O caso do assassinato do policial civil aposentado João Lourenço, de 64 anos, que teria sido morto pelo próprio filho, segundo as investigações da Polícia Civil, ganhou novos desdobramentos. Flávio Lourenço, apontado como autor do crime, afirmou em depoimento que João Lucas Correa teria participado da ação, fornecendo apoio logístico por meio do aluguel de uma arma, de uma carona e da suposta participação na ocultação do cadáver.

No entanto, o advogado de João Lucas, Luiz Gonzaga, procurou o Jornal Opção e apresentou elementos que, segundo a defesa, afastam qualquer envolvimento de seu cliente no caso. Entre as provas estão imagens de câmeras de segurança que mostram João Lucas na residência da namorada no horário em que o crime teria ocorrido, além de uma gravação de tela de conversas entre os dois, que, de acordo com a defesa, demonstraria que ele não tinha conhecimento do homicídio.

O advogado afirma que às 9h45 o carro de João Lucas ainda estava estacionado na porta da casa de sua namorada, em Senador Canedo e que ele teria chegado lá pelo menos 45 minutos antes. Também o áudio que Flavio encaminha para João às 10h20 ele também enviou para o tio do João oferencendo a caminhonete.

Luiz declarou “Já pedimos a delegacia para buscar essas imagens porque a gente comprova, porque o que coloca o João Lucas como latrocida é ele ter dado suporte material, ter ficado por ali com o carro vigiando, dando guarida para o Flávio, porém não era ele, nós temos a prova de que ele não estava no local”.

Supostamente, diz o advogado, ele desconfia que Flávio possa estar tentando acorbertar outra pessoa, apesar de não acusar ninguém “A gente não está aqui para acusar ninguém, nem o Flávio, a gente só quer mostrar a verdade do João Lucas, porque é um jovem de 20 anos que pode pegar no mínimo 24 anos de cadeia por um fato que ele não cometeu”.

Veja os vídeos compartilhados pelo advogado do celular de João Lucas e das câmeras de segurança na rua de sua namorada:

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