Enquanto índice nacional despenca em -0,03%, a variação da ocupação formal no Estado cresceu 0,36%

Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged), divulgados nesta terça-feira, 28, Goiás mostrou saldo positivo com a geração de 4.334 empregos formais. A variação é de 0,36%. O índice nacional está em uma retração de -0,03%.


A número foi encontrado a partir de uma comparação com trabalhadores admitidos e desligados. As contratadas em Goiás somam 34.850, enquanto as 30.516 foram desligadas de seus cargos. No cenário nacional, o emprego celetista retraiu em junho, com -10.984 postos de trabalho.

Essa informação coloca Goiás em sétimo lugar em geração de empregos entre todas as unidades da federação. No entanto, quando observamos o cenário de crise sanitária, vemos que o primeiro semestre (janeiro a junho) mostram um negativo de -4.464 empregos em Goiás. Janeiro, fevereiro e junho foram os meses que obtiveram saldo positivo, com 7.970, 11.607 e 4.334, respectivamente. Março, abril e maio ficaram abaixo, com -1.839, -21.093 e -5.443, respectivamente.

Crescimento por setor e região

A agropecuária teve um saldo de 1.933 novos empregos, comércio obteve 309, enquanto a construção civil gerou 1.753 postos. A indústria fechou com 2.440 e o setor dos serviços teve retração de -2.101.

A Região Centro-Oeste foi a que teve melhor índice nacional, chegando a 10.010, seguida por Norte (6.547), Sul (1.699), Nordeste (-1.341) e Sudeste (-28.521).

Para o governador Ronaldo Caiado (DEM), a secretaria de retomada, aprovada recentemente no legislativo, vai ajudar ainda mais a impulsionar geração de empregos e renda no Estado.

Na avaliação do secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Adonídio Neto, o Estado será o primeiro a sair da crise econômica no país. “Nossa indústria foi a única no País e a registrar crescimento em junho e agora o saldo de empregos do Caged é positivo. Isso nos motiva a seguir perseguindo resultados ainda mais importantes para fortalecer nossa economia”, afirmou.