Terror a bordo: o dia em que uma tragédia foi evitada
30 setembro 2026 às 19h04

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O ataque violento na cabine de comando do voo FZ 1073 Flydubai durante o voo que ia de Dubai para Tel aviv, na manhã de quarta-feira, 30, por pouco não terminou em tragédia. O copiloto de origem Omani esfaqueou o capitão diversas vezes e começou a destruir os controles da aeronave enquanto gritava “Alá Uákbar” ou “Alá é grande”, expressão religiosa da língua árabe usada por todos os terroristas muçulmanos quando cometem atentados.
Durante o confronto entre o piloto e o copiloto terrorista, o avião despencou num mergulho de 4 mil metros de altitude em apenas alguns segundos, até que um passageiro israelense e membros da tripulação conseguiram entrar na cabine e conter o copiloto.

A aeronave estava lotada com 180 passageiros a bordo, 27 crianças, entre eles havia um piloto israelense que conseguiu estabilizar o avião e realizar um pouso de emergência em Taruk, no sudoeste da Arábia Saudita.
Fotos que estão circulando online após o pouso mostram danos estruturais no estabilizador vertical, gerando questões urgentes em todo mundo da aviação sobre como a aeronave não se desintegrou no ar durante a queda.
De acordo com telemetria da Flightradar24 (serviço global de rastreamento de voos), o jato bimotor partiu de Dubai às 6h05 da manhã, estabelecendo uma altitude padrão de cruzeiro de 34 mil pés ou 10.363 metros de altitude. A descida brusca teve início às 08h21 da manhã, seguida por um apagão de telemetria der 18 segundos ameaçador, precedendo uma perda impressionante de 14 mil pés ou 4.359 segundos em apenas 33 segundos. Em seguida, logo que os controles na cabine de comando foram retomados ela subiu até 21.700 pés ou 6.614 metros antes de estabilizar por completo, mantendo altitude correta até o pouso de emergência realizado em Tabuk, na Arábia Saudita.

A mecânica com falha estrutural numa aeronave tão rápida como a que ocorreu no voo da Flydubai é algo grave que compromete o avião porque compromete os parâmetros operacionais certificados causando empenagem nas asas e na cauda. A aeronave só não desintegrou devido às habilidades excepcionais aéreas de Dan Bracha, um piloto veterano de caças F-16 da Força Aérea Israelense que estava a bordo e conseguiu retomar os controles parcialmente destruídos pelo copiloto e guiar e pousar o avião avariado.
Após horas de incerteza e agonia, o voo FZ 1073 da Flydubai pousou em segurança no Aeroporto Ben- Gurion em Tel Aviv, com todos os passageiros salvos. Dos 180 passageiros a bordo, 100 eram israelenses. As autoridades de Israel, indianas e dos Emirados Árabes consideram que houve um ataque terrorista a bordo voo da Flydubai.


