Marcelo Miranda recebeu alguns visitantes e avaliou como po­sitiva a participação do Estado na Feira, que figura entre as mais im­portantes da Europa no segmento e está em sua 48ª edição e espera contar com a participação de cerca de 115 mil visitantes. O governador comemorou a grande movimentação no estande e destacou a importância do turismo para o desenvolvimento econômico do Estado. “Dá uma satisfação muito grande de ver como as pessoas ficam curiosas e interessadas naquilo que a gente já conhece. A participação nessa feira nos deixa bastante seguros de investir nesse segmento.” A deputada Dulce Miranda ressaltou que a feira é uma vitrine pa­ra os roteiros turísticos do To­can­tins e do Brasil. “Eu acho que todo Estado, o país deveria estar aqui mos­trando seu potencial turístico, seu potencial de artesanato, mostrando para o mundo o que tem dentro do Brasil. O Tocantins certamente irá colher ótimos resultados dessa participação.” As belezas naturais do To­cantins, apresentadas no estande montado com o apoio da Câ­ma­ra de Comércio do Brasil na Ho­landa (Bradutch), têm chamado a atenção de turistas e operadores de tu­ris­mo daquele país. O guia de tu­ris­mo Eric Regouin, da Agência Agrorezein, foi atraído para o estande do Estado pelas fotos do Jalapão. Ele ficou fascinado com a beleza das dunas. “Infelizmente não conheço. Já visitei o Brasil, mas não tive oportunidade de chegar ao Tocantins ainda. É um Es­tado extremamente interessante e meu público pode sim se interessar em visitá-lo.”

Isenção de visto entre Brasil e Emirados Árabes já está em vigor

A expectativa é que a isenção amplie as viagens de turismo e negócios entre os dois países, principalmente para as cidades de Dubai e Abu Dhabi

Trump usa palavra de baixo calão para falar sobre países latinos e africanos

Presidente dos Estados Unidos chamou de "buracos de merda" El Salvador e Haiti e causou revolta em senadores

Forte terremoto atinge Honduras e Cuba, mas autoridades cancelam alerta de tsunami

Epicentro do tremor está a 10 quilômetros de profundidade, no mar entre a ilha de Cuba e as costas de Honduras e Belize

Cuba convoca eleições gerais para março

Processo culminará em abril com a eleição do sucessor do ditador

Ex-presidente do Egito é condenado a três anos de prisão por ofender juízes

Mohammed Mursi está sendo julgado desde sua deposição em um golpe de estado militar em junho de 2013

Sebastián Piñera vence eleições no Chile e promete “ser presidente de todos”

Candidato de centro-direita venceu no segundo turno contra o nome governista, o senador Alejandro Guillier, e assume a presidência em março

Demora em associar ruído a submarino que explodiu causa polêmica na Argentina

Familiares acusam governo de terem escondido a informação. Buscas continuam, apesar de poucas chances de encontrarem sobreviventes

Segundo turno das eleições no Chile, em dezembro, será entre Piñera e Guillier

Segundo turno entre o ex-presidente de centro-direita e o candidato da presidente Michele Bachelet será no dia 19 de dezembro [caption id="attachment_110370" align="alignleft" width="620"] Sebastián Piñera e Alejandro Guiller disputam o 2º turno no Chile | Fotos: Divulgação / Facebook[/caption] O empresário Sebastián Piñera, de centro-direita, teve mais votos no primeiro turno das eleições presidenciais do Chile, mas terá que disputar o segundo turno, no dia 19 de dezembro, com o senador socialista Alejandro Guillier, candidato da presidente Michelle Bachelet. O desafio para ambos será conseguir, em um mês, o apoio dos eleitores dos outros seis candidatos que ficaram fora da corrida. Piñera, de 67 anos, foi presidente do Chile de 2010 a 2014 e esperava assegurar seu segundo mandato na eleição do último domingo (19/11) com a metade mais um dos votos. Ele obteve 37% - menos que os 45% previstos por algumas pesquisas de opinião. Guillier, que promete aprofundar as reformas e conquistas sociais de Bachelet, ficou em segundo lugar com 23% dos votos. Mas a grande surpresa foi o bom desempenho da terceira colocada, Beatriz Sanchez. Candidata da coligação de partidos esquerdistas, formada recentemente, ela obteve 20% dos votos, quase empatando com Guillier. No discurso de agradecimento Piñera fez um chamado aos eleitores, apelando à desilusão dos simpatizantes da coligação de centro-esquerda, que desde o fim da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990) elegeu todos os governos, com exceção de um: o do próprio Piñera. Este ano foi o primeiro, em 27 anos de democracia, em que a frente enfrentou uma eleição dividida. Piñera comparou os resultados desse domingo aos de 2009, quando obteve 44% no primeiro turno e saiu vitorioso no segundo. Ele se posicionou como o candidato da mudança, que vai tirar o Chile da “estagnação” econômica dos últimos anos. A popularidade de Bachelet foi afetada pela queda do preço do petróleo, principal produto de exportação chileno. Ela termina seu segundo mandato em março, tendo promovido reformas tributária e educativa, cobrando mais impostos das grandes empresas e ampliando o acesso dos estudantes chilenos à educação universitária gratuita. Apesar das políticas para reduzir a desigualdade, o governo dela foi marcado pela desaceleração da economia. O primeiro passo de Piñera foi garantir os votos de José Antonio Kast – o único candidato que, além dele, representa a direita. Kast, que defende os valores da "familia militar", ficou em quarto lugar, com 8% dos votos. Uma hora depois de anunciados os resultados, os dois se reuniram e Kast prometeu apoio incondicional a Piñera. Mas a aprovação de Kast pode afugentar muitos eleitores centristas. Na campanha, ele disse que o ditador Augusto Pinochet, (considerado responsável pela morte de 3 mil pessoas) foi um dos “melhores governantes chilenos” e que, se estivesse vivo, teria votado com ele. Apesar de a maioria dos candidatos ser de centro-esquerda, seus eleitores não necessariamente apoiarão Guillier. Na campanha, Beatriz Sanchez, que lidera a antiga coalizão de centro-esquerda, se diferenciou do candidato de Bachelet, por considerar as reformas do governo insuficientes. No domingo, ela evitou apoiar o segundo colocado, mas criticou as pesquisas de opinião, que só lhe davam 14%, sugerindo que se tivessem refletido seu verdadeiro desempenho, poderia ter chegado ao segundo turno. Ontem, também foram eleitos 155 deputados e 23 senadores. Chile Vamos, a coligação que apoia Piñera, e a recém-criada Frente Ampla, de Beatriz Sanchez, foram os que mais aumentaram a participação no Congresso. Segundo os analistas políticos, é difícil prever os resultados do segundo turno – especialmente porque as pesquisas de opinião falharam e os votos dos “indecisos” supreenderam.

Chilenos escolhem novo presidente em meio a divisão em coalizão de Bachelet

Ex-presidente Sebástian Piñera é favorito nas pesquisas de opinião. Também serão eleitos hoje 155 deputados e 23 senadores [caption id="attachment_110348" align="alignleft" width="620"] O ex-presidente Sebastián Piñera, candidato de centro-direita à presidência do Chile, é o favorito, devido a uma divisão na base do governo de Michelle Bachele | Foto: Divulgação / Facebook[/caption] O Chile realiza neste domingo (19/11) a sétima eleição presidencial desde o retorno da democracia, em 1990, e a primeira em que a coalização de centro-esquerda – que elegeu a presidente Michelle Bachelet – enfrenta dividida. A fragmentação favoreceu o empresário bilionário, Sebastián Piñera, de centro-direita, que governou o pais de 2010 a 2014. Dos oito candidatos à sucessão, ele é o favorito nas pesquisas de opinião. Na ultima pesquisa publicada pelo do instituto Cadem, Piñera teria 45% da intenção de voto – o dobro dos 23% obtidos pelo segundo colocado, o senador Alejandro Guillier, candidato de Bachelet. Além de Guillier, três outros candidatos representam a antiga coalizão de centro-esquerda Concertación (que em português significa pacto), que foi rebatizada de Nova Maioria em 2013. Desde o fim da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), ela elegeu todos os governos, com exceção de um: o do próprio Piñera. A terceira colocada nas pesquisas de opinião é a jornalista Beatriz Sanchez, com 14% das intenções de voto. Não fosse o racha, ela estaria na mesma coligação de centro-esquerda que Guillier. Mas a queda na popularidade de Bachelet contribuiu para a divisão. Bachelet, que concluiu seu primeiro mandato em 2010 com um índice de aprovação de 80%, deixará o governo em março e conta atualmente com 32% de popularidade. Uma das razões foi o desempenho da economia, que foi afetada pela queda do preço do cobre, principal produto de exportação chileno. A presidente – que foi eleita pela revista Forbes como a quarta mulher mais poderosa do mundo – legalizou o casamento gay (num pais onde ser homossexual era crime até 1999) e o aborto (em casos de estupro, risco de morte da mãe e inviabilidade do feto). Ela promoveu uma reforma educativa, para ampliar o acesso gratuito a colégios e universidades, e uma reforma tributária, que aumentou os impostos as grandes empresas. Segundo o sociólogo Eugenio Guzmán, a classe média chilena tinha grandes expectativas em relação às promessas feitas por Bachelet. E muito do que fez ainda não surtiu efeito. Já o impacto da desaceleração da economia foi imediato. Durante o governo da presidente, o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas em um país) cresceu em média 2% - metade do que crescia no governo anterior, de Sebastian Piñera, quando o preço do cobre era alto. Escândalos de corrupção envolvendo vários partidos – e também o filho e a nora de Bachelet – contribuíram para a desilusão dos chilenos com seus políticos. Segundo uma pesquisa do Centro de Estudos Políticos (CEP), 60% dos chilenos não se identificam com os partidos políticos existentes. E como o voto deixou de ser obrigatório em 2012, espera-se um alto índice de abstenção no domingo. A campanha eleitoral mobilizou pouco – até porque, depois dos escândalos, foi aprovada uma lei de transparência, proposta por Bachelet, limitando o financiamento dos candidatos. Segundo o candidato Guillier, um alto índice de abstenção favorecera seu rival, Piñera. Ele pediu aos 14,3 milhões de eleitores chilenos que saiam de casa, no domingo (19) para votar. Para ser eleito no primeiro turno, Piñera precisa obter metade mais um dos votos. Segundo o analista politico Patrício Navia, o desafio dos candidatos de centro-esquerda vai ser o de se unirem em um eventual segundo turno, em 17 de dezembro. Também serão eleitos hoje 155 deputados e 23 senadores.

Brasileira é morta por engano pela polícia portuguesa

Veículo em que estava a mulher foi confundido com carro que fugia dos agentes após um assalto a um caixa automático

Aliança de Macri vence eleições parlamentares na Argentina

Cristina Kirchner foi eleita senadora, mas coalizão do presidente teve mais votos nas cinco principais províncias

Governo Espanhol assume controle da Catalunha e convoca eleição regional

O Conselho de Ministro da Espanha se reuniu neste sábado (21/10) para definir as medidas que ainda precisam ser aprovadas no Senado