Delegado Waldir quer proibir propaganda de bebidas alcoólicas, motéis e casas noturnas

Em defesa “da moral, dos bons costumes e da família”, deputado apresentou projetos que vetam também publicidade com mulheres seminuas nos meios de comunicação

Delegado Waldir (PSDB): em defesa da família brasileira | Foto: Alexssandro Loyola

Delegado Waldir (PSDB): em defesa da família brasileira | Foto: Alexssandro Loyola

O deputado federal Delegado Waldir (PSDB) quer acabar com as propagandas de bebidas alcóolicas, motéis e casas noturnas no Brasil.

Em Projetos de Lei apresentados nos primeiros meses de trabalho na Câmara Federal, o tucano pede que fiquem proibidas a divulgação de tais produtos em qualquer meio de comunicação — inclusive, na internet. Além disso, peças publicitárias com mulheres “seminuas”, usando apenas lingerie, devem ser banidas.

De acordo com o representante de Goiás, o álcool é um problema de saúde pública nacional que vem “acarretando muitos outros” à sociedade. Waldir critica ainda a banalização do “erotismo” nos veículos de comunicação e defende que as leis auxiliariam no combate à prostituição, haja vista que não existe, hoje, uma “maneira para lidar com a disseminação” da atividade.

“Não hesitei em redigir as propostas com o objetivo imediato de proteger a moral, os bons costumes e a família”, explicou ele.

Tais projetos foram compromisso de campanha do deputado federal — que foi o mais bem votado do Estado de Goiás.

Veja aqui os projetos na íntegra:
PL 998/2015 – Proíbe a propaganda comercial de bebidas alcoólicas
PL 968/2015 – Dispõe sobre a proibição de propagandas e divulgações que incentivem, facilitem ou incitem a prostituição em estabelecimentos como casas noturnas, motéis e em mídias como canais de TV, jornais e similares e dá outras providências
PL 967/2015 – Dispõe sobre a proibição de uso de modelos mulheres para divulgação de propagandas de lingerie e afins em vias públicas, bem como em mídias visuais como TV, Jornais impressos e similares

15 respostas para “Delegado Waldir quer proibir propaganda de bebidas alcoólicas, motéis e casas noturnas”

  1. Avatar Epaminondas disse:

    Delegado Waldir quer acabar com a profissão mais antiga do mundo. Poderia tentar também fazer umas emendas à lei da gravidade. Boa sorte, deputado!

    Indo na lógica de proibir publicidade nazista, como se isto apagasse a nódua histórica, ele quer banir publicidade de bebida alcóolica. Se ele já está empenhado que as pessoas parem de transar fora do casamento, espero o mesmo grau de sucesso para que elas parem de beber. Se deu tão certo com a Lei Seca americana, né?

    “Mas é só a publicidade que será proibida”. Poisé. Proibir a venda de bebida, numa democracia, é muito fundamentalista. Precisa ir acabando com os direitos aos pouquinhos. Já é proibido beber e dirigir; comprar bebida em dia de eleição. Daqui a pouco proibem a publicidade e o consumo perto de crianças e grávidas. Daí, neste momento, termina-se de proibir.

    E o deputado, por fim, se mostra muito preocupado com a publicidade que exploram mulheres em trajes sumários. Poxa, publicidade é uma coisa tão chata e ele quer acabar com uma das poucas coisas boas. Sugiro que mulheres apareçam em publicidade apenas trajandos mangas longas e saias jeans abaixo do calcanhar. Uma burca? Não, a proibição é gradual. Burca só quando o fundamentalismo for uma ideia mais bem aceita: Afinal, o Deputado Delegado tem bem em vista que sua bússula moral que se incomoda com mulheres de biquini, achado-as tentadoras, serve para toda a população.

    De minha parte, eu vejo comercial do desodorante Axe, fico é afrontado com o tanto que é ridículo. E nunca fiquei com vontade de tomar Schin por causa das mulheres que desfilam no comercial.

    Falta agora o Delegado Deputado proibir um outro tipo de propaganda: O que incita a violência. Qual? Por exemplo, uma que correlaciona o número “4500” com “45 do calibre; 00 das algemas”.

    • Avatar Waldete Meireles disse:

      Com vontade de tomar Schin tenho certeza que não, só com vontade de pegar a mulher´não é? Concordo com ele (o delegado) odeio propaganda de cervejas com mulheres quase nuas, propagandas que usam o diminutivo: cervejinhas, pinguinhas, wisquinho, cachacinhas, só para disfarçar o perigo de se tornar um dependente. Odeio a propaganda de cerveja que chama a mulher de Verão.

      • Avatar Epaminondas disse:

        Está aqui o ovo da serpente: Proto-ditadores acham que precisam proteger o cidadão comum. Acreditam que não se deve deixar a cargo deles uma coisa tão importante quanto o senso crítico para se assistir publicidade. Então proibem a publicidade.

        Mas publicidade é uma extensão da liberdade de expressão. Qualidade democrática. Querem corroer a democracia baseado num ranço moralista. Perdemos mais quando abrimos mãos da liberdade de expressão do que ver mulheres em trajes sumários em comercial de cerveja.

        Liberdade de expressão, não se julga o teor. Se assegura o direito. Se alguém se ofende com comercial de cerveja, em tenho duas explêndidas dicas: Desligue a TV; não compre a cerveja.

        É como a coisa da publicidade infantil: Em nome de supostamente estar protegendo as crianças, querem corroer esta liberdade de expressão. Ninguém aponta o fato de crianças sendo deixadas abandonadas assistindo a TV. Ninguém quer o fardo de mediar para as crianças o que passa na TV. Preferem corroer um direito democrático, em nome de proteger quem eles julgam indefesos.

    • Avatar Epaminondas disse:

      O álcool e a prostituição são expressões de uma coisa enormemente incômoda: O direito dos indivíduos fazerem o que bem entenderem, sem a tutela religiosa/estatal determinando comportamentos baseados na moralidade.

      O estado pode, claro, prover alternativas para que as pessoas não sejam empurradas ou saiam quando se afundam nestas duas searas. Ou também podem dar uma canetada e proibir determinantemente. Fácil e fica bem junto ao eleitorado. Mas daí pegamos a história, esta biscate ingrata, e vemos o que aconteceu com a Lei Seca americana. Daí descobrimos que o ser humano funciona de uma forma diferente que as carolas da igreja gostariam que fosse.

      O delegado não quer acabar com a poluição visual, quer acabar com a publicidade que afronta seu moralismo. E não enxerga que o “45 do calibre e 00 da algema”, afrontou muita gente civilizada.

      • Avatar Epaminondas disse:

        Não se afrontar com a campanha do deputado delegado é só para tipos que acham que, se instalarem um estado policial, não o afetaria por se considerar um “cidadão de bem”.

        Crianças e adolescentes precisam ser educadas. Ao invés de corroer nossa democracia partindo para a censura, como se para proteger as novas gerações, devéssemos tutelar a liberdade de expressão. E se conseguirem o intento, ao invés de uma geração crescer preparada para lidar com a responsabilidade da liberdade, será uma geração que depende de um estado paternal para que medie o mundo para elas.

        Ser moralista é péssimo. O que as pessoas deveriam procurar é serem morais ao invés de moralistas. Qual a diferença? Sendo um ser moral, cuida de si próprio. Sendo moralista, irá patrulhar os demais sem contudo, praticar a moral que prega.

        E o mundo está “do jeito que está” só deste… Os filósofos começaram a reclamar “do mundo do jeito que está”. Você tem registros de filósofos socrásticos reclamando que antigamente é que havia respeito, os tempos modernos “há muita liberdade”.

        Você confunde dois conceitos, liberdade e moral, quando a campanha deste delegado deputado quer deturpá-los, limitando a liberdade dos indivíduos para que a sociedade reflita sua moralidade pessoal.

      • Avatar Epaminondas disse:

        Não tenho a menor dúvida que você não seja adepto de leituras muito longas.

        A dúvida que paira é se existe uma correlação entre a preguiça mental e apoio ao deputado delegado.

      • Avatar Epaminondas disse:

        Acho que vou copiar o seu exemplo e ter preguiça do meu carteiro. Pimba! Não precisarei me preocupar com nenhuma conta que ele venha me entregar.

        Não é o suprassumo da inteligência? Obrigado pela inspiração!

  2. Avatar André disse:

    Mais um representante da vanguarda do atraso a representar Goiás no Congresso Nacional. Nem me darei ao trabalho de comentar o ridículo dessas propostas. Os eleitores do xerife-deputado deveriam ter vergonha por ajudarem nosso estado a ser ainda mais ridicularizado do que costuma ser na mídia nacional. E depois ainda falam mal do Tiririca. Pelo menos ele faz rir fora do plenário e nunca se envolveu em escândalos ou na criação de factoides enquanto deputado federal. Já o Sr. Waldir…

  3. Avatar CARLOS SOARES disse:

    ESSE BRASIL PRECISA DISSO MESMO DELEGADO WALDIR DE HOMENS QUE PREOCUPA COM AS FAMILIAS, AGORA ESSES QUE ESTAO CONTRA SIMPLISMENTE SAO OS QUE VIVEM DA PROSTITUICAO, VC ESTAR DE PARABENS

  4. Avatar Delegado Waldir disse:

    Bom dia Epaminondas e André…não cai de paraquedas… não comprei mandato….fiz 10 mandamentos como proposta de campanha, registradas em Cartório e e foi por elas e pelo meu trabalho que fui escolhido com a maior votação da história do nosso Estado….apelar é triste…o bom debate é sadio…álcool é droga, mata mais que cocaína, crack, maconha…ela que destrói as famílias, a maior causa de mortes no trânsito e por morte dolosas….não esqueçam que com a proibição de propaganda de cigarros…ocorreu diminuição de consumo e de mortes… já em relação a proibição de propaganda de de mulheres seminuas….nossa cultura de fetiche é atrasada…usamos nossas mulheres como objeto descaradamente, exportamos a prostituição e importamos gringos para pratica-la em nosso país, somos o país com a maior violência contra mulheres, homicídios, lesões…uma cultura machista e covarde….quanta a propaganda de casas noturnas e motéis com mulheres nuas….se isso vislumbra seus olhos ….e lhes trazem deleite….não traz o mesmo resultado para mim e para minha família e das pessoas de bem….lhes questiono….qual projeto o Deputado Federal que vocês votaram fez proposição?? Eles abriram mão das mordomias da casa?? Quantos mandatos eles tem??? Não sou covarde, não escondo atrás de meu mandato??? Meu nome não está em lista de mensalões e da lava-jato. Podem me elogiar, fundamentalista, demagogo, de direita, tiririca…falem mal….mas falem de mim….quanto mais me atacam, mas cresço, como “massa de pão” meus projetos não são para os meus adversários, mas para as pessoas de bem, para meus eleitores, para a família, para a defesa da vida….ridículo é ficar em Brasília sem fazer nada, sem propostas, ridículo e meter a mão no dinheiro do povo como fez e está fazendo o Partido dos Trabalhadores…infelizmente para isso…alguns nobres comentaristas, estão cegos, surdos e mudos….fiquem com Deus…preciso de meus adversários em pé, com muita saúde, para assistirem nossa vitória….ah lembrando….nossa guerra com 45 e algemas….está apenas começando…

    • Avatar André disse:

      Caro
      deputado-delegado Waldir, responderei em tópicos à sua mensagem. A
      saber:

      Considerando que sua eleição foi legal e legítima, resta lamentar pelos que o elegeram. Mas não espere que os milhões de eleitores goianos que
      NÃO votaram no sr. concordem piamente com suas atitudes. E não vem
      ao caso que a sua votação tenha sido a maior do Estado. Quantidade
      e qualidade não são e nunca foram sinônimos.

      “10 mandamentos como proposta de campanha”? Como se não bastassem vários colegas seus tentando fazer do Brasil um país teocrático! Eu poderia escrever um tratado com base nas inconsistências
      jurídicas presentes em praticamente todas as suas proposições, se
      não fossem tão risíveis.

      Se é para falar em apelação, os seus projetos de lei quanto às
      propagandas de bebidas alcoólicas, casas noturnas e motéis são o
      quê? Além de irem de encontro à livre iniciativa econômica, são
      projetos pseudomoralistas que, longe de protegerem “a família, a
      moral e os bons costumes”, servem apenas para atiçar ainda mais o
      interesse das pessoas, posto que toda proibição gera novas e
      intensas demandas. Vide a Lei Seca nos Estados Unidos, para ficar num
      exemplo óbvio. Caso seu interesse pelo bem da “família
      brasileira” (que é bem mais diversificada do que sugere o arranjo
      cristão pai-mãe-filhos) seja genuíno, proponha ideias menos
      espetaculosas e mais críveis. Restringir o horário de circulação
      desses comerciais ou mesmo a forma como se apresentam (já ouviu
      falar do Conar?) é algo passível de discussão. Proibir de forma
      absoluta é uma medida arcaica, retrógrada, autoritária e
      ineficiente.

      Discussões sobre fetiches à parte, não é à base de canetada que mudaremos esse aspecto cultural. Se as propagandas de cerveja forem submetidas às mesmas restrições das demais bebidas alcoólicas, seria um
      avanço quanto à possibilidade de redução dos malefícios causados
      pelo consumo excessivo de álcool. Mas certamente há outros meios de
      se tentar acabar com o machismo ainda tão presente na cultura
      brasileira. Projetos feito o seu, quando muito, ajudam a torná-lo
      mais conhecido do grande público. Resta saber em qual sentido.

      Sobre as propagandas com mulheres seminuas, não faz diferença nem lhe interessa se me trazem deleite ou não. Claro que não é de bom tom
      que crianças tenham acesso a esse tipo de publicidade. Mas proibi-la
      inclusive na Internet? Se produzida com pessoas adultas e com os
      devidos avisos quanto ao seu conteúdo, qual o problema? Por que
      razão fazer o Estado tomar o lugar dos pais enquanto responsáveis
      pelos seus filhos?

      O candidato em quem votei para deputado federal na última eleição
      não se elegeu. Portanto, não posso responder à sua pergunta.
      Contudo, ainda que o “meu” deputado não houvesse apresentado um
      mísero projeto durante todo o seu mandato, não me causaria tanta
      contrariedade quanto saber que um representante do Estado onde nasci
      e resido vive a propor leis casuísticas e exóticas. E quanto a
      abrir mão das “mordomias da casa”, o sr. abre mão das suas?
      Limita-se a perceber o seu salário de parlamentar? Realmente não
      recorre à sua verba de gabinete ou aos diversos benefícios
      cabíveis aos ocupantes do Congresso? Não que isso faça grande
      diferença para mim. Mas já que considera este ponto algo tão
      importante, que tal propor a extinção das tais “mordomias” e
      reduzir os vencimentos dos parlamentares? Seria muito mais produtivo
      do que apontar o cisco no olho dos outros sem critério.

      Não ter recebido mensalão, petrolão ou qualquer outra vantagem indevida
      não faz do sr. um ser superior.

      Já que o sr. se imagina uma “massa de pão”, espero que o fermento
      capaz de levá-lo a esta legislatura não seja o bastante para
      outras.

      Se “pessoas de bem” são apenas aqueles que concordam com suas
      atitudes intempestivas e um tanto extremas, sinto orgulho em não me
      encaixar nessa categoria. Mas esteja ciente, caro deputado-delegado,
      que o sr. não foi eleito para votar apenas em favor daqueles que o
      apoiam. Caso não saiba, o sr. representa todo o povo de Goiás na
      Câmara dos Deputados. E este povo que lhe deu voz e imagem para
      expor os goianos a mais chacotas do que o habitual pode muito bem, na
      próxima eleição, não lhe deixar nem mesmo a suplência da
      suplência.

      Esclareço que não sou simpatizante do PT e que não compactuo com nenhuma das atitudes desonestas praticadas por tantos petistas nos últimos anos. Não sou cego, nem surdo e muito menos mudo quanto a todos esses escândalos desde o primeiro mandato do ex-presidente Lula. No entanto, se quer desqualificar seus opositores, um conselho: amplie
      seu repertório. Sua cantilena anti-PT só atrairá quem defende a
      mudança pela mudança ou o discurso do ódio.

      Não chamei o sr. de “Tiririca” em nenhum momento. Referi-me ao seu
      colega de casa apenas para dizer que considero injusto o tratamento
      que ele recebe do grande público, como se sua aparente simploriedade
      fosse um demérito maior do que se eleger sob um slogan tão
      superficial quanto o “45 do calibre e 00 das algemas”. Ao menos o
      sr. Tiririca não defende propostas policialescas. E deixo claro que
      respeito muito o trabalho das Polícias Civil e Militar, ou pelo
      menos daqueles que não servem de esbirros para políticos agredirem
      pessoas a rodo, como aconteceu ontem mesmo no Paraná, Estado
      administrado por um dos seus colegas de agremiação. Se discussões
      sérias sobre segurança pública no Brasil dependerem unicamente de
      indivíduos feito o sr, caro deputado-delegado, lamento pelo futuro
      do país.

      Tratar todos aqueles que o contestam como “adversários” é prejudicial
      a qualquer debate e só interessa a quem não gosta de ser
      questionado. Isso lhe parece familiar? O sr. teria dito na tribuna do
      Congresso que vivemos em uma ditadura e usou, para justificar isso,
      um texto falsamente atribuído ao colunista Arnaldo Jabor. Se nem
      mesmo o cuidado de apurar a veracidade daquilo que lê o sr.
      demonstra, como posso levá-lo a sério? E se me dei ao trabalho de
      escrever em resposta ao seu comentário carente de revisão
      gramatical (sem falar na pontuação sofrível), é apenas porque me
      assusto com a renúncia à razão que vários defensores seus
      demonstram nas redes sociais. Caso eu tivesse o hábito de apostar,
      eu o faria quanto ao fracasso da PEC da redução da maioridade
      penal que se encontra em tramitação no Legislativo federal. Caso
      seja aprovada, os índices de criminalidade aumentarão. Ou seja,
      serão criados novos problemas sem que se tenha feito algo para
      combater os atuais. Típico de decisões simplistas e demagogas feito
      as que o sr. defende. A sua “vitória” certamente será de Pirro.
      Sugiro a leitura da história que deu origem a essa expressão. E
      revisar seus comentários antes de publicá-los. Não custa nada. Nem
      dói.

      • Avatar Epaminondas disse:

        “Não ter recebido mensalão, petrolão ou qualquer outra vantagem indevida não faz do sr. um ser superior”

        Ser honesto é uma questão de princípios. Triste do povo aonde um representante trata isto como um diferencial.

    • Avatar Epaminondas disse:

      Não dá para atestar se foi realmente o Delegado Deputado que postou acima, mas torço que não. Lamentaria que alguém que se expressa tão mal esteja me representado na Câmara.

      A estreita visão se revela quando tenta defender o slogam “45 do calibre, 00 das algemas” e ao mesmo tempo, critica cultura machista! Me poupe.

      É pena que a opinião seja abastecida por uma inverdade, que a maior causa de morte no trânsito seja por causa do álcool. Se assume isto sem embasamento, por causa da comoção que acidentes assim ganham. E munido de uma pseudo-informação, quer ir corroer um direito democrático de liberdade de expressão via publicidade.

      Se isto me ofende ou ofende a minha família? Eu prefiro mediar o mundo para meus filhos do que mudar o mundo para que meus filhos sejam criados numa redoma.

      Sobre turismo sexual, já temos frentes que o combatem. Falta agora acabar com os motivos sócios-econômicos que levam pessoas à vender seus corpos. Mas isto é uma tarefa mais difícil e extensa, do que cabe em um mandato de deputado. Por isto me parece natural políticos grosseiros produzir proibições espetaculosas, aonde não se considera as externalidades que corroem a democracia, mas fica bonito na foto de “protetor das famílias”.

      E quisera mesmo que você fosse uma massa de pão. Pelo assim teria miolo. Então pararia de desfilar esta provocação adolescente “quero que meus inimigos tenha saúde”.

  5. Avatar iury disse:

    dep. Waldir, eu e minha familia votou em você para ser deputado federal e com isso exercer todo o mandato de 4 anos, se por algum motivo, pedir licença para dispurtar eleições para cargos marjoritario, será mais um descompromissado com seu eleitor, e ja adianto, perde os votos da minha familia e todos as pessoas que eu puder ifluenciar com isso… cumpra seu mandato…e estamos com vc! abraço.

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