Anvisa manda apreender cosméticos para cabelo e pele vendidos sem registro; veja lista
21 agosto 2026 às 18h04

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de uma série de cosméticos comercializados sem regularização sanitária no país. A decisão também proíbe a fabricação, distribuição, venda, divulgação e uso dos produtos, que incluem itens para cabelos, pele e ambientes.
As determinações constam da Resolução-RE nº 3.249/2026, publicada no Diário Oficial da União na quarta-feira, 19.
Entre os produtos atingidos está a Máscara Avocado Tutano Vegano. De acordo com a Anvisa, além de não possuir registro sanitário, o cosmético apresenta na embalagem dados da empresa Bothânico Hair Cosmetic Natural Ltda. de forma indevida. A fabricante responsável pelo produto não foi identificada.
Tônico e shampoo para crescimento capilar estão na lista
A medida também alcança produtos da marca Essence Indústria e Comércio Ltda., fabricados pela Geo Beauty Cosméticos. Segundo a agência, os itens não estavam devidamente regularizados.
Entre eles estão o Capi Hair – Tônico ativador de crescimento capilar, que informa na composição ingredientes como raiz de malva, gengibre, alecrim, urtiga e menta, e o Essencial for Men – Shampoo de crescimento capilar, de 250 ml.
Também foi proibido o Casa – Repelente bloqueador de odores para ambiente.
Veja os produtos proibidos
Além dos itens mencionados, a determinação da Anvisa inclui:
- Máscara Avocado Tutano Vegano;
- Capi Hair – Tônico ativador de crescimento capilar;
- Essencial for Men – Shampoo de crescimento capilar, 250 ml;
- Casa – Repelente bloqueador de odores para ambiente;
- Rainha Solar – Parafina bronzeadora cenoura e urucum FPS 8, 120 g;
- Mixderme – Sabonete em gel pele do diabético, 200 ml;
- Ar Tratamento – Fluido antimicose, 30 ml;
- Natural Perfection Double Shield Sun Stick SPD50+;
- Fraijour Retin-Collagen 3D Core Eye Cream.
Nos casos do Natural Perfection Double Shield Sun Stick SPD50+ e do Fraijour Retin-Collagen 3D Core Eye Cream, a empresa responsável pela fabricação também não foi identificada.
Com a decisão, nenhum dos produtos listados poderá ser fabricado, distribuído, comercializado, divulgado ou utilizado no país.
A Anvisa relaciona as medidas à ausência de regularização sanitária. O cumprimento das exigências estabelecidas pela agência é necessário para que produtos sujeitos à vigilância sanitária possam ser legalmente comercializados no Brasil.
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