Justiça mantém prisão de trio por morte de jovem lançada sem corda em rope jump em SP
14 junho 2026 às 12h58

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A Justiça de São Paulo converteu em preventiva a prisão em flagrante dos três homens suspeitos de homicídio com dolo eventual após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos. A decisão foi neste domingo, 14, após passar por audiência de custódia.
A jovem foi lançada sem o equipamento de segurança durante um salto de rope jumop, na manhã deste sábado, 13, na Ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre Limeira e Cordeirópolis
Os presos são Luís Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, Vitor de Freitas Gonçalves, de 27, e Maicon Fernandes Cintra, de 42. A defesa deles ainda não se manifestou.

Nas gravações, os homens que aparecem empurrando a jovem usavam camisetas das marcas “Entre Cordas” e “IhVoei”. Segundo as investigações, os nomes são de grupos informais de praticantes e não há empresas oficiais por trás da operação.
Eles eram um grupo de praticantes do esporte que se conheceram e, há cerca de um nno, passaram a promover eventos em vários destinos.
O advogado dos homens disse, anteriormente, que os três clientes são apaixonados pelo esporte, atual há anos e nunca tiveram problemas. Ele classificou o caso como uma “triste fatalidade”.
O caso
Segundo a PM, uma testemunha relatou que os funcionários da empresa responsável esqueceram de colocar o equipamento antes do salto. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, é possível ouvir vozes avisando sobre a equipamento.
Dois homens fugiram do lcoal e só foram localizados com a ajuda do helicóptero Águia, que precisou realizar buscas na mata.
O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foram acionados, mas a morte foi confirmada ainda no local. Até o momento, as empresas que aparecem em uniformes no vídeo não se manisfestaram sobre o caso.
Novos vídeos circulam nas redes sociais e mostram, de outro ângulo, o momento em que a jovem é lançada sem corda até atingir o chão.
Prefeitura quer processar governo federal
A Prefeitrua de Limeira (SP) informou que irá processar o Governo Federal por omissão sobre a Ponte do Esqueleto. Em nota divugada à imprensa, a administração municiál disse que “vinha adotando medidas administrativas e cobrando providências junto aos órgãos federais responsáveis pela área” e que a tragédia “torna insustentável e inaceitável a continuidade dessa omissão”.
A prefeitura destaca ainda que a responsabilidade pela fiscalização, manutenção e controle de acesso à Ponte do Esqueleto é exclusivamente do Governo Federal. A administração municipal e a Câmara Municipal já haviam encaminhado ofícios aos órgãos responsáveis cobrando medidas de segurança. “Nenhuma providência concreta foi adotada”, pontuou.

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