Resultados do marcador: Brasil

Encontramos 2694 resultados
Cultura
BaianaSystem lança “O Mundo dá voltas”, novo álbum com participações vibrantes

A BaianaSystem acaba de lançar O Mundo Dá Voltas, seu quinto álbum de estúdio, consolidando ainda mais a sua identidade musical que mescla elementos da cultura africana, caribenha e lusófona com as raízes soteropolitanas. O disco, que chegou ao público em 16 de janeiro, foi produzido por Daniel Ganjaman e tem a direção musical do vocalista Russo Passapusso.

Durante os últimos três anos de trabalho, a banda mergulhou em questões sociais e culturais que envolvem os povos negros e indígenas do Brasil, do Caribe e da diáspora africana, sem perder sua conexão com Salvador, sua cidade natal, e o som pulsante que a define.

O álbum se destaca por uma sonoridade mais lenta em algumas faixas, mas sempre com a energia vibrante que caracteriza a BaianaSystem. A faixa de abertura, Batukerê, mistura samba e ijexá, reverberando a ancestralidade afro-brasileira, e traz as participações de Dino D'Santiago e Kalaf Epalanga.

Este é o ponto de partida para um álbum coeso, onde a banda segue explorando ritmos e melodias do Brasil e de outros países com uma forte carga de reflexão sobre a identidade e as dificuldades enfrentadas pelos povos marginalizados. A letra de Porta-retrato da família brasileira, por exemplo, faz referência ao termo Améfrica Ladina, que remete à luta diária pela sobrevivência, destacando a realidade de um povo que constantemente remonta a sua história por meio da resistência e da busca por melhores condições de vida.

Em termos de participações especiais, O Mundo Dá Voltas é um verdadeiro mosaico de colaborações. Em A Laje, a BaianaSystem se une ao rapper Emicida e à jovem Melly, trazendo um mix de rap e música popular brasileira, com uma forte pegada de protesto social.

Com "O Mundo Dá Voltas", a BaianaSystem apresenta seu novo álbum, produzido por Daniel Ganjaman e repleto de faixas inéditas | Foto: Bob Wolfenson / Divulgação

A parceria com Emicida, que é um dos maiores nomes do rap brasileiro, dialoga com o conteúdo político do álbum, enquanto Melly, revelação baiana, acrescenta seu talento vocal, trazendo uma energia renovadora ao som da banda. Já em Magnata, a BaianaSystem se aprofunda no raggamuffin’, com participação do rapper Vandal, outro talento soteropolitano que imprime sua identidade na música.

A presença de Gilberto Gil e Lourimbau em Pote D’Água é uma homenagem à força da terra e à cultura baiana, unindo a sabedoria de Gil com a ancestralidade do berimbau tocado por Lourimbau. A música traz uma aura de celebração das raízes culturais de Salvador, fazendo o disco transitar entre a modernidade e a tradição.

Outro momento marcante é a colaboração com Anitta em Balacobaco, uma faixa com uma sonoridade pulsante e uma pegada mais eletrônica, que também conta com a atriz Alice Carvalho. Este encontro entre a BaianaSystem e Anitta, uma das artistas mais relevantes da música pop brasileira, mostra a versatilidade da banda em integrar diferentes estilos e artistas ao seu universo sonoro.

O álbum também se aprofunda na musicalidade amazônica com a faixa instrumental Palheiro, criada pelo guitarrista paraense Manoel Cordeiro em parceria com o guitarrista da BaianaSystem, Roberto Barreto. Esta faixa instrumental traz uma reflexão sobre a diversidade musical do Brasil, ampliando o horizonte sonoro da banda e evidenciando a riqueza cultural da região Norte do país.

Por fim, o álbum se encerra com Ogun Nilê, uma oração que dialoga com a ancestralidade e a fé de Salvador, tema recorrente na obra da BaianaSystem. A faixa também faz referência a orixás e à religiosidade afro-brasileira, destacando a força espiritual presente na cidade e no imaginário coletivo da população baiana. O trabalho finaliza o álbum de forma intensa, com uma conexão profunda com a terra, a cultura e a identidade da BaianaSystem.

Com O Mundo Dá Voltas, a BaianaSystem reafirma seu compromisso com a música como uma ferramenta de reflexão social e de celebração das culturas afro-brasileira, caribenha e africana, ao mesmo tempo em que se conecta com novas sonoridades e colaborações. O álbum não só mantém a essência da banda, como também expande seu alcance e diálogo com diferentes estilos e realidades, trazendo para o público uma obra rica, diversa e cheia de potência.

Leia também Mamonas Assassinas, o legado lança “Olodum, Olodois” em homenagem a Dinho;

BaianaSystem encanta 7,5 mil pessoas na sua primeira passagem pela capital;

Cinema
Revista coloca “Ainda Estou Aqui” como uma das maiores apostas para o Oscar 2025 com três indicações

O filme brasileiro aparece nas categorias Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Filme Internacional, segundo a Variety.

Resultados
Resultados de concurso dos Correios serão divulgados nesta sexta-feira, 17

Salários do concurso dos Correios variam de R$ 2.429 a R$ 10.302 para diferentes cargos

Faltou Dizer
Nikolas Ferreira e PIX: circo político que gera pânico e desinformação

Figuras públicas têm a responsabilidade de agir com ética, evitando que a polarização política prejudique conquistas que beneficiam a população

Investigação
Polícia militar prende policial suspeito de matar delator do PCC em aeroporto

Corregedoria da Polícia Militar prende policial ativo acusado de homicídio de Antônio Vinícius Gritzbach

Judiciário em debate
Encontro Nacional dos Presidentes dos Tribunais de Justiça acontece em Rio Quente

Ministro Luís Roberto Barroso e demais autoridades participam do CONSEPRE

economia
Lula sanciona primeira lei que regulamenta Reforma Tributária

Governo realizará avaliações quinquenais para monitorar e ajustar as regras da reforma tributária

Econimia
Rombo das contas públicas do Governo Federal cai 42% e acumula R$ 66,8 bi até novembro

Em comparação com o mesmo mês de 2023, houve uma redução de 88% no rombo das contas federais

Nova redação
Governo apresenta texto revisado da PEC da Segurança Pública após crítica de governadores

Na nova redação, Lewandowski inclui a preocupação dos governadores quanto à perda de autonomia das forças de segurança pública dos Estados

marconi-perillo-tucano-senado-governo
Articulação
PSDB confirma fusão e tem Eduardo Leite no páreo para as eleições presidenciais em 2026

O ex-governador diz que o partido busca siglas com a "mesma visão ideológica" e o "mesmo plano de Brasil do futuro"

Economia
Haddad diz que Lula deve vetar ‘pontos técnicos’ da reforma tributária

Lula deve sancionar a proposta ainda nesta semana

Bloqueio
Emendas suspensas por Dino iam para drones, lancha, campos de futebol e asfalto

Segundo Dino, o empenho das emendas não obedecia critérios de transparência

Fim da checagem
Meta responde AGU e diz estar comprometida com transparência, direitos humanos e liberdade de expressão

A resposta é um argumento da empresa após notificação do governo brasileiro

Território
Imagens inéditas mostram tribo indígena isolada em Rondônia; veja

Imagens inéditas dei vulgas pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) mostram uma tribo isolada no interior de Rondônia. O povo vive na Terra Indígena Massaco, localizada entre as cidades de Alta Flores do Oeste e São Francisco do Guaporé, em Rondônia.

As imagens foram registradas durante expedição da Funai na região feita no início de 2024. As gravações mostram nove indígenas interagindo com objetos deixados pela equipe da Funai. A etnia do grupo é desconhecida.

A terra indígena foi demarcada pelo Decreto de 11 de dezembro de 1998 e tem área de mais de 400 mil hectares, sendo que a maior parte estão sobrepostas à Reserva Biológica do Guaporé (REBIO Guaporé).

Antes de serem registrados nas imagens, o grupo deixa vestígios como armadilhas, abrigos temporários, pontos de coleta de mel e alimentos. De acordo com os agentes da Funai, a aproximação pode estar relacionada à necessidade de buscar recursos para sobrevivência.

Segundo a Fundação, a presença do grupo naquelas terras reforça a necessidade de proteção territorial. As atividades de monitoramento também confirmam a presença de grupos isolados na Terra Indígena Kawahiva do Rio Pardo, em Mato Grosso.

Veja as imagens divulgadas pela Funai

Leia também

Goiás é o estado com mais indígenas em área urbana do país, diz IBGE; chefe da Funai explica

Transação
Receita Federal esclarece que pequenos comerciantes não são alvo da nova fiscalização do PIX

A Receita Federal garantiu que o novo modelo de fiscalização de movimentações financeiras, que agora inclui dados do PIX, não tem o objetivo de autuar pequenos empresários. O foco principal será em grandes operações financeiras e empresas de maior porte.

Desde o início do ano, a Receita ampliou a coleta de dados financeiros, passando a receber informações de operadoras de cartão de crédito, carteiras digitais e instituições de pagamento, como as que oferecem "maquininhas" de cartão.

Robinson Barreirinhas, secretário da Receita Federal, destacou que a nova abordagem visa priorizar a automatização de processos para orientar os pequenos contribuintes na regularização de suas atividades, como a formalização por meio do MEI.

"É exatamente o contrário, a gente não tem nem condição de fiscalizar dezenas de milhões de pessoas que movimentam valores baixos. A gente quer é automatizar isso para poder melhor orientar esse tipo de contribuinte a se regularizar, por exemplo. Se a pessoa não tem uma empresa aberta, ela pode abrir um MEI, alguma coisa assim. Mas não tem nem sentido a Receita Federal ir para a fiscalização repressiva nesses casos", disse o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas.

A Receita Federal utilizará cruzamento de dados para identificar possíveis inconsistências. Por exemplo, situações em que os gastos declarados superam a renda declarada em períodos prolongados podem gerar atenção, mas não levam, automaticamente, a uma notificação.

Barreirinhas reforçou que, mesmo em casos de inconsistências, há etapas para esclarecimento antes de qualquer medida. As novas diretrizes incluem informações sobre movimentações financeiras acima de:

  • R$ 5 mil para pessoas físicas;
  • R$ 15 mil para empresas.

Os dados abrangem transações via PIX, carteiras digitais, maquininhas e pagamentos por aproximação. Vale ressaltar que a Receita já recebia informações similares de bancos tradicionais antes da mudança. O secretário aproveitou para desmentir rumores sobre possíveis taxas nas transferências via PIX.

Leia também: