Temer diz que há dívida de mais de R$ 200 milhões com a Cultura e alfineta críticos

Presidente interino — que havia extinto o MinC, mas voltou atrás após protestos — deu posse ao novo ministro da pasta, Marcelo Carelo, na tarde desta terça (24/5)

Ministro da Cultura é empossado por Temer. Ao fundo, José Sarney e o ministro Eliseu Padilha | Foto: Beto Barata/PR

Ministro da Cultura é empossado por Temer. Ao fundo, José Sarney e o ministro Eliseu Padilha | Foto: Beto Barata/PR

O presidente interino Michel Temer (PMDB) alfinetou movimentos sociais e artistas que manifestaram repúdio à decisão do governo provisório de extinguir o Ministério da Cultura. Mesmo tendo sido obrigado a voltar atrás da decisão, o peemedebista não perdeu a oportunidade de rebater os críticos.

Durante a posse do ministro Marcelo Carelo, peemedebista do Rio de Janeiro, Temer “lamentou” o fato de que há uma dívida de mais de R$ 200 milhões com beneficiários de programas do MinC e que, mesmo assim, os movimentos não tenham protestado contra isso.

“É um momento importantíssimo para nosso governo, estou felicíssimo. Mas, tenho que dizer que há um débito de mais de 200 milhões de reais, que nós vamos quitar em parcelas ainda neste ano, mas não vi ninguém reclamando disso. Lamento que movimentos não tenho dito isso. Quer dizer, uma pessoa venceu algum prêmio e até hoje não recebeu o valor”, disse.

Ainda em seu discurso, o presidente interino reafirmou que a cultura “não é de partido nenhum” e que dando uma posse “particular, especial e individualizada” a Marcelo Carelo, estava homenageando a cultura brasileira.

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