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Brics x Trump
Brasil lidera Brics em mensagem de união diante de ameaças de Trump

Embate entre Brics e Estados Unidos se intensifica com ameaça de tarifas de 100% por Trump

Relações internacionais
Parceria comercial entre Goiás e Indonésia ganha força com entrada do País no BRICS, cônsul fala sobre relação

A integração da maior economia do Sudeste Asiático ao bloco reforça sua relevância global, cria pontes para parcerias estratégicas e reduz barreiras comerciais

Empréstimo
Leandro Vilela consegue articular votação e empréstimo de US$ 120 para Aparecida é aprovado

Contrato com Banco dos Brics será assinado no primeiro semestre de 2025

Economia
Putin exibe cédula simbólica do BRICS; Trump reage a criação de moeda comum do bloco

A nota traz bandeira dos cinco primeiros integrantes do bloco: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul

Nova guerra
Kremlin contesta Trump e sugere que sua estratégia de taxar os BRICS em 100% pode falhar

Peskov alerta que as ameaças de tarifas comerciais contra o BRICS podem acelerar a diminuição do papel do dólar no comércio global

Economia
Trump ameaça Brics com tarifas de 100% se bloco tentar substituir o dólar

Declarações foram feitas em sua conta na rede social X e ele garantiu que países membros poderiam dizer adeus ao comércio com os EUA

Faltou Dizer
As incoerências de discurso durante a cúpula do Brics

Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou por videoconferência da Cúpula do Brics com discurso em tom mais “moderado”, ao criticar a resposta militar de Israel contra o Hamas e o Hezbollah, destacando a importância de iniciar as negociações de paz, o chanceler Mauro Vieira, que está representando o Brasil na cúpula in loco, foi enfático, ao classificar a guerra como “punição coletiva” aos palestinos

Lula e Dilma criticam fluxo financeiro desigual entre países ricos e emergentes | Foto: Ricardo Stuckert
Inclusão Econômica
Lula e Dilma defendem moeda comum para transações entre países do Brics

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em discurso por videoconferência na cúpula dos Brics em Kazan, Rússia, nesta quarta-feira, 23, voltou a defender a criação de uma “moeda comum” para transações comerciais entre os países do bloco. Lula destacou que o objetivo não é substituir as moedas nacionais, mas criar meios de pagamento alternativos que reflitam uma nova ordem financeira multipolar. O presidente participaria presencialmente do evento, mas cancelou a viagem após sofrer um sofrer uma queda e bater a nuca, onde precisou levar cinco pontos.

Durante seu discurso, Lula sublinhou a necessidade de mudanças estruturais no sistema financeiro global, argumentando que é preciso avançar na construção de mecanismos que garantam maior independência econômica para os países emergentes. “Agora é chegada a hora de avançar na criação de meios de pagamento alternativos para transações entre nossos países”, afirmou. Para ele, essa mudança seria fundamental para fortalecer a multipolaridade que o Brics defende no cenário mundial.

O papel de Dilma Rousseff no Novo Banco de Desenvolvimento (NDB)

Lula aproveitou seu discurso para elogiar a atuação de Dilma Rousseff à frente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como o Banco dos Brics. Ele destacou o papel da ex-presidente na expansão das linhas de crédito da instituição, que já financia quase 100 projetos, totalizando US$ 33 bilhões. Segundo Lula, o NDB é essencial para a infraestrutura necessária ao desenvolvimento das economias emergentes do grupo.

Dilma Rousseff também participou da cúpula e criticou o uso do dólar como moeda dominante no comércio internacional. Em seu discurso, ela acusou os Estados Unidos de utilizarem a moeda como uma ferramenta política, aplicando sanções que isolam empresas do Sul Global e favorecem a competitividade das companhias americanas. De acordo com Dilma, é urgente que o Brics desenvolva instrumentos financeiros que não dependam da moeda americana.

Segundo Dilma, a ordem mundial deve ser refletida também no sistema financeiro e não se pode deixar que a economia continue financiando o mundo desenvolvido de forma desequilibrada. Seu posicionamento reforçou o discurso de Lula, que apontou o fluxo financeiro desigual entre países ricos e emergentes, comparando-o a um "Plano Marshall às avessas".

O desafio da moeda comum

A proposta de uma moeda comum entre os países do Brics não é nova. Desde agosto do ano passado, os líderes do bloco discutem a possibilidade de criar um meio de pagamento unificado para facilitar o comércio entre seus membros e reduzir a dependência do dólar. Entretanto, até o momento, o debate não resultou em uma definição concreta. Lula, no entanto, reforçou que a discussão precisa avançar, especialmente diante das dificuldades econômicas que muitos dos países membros enfrentam no cenário global.

Expansão do Brics: novos membros reforçam o bloco

Outro ponto central da cúpula foi a aprovação do convite de 13 novos países ao Brics. Entre os possíveis novos integrantes estão Turquia, Indonésia, Argélia, Belarus, Cuba, Bolívia, Malásia, Uzbequistão, Cazaquistão, Tailândia, Vietnã, Nigéria e Uganda.

A presidência russa, que este ano tem a responsabilidade de coordenar o bloco, ficará responsável por convidar esses novos membros. Para Dilma Rousseff, essa expansão é uma das principais prioridades do NDB, que se posiciona como uma plataforma de cooperação entre os países do Sul Global. Ela afirma que a ampliação do grupo trará ainda mais relevância ao Brics no cenário internacional, fortalecendo sua capacidade de enfrentar desafios comuns, como a desigualdade financeira e o desenvolvimento sustentável.

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