“Quero ser prefeita para resgatar a autoestima dos palmenses”

Vice-governadora e pré-candidata do PV à Prefeitura da capital reafirma atuação em favor dos direitos civis, das mulheres e das minorias

Foto: Mácio Vieira

Foto: Mácio Vieira

Dock Junior

Primeira mulher eleita e também a primeira integrante nacional do Partido Verde (PV) a ocupar o cargo de vice-governadora, Claudia Lelis é dinâmica, empreendedora e reconhecida pelo seu perfil executivo e administrador. É uma defensora das causas sociais e ambientais e luta pelo desenvolvimento social e econômico, aliado à preservação ambiental. Como gestora pública, atuou como secretária de Comunicação de Palmas, onde coordenou ações de marketing e publicidade que colocaram a cidade e o Tocantins como destaques na imprensa nacional por diversas vezes, o que contribuiu para fortalecer a imagem da capital mais jovem do Brasil e atrair investidores nacionais e internacionais. Claudia Telles de Menezes Pires Martins Lelis pleiteia o comando da capital. Ela conta um pouco do que pretende fazer e não poupa críticas ao centralismo do atual gestor, Carlos Amastha: “Ele governa como se aqui fosse uma ditadura latino-americana”.

A sra. é pré-candidata a prefeita de Palmas?
Sim, sou pré-candidata pelo PV e com as bênçãos de Deus e com a confiança do povo de Palmas, terei a candidatura homologada após a convenção. A caminhada que o PV propõe à população de Palmas é justamente é caminho do resgate do respeito ao cidadão. O resgate daquele sentimento de que tudo é possível, desde que haja participação e comprometimento de todos. Já está na hora de resgatar a autoestima do nosso povo, que se encontra insatisfeito e descrente. Nossa cidade tornou-se cara e desumana, principalmente com os menos favorecidos. É por isso que meu nome está à disposição.

Quais são os seus projetos específicos para as feiras, e, consequentemente, para os feirantes?
As feiras de Palmas são tradicionais e devem ser valorizadas. Elas são pontos de convivência familiar, verdadeiros pontos turísticos. Já conversei com vários feirantes, estou ciente de algumas prioridades, tais como a cobrança de taxas abusivas, sem receber a contrapartida do governo municipal. Não há vigias ou faxineiras e eles são obrigados a contratar essas pessoas e ratear o custo. Além disso, há questões elétricas, hidráulicas, dedetização, etc., a serem priorizadas.
Contudo, faremos – como já disse – um PV ouvindo os feirantes. Quero ouvir as sugestões e demandas, mas já deixei bem claro a todos eles que esse canal de diálogo com eles estará sempre aberto, mesmo após as eleições. Creio que o sucesso de um governante está intimamente ligado a uma gestão participativa, social e inclusiva.

E quanto a regularização fundiária e pavimentação do Jardim Taquari?
Essa é uma bandeira que eu acho importantíssima. Tenho conversado muito com o presidente do Itertins e do Terra Palmas acerca do tema. É necessária uma força-tarefa do governo estadual e também da prefeitura, como também boa vontade política de fazer. O governador Marcelo Miranda, desde o início do mandato, deixou claro que as regularizações fundiárias eram prioridade. Especificamente em relação a esse bairro da capital, posso afirmar, após ouvir aquela comunidade, que esse é um dos maiores anseios daquele povo. E digo mais: para pavimentar o bairro é necessário a regularização fundiária, sob pena de nem sequer conseguirmos convênios federais para esta obra. Por isso, abriremos esse diálogo em conjunto com o Estado e o proprietário daquela área, afim de resolver os problemas daquelas famílias, entregando os títulos definitivos a elas.

Em relação ao BRT, é realmente necessário se levarmos em consideração o tamanho da população de Palmas?
Essa questão do BRT prova o quanto é importante o gestor fazer uma gestão participativa. Se o prefeito houvesse escutado a população ele iria constatar que a grande demanda dos usuários do transporte coletivo não é essa. O BRT pode ser um bom projeto daqui a alguns anos, mas hoje o que o usuário necessita e quer são mais linhas de ônibus nos horários de pico; que os terminais tenham, pelo menos, uma infraestrutura melhor com banheiros; que os abrigos protejam os passageiros do sol e da chuva, vez que as estações não cumprem esse papel. Todos querem melhorias das plataformas de embarque e também dos ônibus. Garanto-lhe: 10% dessa verba que ficou parada tanto tempo esperando o BRT resolveria todos esses problemas.

Exatamente por pertencer ao Partido Verde, quais são os seus projetos para aperfeiçoar e tornar o cinturão verde da capital sustentável?
É possível perfeitamente produzir mais. Os pequenos produtores rurais estão esquecidos. Comecei uma série de reuniões com eles para ouvi-los, contudo, estou ciente de que falta diálogo e incentivos, principalmente em relação à irrigação, por parte da prefeitura. Precisamos incentivá-los a produzir. Isso gera emprego e renda além de tornar os preços dos produtos mais acessíveis, já que não precisaríamos comprar de outros Estados da federação.

Até o momento a sra. recebeu apoio de quais siglas partidárias?
Já entabulamos alianças com PSDC, PRTB e do PMB, contudo há um diálogo aberto com outras siglas.

Como vice-governadora, seria natural a sra. ter o apoio do chefe do executivo, Marcelo Miranda, nesta empreitada. A sra. será a candidata do Palácio Araguaia?
Essa é uma questão que só o governador Marcelo teria condições de responder.

É possível repetir a dobradinha PMDB-PV como ocorreu na eleição para governador, só que agora de modo inverso, com o PV na cabeça da chapa?
Entendo que é uma decisão partidária e não apenas do governador. Obviamente que conversei com ele a respeito da minha pré-candidatura e tenho certeza de que no momento oportuno, ele se posicionará. Assim como o PMDB, que ainda não se definiu, estamos conversando com outras siglas na mesma situação e há várias possibilidades de alianças e coligações. Cada partido tem seu tempo, é necessário respeitar isso.

A falta de apoio do governador pode abalar a relação política entre vocês dois?
Não posso trabalhar com hipóteses. Ele ainda não disse quem vai apoiar ou não. O PMDB é o maior partido do Brasil – tem inclusive a Presidência da República – e também o maior do Tocantins. Eles estão se reunindo, conversando, buscando o entendimento. Nada posso fazer, por enquanto, a não ser aguardar.

Há dados e enquetes eleitorais que constataram que o ex-prefeito Raul Filho conseguiria transferir grande parte dos seus votos à mulher dele, Solange Duailibe, caso ele não consiga registrar sua candidatura. A sra. considera que seu marido, Marcelo Lellis, presidente do PV no Estado, também conseguiria transferir parte dos votos dele à sra.?
O meu marido é um líder, sem dúvida, e possui um capital político imenso. Ele participará ativamente da minha campanha como coordenador político. Porém, não creio muito nessa transferência de votos, até mesmo porque a influência de um nome ou outro não tem esse impacto. O cidadão hoje sabe em quem e porque ele quer votar naquele ou nesse candidato, considerando todo histórico. Veja: a deputada Luana Ribeiro teve o apoio do Raul Filho na última eleição e não recebeu essa transferência de votos. A própria Solange também se candidatou a deputada estadual e obteve uma votação pequena em Palmas, o que significa que não houve a transferência de votos. O candidato, portanto, deve construir a sua própria candidatura apresentando suas alternativas e seus diferenciais ao eleitor.

Como a sra. avalia o quadro atual de pré-candidaturas, uma vez que já podemos contabilizar, no mínimo, dez delas, neste momento?
É legítimo. Todos os partidos têm um nome, querem discutir as propostas e argumentos. No momento oportuno isso vai afunilar. Os partidos têm conversado entre eles, é natural esse burburinho. Agora essa eleição será diferenciada, com novas regras em razão da minirreforma política. Essa pré-campanha é importante e no presente caso, adotei a máxima que diz “quem chega primeiro à fonte, bebe água limpa”. Por essa razão, já estou na luta, angariando apoios para essa caminhada.

A sra. tem recebido críticas de alguns adversários que a consideram inexperiente para assumir a função, visto que a primeira eleição que disputou e assumiu efetivamente o cargo foi há apenas dois anos, aliado ao fato de ser apenas vice na chapa vencedora. Como a sra. lida com isso e como rebate essas acusações?
Eu entendo isso como um preconceito de gênero. Essa ideia de que a mulher não tem capacidade é ultrapassada e deveria ser extirpada. No lançamento da minha pré-campanha, no dia 8 de março, discursei lembrando da grande líder, ex-primeira-ministra do Reino Unido Margaret Thatcher, que dizia que toda mulher capaz de entender os problemas domésticos, está perto também de entender os problemas do Estado ou do País.
Essa crítica dos adversários é infundada. Não é necessário ser administrador de empresa para ser prefeita de um município. Rebato esta acusação dizendo que a preocupação, no caso, é desnecessária uma vez que eu considero que para gerir uma cidade é necessário priorizar as pessoas, o ser humano em si, e de “gente” eu garanto que entendo.
Essa questão da inexperiência não existe. A maior prova é meu trabalho na iniciativa privada quando cheguei a Palmas e posteriormente fui secretária de Comunicação deste município. Hoje tenho o maior capital político do meu partido, mesmo em níveis nacionais: sou vice-governadora de um Estado. Assim sendo, essa acusação é infundada e não me convence.

avançamos muito, mas ainda há poucas mulheres na política. Na Câmara Municipal  de Palmas não há nenhuma vereadora e isso é lamentável” | Foto: reprodução

avançamos muito, mas ainda há poucas mulheres na política. Na Câmara Municipal
de Palmas não há nenhuma vereadora e isso é lamentável” | Foto: reprodução

Por falar em discussões acerca de gênero, os debates acerca da relação e distribuição de poder, participação no mercado de trabalho e vida política são recorrentes. A sra. acha que falta um maior engajamento das mulheres na vida política do País?
Esse é um tema especial para mim. Tenho grande orgulho de ser a primeira vice-governadora deste Estado e ser a voz das mulheres na política. Creio que avançamos muito, todavia, ainda há muito para ser feito. Na Câmara Municipal de Palmas, por exemplo, não há nenhuma vereadora e isso é lamentável. Preciso incentivá-las a lançarem seus nomes e vou fazer isso na próxima eleição. O Brasil só se tornará justo e igualitário quando todas as mulheres forem respeitadas e ocuparem o seu lugar – seja na política ou no mercado de trabalho.
Quanto à representação das mulheres tocantinenses como um todo, não é muito ruim. Temos uma senadora, a Kátia Abreu, três deputadas estaduais, além de várias prefeitas e vereadoras. Entretanto, quero destacar o notável trabalho das nossas três deputadas federais, Josi Nunes, Professora Dorinha e Dulce Miranda – a quem já busquei, inclusive, apoio nessa caminhada rumo ao paço municipal. O trabalho social que a deputada e primeira-dama Dulce faz é relevante e não abrirei mão do apoio dela, caso eleita. Ela tem várias políticas públicas voltadas para jovens, idosos e desamparados. Expressivos projetos sociais relacionados ao esporte, cultura e incentivo ao primeiro emprego que devem ser implantados em Palmas e tratados como prioridade. Essa é uma das maiores falhas da atual gestão, inclusive. O lado social na capital foi totalmente esquecido e abandonado. Uma pena. Os projetos sociais bem conduzidos podem modificar a vida de uma população.

Como o sra. vê a atual administração do prefeito Carlos Amastha?
Sendo direta e sem rodeios: muito ruim. Observo, conversando com a população de um modo geral que a gestão atual trabalha de forma isolada, sem diálogo com a população e com a classe política, com decisões impositivas. É uma gestão de gabinete e rede social. É tipo um faz de conta. Faz de conta que resolve as demandas, faz de conta que anda nos bairros, faz de conta que anda de ônibus, faz de conta que mora no Jardim Taquari… Nós precisamos de uma gestão real, que inclua a população nesse contexto. Além da falta de diálogo, o prefeito também não aceita críticas. Isso é o “novo” que ele pregou na campanha que o elegeu? Vejo o atual gestor comandando a cidade numa espécie de ditadura latino-americana, paradoxalmente na contramão da história, uma vez que vivemos num país democrático.
Além da falta de vaga nas creches, a saúde em Palmas também é precária, e vem de outras gestões, inclusive. Nenhum prefeito assumiu verdadeiramente o problema e eles preferiram transferir a culpa para a União ou para o Estado. Não é assim. A responsabilidade deve ser tripartite. O município tem que assumir seus encargos. Nesse projeto de comandar a Prefeitura de Palmas, caso meu nome seja homologado na convenção e me torne candidata, assumo o compromisso de construir um hospital de urgência e emergência nesta cidade. Tenho consciência das dificuldades em manter um hospital, contudo não fugirei dessa responsabilidade. Nós precisamos desafogar o HGP. Essa falta de atendimento médico e de remédios nos postos de saúde também é um absurdo, com o qual não posso concordar. Isso é falta de planejamento. Temos que ter um olhar mais atento quanto a saúde da nossa população.

O prefeito tem certa dificuldade em dialogar com o parlamento. Se hipoteticamente a sra. não conseguisse obter a maioria dos vereadores, como faria para viabilizar sua gestão ou pelo menos manter a governabilidade?
Sempre fui muito democrática. Costumo respeitar pessoas e instituições. Com os vereadores não seria diferente. Cada um daqueles parlamentares representa uma parcela da comunidade. Se eleita, não posso ser prefeita apenas dos meus eleitores, serei prefeita de todos os palmenses. Assim sendo, se não houver maioria na Câmara, não haverá alternativa senão dialogar e debater de forma democrática, uma vez que tanto eu quanto eles seremos representantes do povo.
O atual trancamento da pauta na Câmara de Vereadores de Palmas, por exemplo, é um absurdo. O prefeito age de forma ditatorial determinando o esvaziamento das sessões visando não formar quorum suficiente para as votações. Isso se arrasta há mais de 60 dias. É uma falta de respeito com os vereadores, que representam suas comunidades, como também com a própria população como um todo.
Na condição de prefeita, caso isso ocorra, este jamais será o meu comportamento em relação àquela casa de leis.

A sra. tem um longo trabalho de militância no PV, uma vez que está filiada à sigla há mais de uma década. Como avalia o desenvolvimento do partido no Estado e qual a sua contribuição marcante para que isso ocorresse?
O partido vive um dos seus melhores momentos no Tocantins, devido ao árduo trabalho do presidente da sigla no Estado, Marcelo Lelis, desenvolvido ao longo dos anos. Depois da campanha de 2012, ele começou um movimento partidário denominado “PV na estrada”, com o objetivo de fortalecer o partido nos mais diversos municípios. Logo após, criou o “Movimento por uma Alternativa de Mudança” e colocou seu nome à disposição da população para disputar o governo do Tocantins. Mais à frente o presidente entabulou uma aliança com o PMDB, numa coligação em que o partido indicou o candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Marcelo Miranda.
Após a eleição, o PV iniciou o “Movimento por uma Atitude de Cidadania”, um dos movimentos mais bonitos que já vi na política. Naturalmente os integrantes do partido no interior tendem a vir à capital conversar com os chefes da sigla para entendimentos e formação das executivas municipais. Fizemos o processo inverso. O PV, na pessoa de seu presidente, percorreu centenas de quilômetros e foi até cada um dos municípios para dar suporte, conversar, ouvir, entender a realidade e as prioridades, discutir o melhor projeto do partido para aquela comunidade, além formar os diretórios nas cidades com ajuda daqueles companheiros. Isso tornou a sigla muito forte e nós temos hoje 60 pré-candidatos a prefeito em todo Estado nas próximas eleições.
Por fim, para se ter uma ideia, esse movimento inverso tornou-se exemplo para o PV nacional. O presidente José Luiz Pena adotou o projeto em todo país. E ele começou o movimento prestigiando o Estado autor da ideia, vindo até o Tocantins, oportunidade na qual ele visitou o governador Marcelo Miranda e reiterou o compromisso do partido com o nosso Estado, colocando a bancada verde no congresso à disposição para ajudá-lo no que for necessário.

Em que consiste efetivamente o programa “PV ouvindo você”?
Esse programa é uma experiência realmente especial e posso dizer isso na condição de militante durante todos esses anos. Ele busca boas práticas e boas ideias. Há inúmeros braços nesse programa, por exemplo, a disposição de percorrer todos os bairros da nossa cidade, quando escutamos as demandas e as prioridades da população. É um momento para dar vez e voz à população. Entendemos que após ouvir o povo, teremos condições de construir planos de governo melhores e mais ajustados às demandas dele.
Além disso, o “PV ouvindo você” também faz reuniões com os mais diversos segmentos, como associações, entidades de classe, federações. Já há reuniões marcadas com a ATM, Fieto, Sebrae, OAB, Acipa, Fundação Pró-Tocantins, feirantes, representantes da saúde, da educação, do esporte, cultura e lazer, entre tantas outras. O caminho mais fácil e lógico é ouvi-los e, posteriormente, elaborarmos um plano de governo que atenda todos.

No que concerne ao cargo que exerce, vice-governadora do Tocantins, percebe-se que ao contrário de outros vices, a sra. tem sido atuante no auxílio ao governador, como por exemplo participação em Paris na Conferência das Nações Unidas sobre as mudanças no clima; programa Pró-Moradia, onde foram entregues 200 casas em Palmas; reuniões no fórum de governadores, do qual vocês foram anfitriões, entre outras atividades. Qual o balanço geral dos três semestres do seu mandado como vice-governadora?
Tenho buscado desde o primeiro dia de governo dar a minha contribuição, resolvendo com zelo as questões a mim confiadas. O governador tem me dado este espaço e atribuído algumas missões. Lógico que dentro da minha alçada, respeitando a hierarquia, procuro resolver e atender a população que nos confiou os votos. Minhas sugestões são sempre ouvidas, agradeço ao governador por isso.
No que concerne ao COP 21, desde sempre disse ao governador que gostaria de participar, afinal o tema tinha tudo a ver com as bandeiras levantadas pelo Partido Verde. As discussões não foram importantes apenas para o Tocantins ou para o Brasil, e sim para o mundo. As questões da condição climática e do aumento da temperatura devem ser repensadas e traduzidas em ações efetivas, visando o equilíbrio do planeta. Elas são obtidas apenas após estes debates.

O Jornal Opção noticiou na edição 2.134, que a sra. foi recebida em Brasília pelo ministro do Meio Ambiente, Zequinha Sarney, do PV do Maranhão, quando pontuou que o governo Temer deveria ajudar o Tocantins a promover o desenvolvimento sustentável, equilibrando os setores econômico, social e ambiental. Quais seriam essas práticas sustentáveis e inovadores capazes de aliar o crescimento e o desenvolvimento com a preservação do meio ambiente?
O meio ambiente não é apenas natureza, e sim o meio em que as pessoas vivem. Quando falamos de meio ambiente, falamos de saúde, educação, de habitação e uma série de áreas relacionadas. Pedimos esse apoio ao novo ministro para que ajude o Estado do Tocantins a promover ações sustentáveis, econômicas e sociais. Uma nova reunião será designada em breve no ministério, onde a Meire Carreira, secretária estadual do Meio Ambiente, estará presente, com a finalidade de debater essas pautas. A expansão do agronegócio e o desenvolvimento sustentável podem caminhar paralelamente. Isso é possível. l

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