Alunos da UFG teriam pichado paredes e destruído patrimônio no CA de Direito da PUC Goiás

Diretor do centro acadêmico da Católica dizem que, além de terem levado a cadeira, estudantes da Federal deixaram mensagens de baixo calão e quebraram troféus

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O caso da cadeira levada do Centro Acadêmico Clóvis Beviláqua (CACB) de Direito da PUC-Goiás pode parar na Justiça. Diretores do CA relataram ao Jornal Opção Online que, além de terem invadido o local e tomado o objeto, os dois alunos da Universidade Federal de Goiás depredaram a sede do centro.

Nas fotos (veja acima), é possível ver mensagens e desenhos vulgares deixados nas paredes, além de objetos, como troféus de pelo menos 50 anos, destruídos. Gustavo Mundim, que é vice-presidente do Diretório Central de Estudantes da PUC e diretor do CACB, lamenta o ocorrido: “Danificaram nossa sede, nos ofenderam, sujaram nosso nome. Estamos indignados com a conduta animalesca”.

De acordo com ele, não foram apenas os 8 mil alunos do curso de Direito da PUC-Goiás que foram desrespeitados, mas, sim, todos os alunos da instituição. “Nos espanta que a Universidade Federal de Goiás tenha apoiado tal fato. Postaram fotos, comemoraram. Eles não tinham autorização, nem legitimidade para levar a cadeira, quem dirá destruir nosso patrimônio”, enfatizou Mundim.

O diretor afirma, ainda, que um grupo chegou a ir a UFG para tentar diálogo com o CA daquela universidade. No entanto, foram recebidos com ofensas e chegaram a ser expulsos do campus, conta ele. “Mandaram-nos sair. Disseram que ali não era nosso lugar, que não não temos Q.I. para tanto”, lamentou.

Após a PUC Goiás confirmar ao Jornal Opção Online que não se manifestaria sobre o ocorrido, o CA quebrou o silêncio e anunciou que já tem advogados analisando o ocorrido. “Estamos indignados. Repudiamos a ação dos alunos da UFG e também dos professores que ‘comemoraram’ o crime”, complementou Mundim.

Lucas Queiroz, vice-presidente da Atlética da UFG, nega as acusações, as quais classifica como “esdrúxulas” e “mentirosas”. “Não tem a menor possibilidade dos alunos da UFG terem feito isso”, relata ele.

No Facebook, o CACB divulgou uma nota questionando a própria universidade. “A reitoria da PUC Goiás vai ter de explicar a segurança precária das dependências do Campus V, que já vem aumentando seu histórico de erros e má gestão. Missão não menos árdua daquela que se estende diante da diretoria do curso de Direito da UFG”, versa.

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Humberto Morais Pereira

Uai, na nota o CA do Direito PUC não falou nada sobre depredações, aliás, falou que poderiam ter ocorrido.
E as tais pichações parecem ser feitas de giz, e o que havia era algo sobre eleição, aí apagaram e colocaram um #ChupaPuc e um Pague seu Boleto só para falarem que foram os alunos da UFG que passaram por lá… Que coisa ridícula. Quanto aos troféus, devido as mentiras sobre as “pichações”, eu creio que eram objetos já danificados que estão sendo expostos como se tivessem sido vandalizados. Que feio.

MARIA LUIZA GONÇALVES DA SILVA

Feio e um estudante de direito fazer errado, virando um ladrao, essa ufg ta formando e ERRADO. Ou seja ainda danto apoio para um ladrao, e ladrao de cadeiras, quem rouba uma cadeira…

Roger Kuhn

O CACB considera um crime a restituição de um bem público fruto de um crime pretérito. As informações deveriam ser complementadas com o argumento utilizado pelos dirigentes do CACB utilizaram pra tentar reaver o bem: que eles teriam o direito de usucapião sobre a cadeira! Além de cúmplices de um crime são desconhecedores da lei, pois a cadeira é um bem público e, portanto não são passíveis de usucapião! Voltem pra faculdade e pros livros!!! E paguem seu boleto!

MARIA LUIZA GONÇALVES DA SILVA

Ladrao e ladrao, estuda no 0800 e pensa que e o maioral, ladrao de cadeira kkkkkkkk