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História
Oppeinheimer: conheça a história da descoberta, cientistas e funcionamento da bomba atômica

Reação em cadeia da ciência garantiu a corrida para produção da bomba atômica

Equatorial Energia substituiu a Enel na distribuição de energia elétrica em Goiás | Foto: Reprodução
Abertura do mercado livre de energia pode beneficiar famílias de baixa renda no Brasil

Pesquisa aponta que 79% dos brasileiros desejam a portabilidade da conta de luz e estudo indica economia significativa com mercado livre

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Trabalho
Sindicato diz que Equatorial Goiás promove demissões em série e prepara ato contra a empresa

Já a companhia aponta que atua "em conformidade com a legislação trabalhistas e regras pactuadas em acordos coletivos"

Negócios na área de energia podem chegar a R$ 30 bi

A volatilidade nos mercados financeiros desde o início do ano, a crisedos bancos nos EUA e, mais recentemente, a do suíço Credit Suisse não afetaram os planos de fusões e aquisições no setor de energia no Brasil.

Com vários ativos à venda, as operações poderão movimentar entre R$ 25 bilhões e R$ 30 bilhões nos próximos meses, principalmente nas áreas de geração e distribuição. Há pelo menos sete negócios importantes que podem trocar de mãos ou receber aporte de novos investidores.

A gestora canadense Brookfield anunciou que vai se desfazer de parte de seus ati vos de renováveis, agrupados na Elera. A Enel também pôs à venda a Coelce, uma transação que pode girar entre R$ 6 bilhões e R$ 8bilhões (sem incluir dívida).

Outra que busca negociar parte de seus ativos é a Neoenergia, da espanhola Iberdrola, que contratou bancos para buscar um investidor para o negócio de transmissão. Segundo fontes, a operação de M&A envolveria mais de R$ 2 bilhões. A Eneva também procura sócio, estratégico ou financeiro, para sua plataforma de ativos de energia renovável.

Equatorial Energia substituiu a Enel na distribuição de energia elétrica em Goiás | Foto: Reprodução
Termelétrica em Anápolis recebe milhões mesmo sem fornecer energia há cinco anos

Empresa alega que recursos não eram suficientes para a operação

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Venda da Enel não terá reajuste de tarifa extraordinária para energia, informa AGR

Plano de transferência aprovado pela Aneel regula a prestação de serviços em Goiás; Equatorial passa a operar em 1º de janeiro

Venda da Enel para Equatorial Energia é aprovada pela Aneel

Expectativa é que nova empresa comece a fornecer energia para Goiás a partir de 2023

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Aneel deve aprovar venda da Enel para Equatorial Energia na terça-feira

Nova companhia já pode assumir em 1º de janeiro; presidente da agência sinalizou ao governador Ronaldo Caiado parecer favorável

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Câmara dos Deputados avança para sustar decisão da Aneel que encarece energia elétrica

Em regime de urgência, o projeto deve ser votado no plenário na semana que vem; parlamentar cita que custos altos prejudicam Norte e Nordeste

“É uma empresa que não tem capacidade ou compromisso com a sociedade”, afirma Elias Vaz sobre Enel

Deputado reagiu a posicionamento de diretor em audiência pública na Câmara e fez críticas ao serviço prestado no fornecimento de energia em Goiás

Chuva na área das hidrelétricas do sudeste e centro-oeste deve seguir abaixo da média em janeiro

Após terem marcado piores índices do histórico em novembro e dezembro, precipitações nas duas regiões devem ficar entre 78% e 87% da média no primeiro mês de 2021

Sistema de autoleitura da Enel já está disponível em Goiás

Leitura do medidor pode ser informada à Enel pelo site ou aplicativo. Saiba como utilizar o serviço

Enel Goiás fica entre as oito piores concessionárias do Brasil

Índice de satisfação do consumidor mostra que empresa caiu na conceito dos goianos em relação a 2018

Enel Américas diz não ter interesse em vender a concessão de fornecimento em Goiás

Concessionária diz ter atingido metas estabelecidas pela Aneel, melhorado atendimentos e prevê novos investimentos

“Espero que a Enel tenha sensibilidade de ver que o momento dela passou”, diz secretário 

Adriano Rocha Lima avalia que não há dificuldade jurídica para transferência de ativo para outra empresa gerir distribuição de energia [caption id="attachment_210004" align="alignnone" width="300"] Adriano Rocha Lima, secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação[/caption] O secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Adriano Rocha Lima, avalia que não há dificuldade jurídica para transferência de ativo para outra empresa gerir distribuição de energia elétrica em Goiás. De acordo com ele, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que regula o setor, já se manifestou a favor deste tipo de operação. Adriano diz ainda que a propria Enel já realizou procedimentos parecidos em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Ceará e que basta as empresas se mostrarem interessadas. "Espero que a Enel tenha sensibilidade de ver que o momento dela passou. Ela não conseguiu atender o cidadão. O Estado não pode mais conviver com isso. Deixe que outro assuma com mais responsabilidade e persistência para resolver o problema de energia", aponta. Ele afirma ainda que a empresa já fez dois acordos de melhoria do serviço, mas que apresentou, a partir de então, piora na qualidade. "Não dá mais para ter um nível de qualidade, com cidades com dias de interrupção. Deixe que outro assuma com mais responsabilidade e persistência para resolver o problema de energia".