Ipê e bacuri retirados de praça em Goiânia podem ser replantados com início das chuvas
27 agosto 2026 às 15h49

COMPARTILHAR
Um ipê e um bacuri retirados da Praça Ciro Lisita, no Setor Coimbra, permanecem em recuperação no Viveiro Kátia, no Residencial Kátia, em Goiânia. Os exemplares foram transplantados em 11 de julho, durante as obras de reconfiguração viária da Avenida Castelo Branco, e completaram 45 dias sob acompanhamento técnico.
Segundo a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), as duas árvores apresentam condições adequadas de desenvolvimento durante o período de recuperação. O transplante foi realizado após parecer da Gerência de Arborização Urbana da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), que indicou a medida como alternativa à retirada definitiva dos exemplares.
No viveiro, o ipê e o bacuri recebem irrigação, adubação com compostos orgânicos e acompanhamento periódico. Os cuidados buscam favorecer a recuperação das plantas e o desenvolvimento do sistema radicular antes de um novo plantio.
A previsão é que as árvores retornem à Praça Ciro Lisita entre outubro e novembro, período que coincide com o início das chuvas em Goiás. A data, no entanto, dependerá das condições dos exemplares e da avaliação da área onde deverão ser replantados.
“O acompanhamento é fundamental para aumentar as chances de sobrevivência dos exemplares. A avaliação técnica será determinante para definir o momento adequado para o retorno”, afirmou o engenheiro agrônomo da Comurg, Rafael Pacheco.
Árvores poderão ser levadas para outras praças
A permanência no viveiro permite que as árvores se adaptem após o transplante e recuperem o sistema radicular. Caso não estejam aptas a retornar à Praça Ciro Lisita ou o local não apresente condições adequadas para recebê-las, outros espaços públicos poderão ser escolhidos.
Entre as alternativas avaliadas estão a Praça Walter Santos, a Praça do Cigano, oficialmente denominada Benedita Silva Lobo, e a Praça do Racha, cujo nome oficial é Godofredo Leopoldino de Azevedo.
A definição do destino, caso a mudança seja necessária, dependerá de avaliação técnica das condições das árvores e dos locais disponíveis para o replantio.
Leia também:


