Vereador diz que gestão Roberto Naves está resgatando autoestima de Anápolis

Jakson Charles, do PSB, subiu à tribuna para fazer balanço dos 100 primeiros dias do novo prefeito 

Líder do governo discursa na Câmara | Foto: reprodução

O vereador Jakson Charles (PSB) subiu à tribuna da Câmara Municipal de Anápolis, na manhã desta segunda-feira (10/4), para fazer um balanço dos 100 primeiros dias de gestão do prefeito Roberto Naves (PTB).

“Uma agenda positiva falar do resgate da autoestima do povo anapolino, retomamos o equilíbrio financeiro da administração e nada poderia avançar se não houvesse ações planejadas”, elogiou.

Líder do governo na Casa, o vereador enumerou outros pontos que considera importantes neste início de gestão e afirmou que esse conjunto de ações “mostra o caminho a ser seguido e o tamanho da responsabilidade assumida pelo prefeito”.

“A retomada das obras de mobilidade urbana, sobretudo os viadutos; obras em escolas, como a reforma da unidade da Lapa; e de mudanças no organograma da prefeitura que geraram economia de R$ 10 milhões. A revisão de contratos com a empresa do lixo, que gerou economia mensal de R$ 1 milhão”, completou.

O vereador disse ainda que o prefeito retomará o pagamento de gratificações depois de uma revisão completa, garantindo o benefício apenas àqueles que o merecem, provado através do trabalho.

“Teve ainda o pagamento de R$ 16 milhões de compromissos assumidos pela administração anterior e que não tinham sido quitados”, prosseguiu Jakson Charles. De acordo com ele, serviços como o tapa buracos e a iluminação pública precisam melhorar, mas isso só poderá acontecer a partir de agora, com a organização da gestão.

“É preciso que saibam o porquê esses trabalhos ainda não acontecerem. Era preciso organizar licitações. Há cinco meses não se trocava lâmpada na cidade porque não tinha estoque. Outra coisa, a prefeitura estava impedida de adquirir medicamentos, pois não pagava o fornecedor”.

Para Jakson, a maior ação dos 100 dias não é uma obra, mas a retomada da gestão do poder público. “Não iríamos a lugar algum se o primeiro passo não fosse esse”, concluiu.

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