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Presidente do Igeprev é convocado pela CPI

O presidente do Instituto de Gestão Previdenciária do Estado (Igeprev), Francisco Flávio Sales Barbosa, foi convocado a comparecer na CPI que investiga o órgão, nesta terça-feira, 26. A convocação foi realizada pela CPI após solicitação do deputado Sargento Aragão (Pros). A comissão investiga aplicações financeiras e denúncias de desvio de verbas do instituto. “Vou confrontar o atual presidente do Igeprev (Francisco Flávio Sales), e ele vai ter que nos informar realmente o quer aconteceu com os investimentos do instituto. Pre­cisamos saber na verdade quando, quanto e como investiu e se esse investimento já rendeu e o que rendeu. Eles vão ter que dizer o que aconteceu com esse dinheiro que é dos servidores”, explica Aragão. Aragão apontou ainda que “a quadrilha do Igeprev” vai ter que dar conta do dinheiro roubado do instituto. “Vão ter que dar conta do di­nheiro dos servidores do To­cantins. Não quero nem saber quem e em qual época se fez o desvio dos recursos dos nossos servidores, eles vão ter que dar conta desse dinheiro”, destacou. Desde o mês de março do ano passado, Sargento Aragão cobra esclarecimentos do Igeprev sobre as aplicações financeiras feitas pelo instituto. O deputado chegou a fazer convite e até convocou o presidente na época, Rogério Villas Boas, para comparecer à Assem­bleia Legislativa, com o objetivo de prestar esclarecimentos acerca do assunto. Todas as tentativas foram sem sucesso. O parlamentar também foi a Brasília e apresentou ao Minis­tério da Previdência um dossiê com todas as acusações que embasaram o pedido de CPI. Aragão repassou a situação do Igeprev ao então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, em sua passagem pelo Tocantins, em novembro do ano passado.

Direito de resposta de José Eduardo Siqueira Campos

Eduardo Siqueira Campos decidiu optar por concorrer ao cargo de deputado estadual por dois motivos: primeiro, abrir espaço para a renovação e segundo, para ficar mais no Tocantins, mais perto de seu povo e de sua família. Afirmar que Eduardo, ao escolher se candidatar para a As­sembleia Legislativa, está armando um “golpe” é uma tentativa infeliz de confundir a cabeça do eleitor. Sandoval foi eleito legitimamente e, por suas ações à frente do Governo do Estado, tem recebido o apoio e a aprovação não só de Eduardo, mas de muitas e cada vez mais pessoas. É a renovação que o Tocan­tins tanto esperava. Eduardo Siqueira Campos é um homem público respeitado em todo o País, duas vezes deputado federal, senador eleito com 74% dos votos depois de ser o prefeito das obras em Palmas, vice-presidente do Congresso Nacional e secretário de Estado que implantou os programas municipalistas que fazem do Estado, hoje, um canteiro de obras. Reputar a Eduardo um “golpe”, uma “manobra”, ao optar — com a humildade dos fortes — por um novo começo na política como deputado estadual é uma estratégia cruel e desrespeitosa, que terá seu troco nas urnas com uma votação expressiva de um povo que reconhece a capacidade e o histórico de quem foi e ainda é decisivo para um Tocantins melhor. Se você está lendo esta nota é porque este espaço foi ganho na Justiça, que também entende que difamação e afirmações sabidamente inverídicas, na pior das hipóteses, devem ter Direito de Resposta. Na verdade, segundo o jornalismo ético, não deveriam sequer ser publicadas. *Por ordem monocrática do Desembargador Eleitoral Relator do Tribunal Eleitoral do Tocantins, Eurípedes do Carmo Lamounier.

“Marcelo Miranda vai ter a maior vitória do Brasil nessa eleição”

Ex-deputado federal diz que o atual governador está com “herança maldita” do antecessor

Campanha começa morna na mídia eletrônica e redes sociais

Os três principais candidatos ao governo do Tocantins — Marcelo Miranda, Sandoval Cardoso e Ataídes Oliveira — iniciam horário eleitoral em tom ameno nas poucas farpas e acusações mútuas

Gaguim diz que livrou Amastha de ser preso

Gilson Cavalcante O ex-governador Carlos Ga­guim (PMDB), candidato a deputado federal, em entrevista na semana passada ao site T1 No­tí­cias, disse que o prefeito Carlos Amas­tha (PP) escapou de ser preso, quando esteve à frente de um projeto junto à Fundação Uni­­ver­si­dade do Tocantins (Uni­tins). “Ha­via mais de 40 mil alunos correndo risco de ficar sem diploma por causa dos problemas dele com a ins­tituição”, lembrou Gaguim. “Os rei­tores que passaram por lá são tes­temunhas dos problemas que nós tivemos na Unitins por causa dele”, acrescentou o ex-governador. A reação de Gaguim foi com base nas críticas feitas pelo prefeito, em recente evento político-eleitoral, quando afirmou que os governos anteriores não fizeram nada pelo Taquari, setor periférico da Capital. Amastha chegou a declarar que vai colocar uma barreira no bairro para a chapa de oposição ao governo não entrar no local.

Desabafo e desafio

Gaguim fez um desabafo e um desafio: “Ele (Amastha) chegou aqui há pouco tempo. Construiu um shopping adquirindo aquele terreno praticamente a custo zero, e eu era o presidente da comissão que aprovou o projeto. Ele anda numa cidade iluminada com o programa de iluminação que eu fiz como governador. Inclusive a iluminação do Taquari. Ele devia era respeitar as pessoas que estavam aqui e já trabalharam muito.” O ex-governador exigiu do prefeito que fosse respeitado. “Quan­do fui governador, eu que resolvi o problema dele no Ministério da Educação. Foram mais de dez visitas ao Ministério da Educação para evitar o descredenciamento da Unitins e garantir que os alunos tivessem o diploma, diante das irregularidades encontradas à época. Gaguim disse ainda ao site que as obras que estão em andamento em Palmas foram possíveis com recursos obtidos nos governos de Miranda e dele. “Palmas é de todos nós, Palmas é do povo, não é do Amastha, não. Quem é ele para colocar barreira em bairro da capital?”, questionou.

Entenda o caso

Amastha havia dito em discurso de campanha eleitoral em Taquari que considera aquele bairro um reduto seu. O prefeito criticou os ex-governadores — Siqueira Campos, Gaguim e Marcelo Miranda – por se sentir ofendido com as ações políticas que as lideranças do PMDB têm feito no bairro, citando obras realizadas por suas administrações. “Vocês imaginam que aquele po­vo sem vergonha (Marcelo, Ká­tia e Ga­guim), aquele cara que foi go­vernador por oito anos, aquele que ficou só mamando nas tetas do go­verno, a outra que é senadora que sempre foi do lado do governo e foi lá no Taquari falar mal do prefeito. Nunca fizeram nada por essa região, só aparecem de quatro em quatro anos. Já tiveram tempo pra fa­zer e não fizeram nada pela cidade”, afirmou o prefeito em seu pronunciamento.

Amastha atira para todos os lados

[caption id="attachment_13376" align="alignleft" width="300"]Prefeito de Palmas, Carlos Amastha: até o ex-aliado e ex-governador Siqueira Campos está no alvo   Foto: T1 Notícias Prefeito de Palmas, Carlos Amastha: até o ex-aliado e ex-governador Siqueira Campos está no alvo Foto: T1 Notícias[/caption] O prefeito de Palmas, Car­los Amastha (PP), não tem na­da a perder pelo menos nessas eleições. Por isso, foi escolhido pela base governista para ser franco-atirador contra os ad­versários políticos do governador San­doval Cardoso (SD). Não perdoa nem mesmo aliados. Até o ex-governador Si­quei­ra Campos (PSDB) tem sido o seu alvo. Não se sabe se es­ses tiros vão sair pela culatra, após o embate eleitoral deste ano. “Chega de Miranda, de Gaguim, de Siqueira”, esbravejou o prefeito, durante evento político no início da semana passada, em Taquaralto. E ironizou o velho Siqueira: “Estava na hora do velhinho se aposentar, ficar em casa, para que nós tomemos o seu lugar e possamos cuidar do Estado”. Amastha, que tem como candidatos de sua preferência nas eleições proporcionais Thiago Andrino (federal) e Major Negreiros (estadual), ambos do seu partido, criticou Marcelo Miranda e a senadora Kátia Abreu por terem membros da família disputando a eleição a deputado federal. O resumo disso tudo pode piorar ainda mais o desempenho eleitoral do governador candidato à reeleição. Pelo menos é o que acreditam os siqueiristas.

Sindicatos na “chapa-branca”

O Sindicato da Polícia Civil do Estado do Tocantins (Sin­pol) e o Sindicato dos Dele­ga­dos da Polícia Civil do Estado do To­can­tins (Sindepol) declararam apoio à reeleição do governador e candidato à reeleição Sandoval Car­doso. “É um reconhecimento nos­so pela abertura, pelo diálogo e pelo apoio que Sandoval Car­do­so tem nos dado”, afirmou Moi­se­mar Marinho, presidente da entidade.

Sabatina

Como não conseguiu emplacar o seu projeto de candidato à sucessão do pai, nem mesmo como postulante ao cargo de senador, o ex-secretário Eduardo Siqueira Campos decidiu disputar uma das 24 vagas de deputado estadual. E foi logo cuidando de comprar diretórios e lideranças políticas. Investiu pesado nas bases de candidatos aliados, na tentativa de ser o parlamentar mais bem votado e, com isso, ser o presidente da Assembleia Legis­lativa. O clima ficou tenso e constrangedor dentro da base aliada. Por conta disso, alguns candidatos declinaram da ideia de disputar o pleito. Exemplo desse episódio foi a desistência do deputado Iderval Silva, cuja principal colégio eleitoral é a região do Bico do Papagaio.

Sabatina

As centrais sindicais dos trabalhadores que têm sede no Tocantins estão organizando um grande evento cujo intuito é levar a pauta de reivindicações e ouvir dos candidatos suas propostas para os servidores públicos. A sabatina está prevista para o dia 15 de setembro, em Palmas.

É de esmorecer

“É importante ressaltar a avaliação positiva do nosso governo. Mesmo com pouco tempo de gestão, a população já está entendendo que nossa principal preocupação é administrar bem o Estado.” Assim reagiu o governador e candidato à reeleição Sandoval Car­doso (SD), com relação aos números da primeira pesquisa Serpes. Na consulta, Sandoval aparece com 20,1% das intenções de votos, contra 52,7% do ex-governador Marcelo Mi­randa (PMDB), uma diferença de mais de 32%. Pelo ritmo, o pleito será mesmo decidido já no primeiro turno.

Apoio de prefeitos do Jalapão

Um grupo de 27 prefeitos da região Nordeste e do Jalapão visitou o governador Sandoval Cardoso (SD) em sua residência, no dia 18, para declarar apoio à reeleição do candidato da coligação A mudança que a gente vê. Os prefeitos assinaram um documento em que firmam o compromisso de engajamento na campanha do candidato.

Jogar a toalha

Com a avalanche de adesões que o candidato Marcelo Miranda vem recebendo de prefeitos, ex-prefeitos e outras lideranças políticas do interior do Estado, tem analista político dizendo que Sandoval Cardoso poderia jogar a toalha e admitir a derrota. Entendem que seria uma saída mais digna para o governador.

Kátia Abreu ganha direito de resposta

Tocantins_1885.qxdO Ministério Público Elei­toral, por intermédio da Pro­curadoria Regional Eleitoral no Tocantins, manifestou-se favorável ao direito de resposta requerido em representação eleitoral ajuizada pela senadora da República e candidata à reeleição Kátia Regina Abreu  (foto) em desfavor da Editora Globo SA, referentes a supostas ofensas sofridas na reportagem “Roteiro do Charme — as românticas missões parlamentares da senadora Kátia Abreu a nove países — na companhia do namorado”, publicada pela Revista Época, edição nº 844, datada de 4 de agosto de 2014.

Montagem de informações

Em sua representação, Ká­tia Abreu alega que a matéria é uma mon­tagem de informações com o propósito de prejudicá-la durante sua campanha para o Senado Federal.

Situação de “desgoverno”

Candidato a governador pelo PMDB, Marcelo Miranda reagiu entusiasmado aos números da primeira pesquisa Serpes divulgada recentemente. “Reflete exatamente o que estamos sentindo nas ruas, por onde temos passado. O povo já não suporta mais essa situação de desgoverno e de caos administrativo e quer uma mudança com quem tem experiência e vontade política de fazer.”