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A provocação do secretário-geral ao anunciar mais um decreto para os conselhos

[caption id="attachment_10460" align="alignright" width="620"]Secretáro Gilberto Carvalho: minando por dentro a autoridade de Dilma | Foto: Marcelo Camargo Agênica Brasil Secretáro Gilberto Carvalho: minando por dentro a autoridade de Dilma | Foto: Marcelo Camargo Agênica Brasil[/caption] No meio da semana, Carvalho, novamente assim como quem não quer nada, avançou mais uma casa no tabuleiro do poder. Com a autonomia de sempre, comunicou que o governo examina a assinatura de um novo decreto presidencial para criar um fundo que banque a operação dos conselhos populares. “Estamos trabalhando na ideia de um Fundo Financeiro de Par­ticipação Social”, anunciou o secretário diante de representantes do Conselho Nacional de Saúde, um dos braços dos movimentos sociais com que interage. “Vamos fazer também por decreto, a presidente Dilma pode fazer isso”, emendou. Ora, se o objetivo do PT é instalar a militância do partido no controle dos conselhos populares, criados para aparelhar o Estado com um mecanismo de representação que assegure aos petistas perenidade de influência no poder à margem do sistema eletivo cons­titucional, a operação dos mi­litantes é coisa para Gilberto Car­valho, que nunca fez outra coisa. A manifestação do secretário foi ainda uma forma dele reiterar a função que lhe cabe no coração do poder em nome de Lula. Atuar ali e não na periferia da campanha, como um subordinado da candidata à reeleição. Ao mesmo tempo, Carvalho se antecipou ao anunciar algo que a presidente gostaria de comunicar ela mesma na campanha. O pior para Dilma pode estar naquele momento em que o secretário afirmou que a presidente criaria o fundo por decreto. A declaração ocorreu quando propriamente se inicia a campanha com os partidos na rua. Se o PT já fala em financiar os conselhos, como ficam os aliados que não desejam disputar o poder legislativo com militantes? Outra coisa. Os aliados não aceitam a criação dos conselhos por decreto presidencial. Querem votar um projeto a respeito no Congresso, quando poderia emendar o texto. Os aliados têm poder para se impor. Na véspera da fala do secretário Carvalho, o Planalto mobilizou todas as duas forças para evitar que a Câmara aprovasse um decreto legislativo que derrubasse o outro decreto, o presidencial. Mesmo assim, os aliados se uniram à oposição e aprovaram por 294 a 54 um pedido de urgência para a votação do decreto que revoga o outro. No entanto, veio o recesso branco e tornou incerto o dia da votação do decreto que revoga os conselhos. Apesar de tudo, no dia seguinte, Carvalho aumentou o estrago no governo ao falar em mais um decreto. Pura provocação. Ao palácio, diga-se.

Com discurso de tributação mais simples, Baldy aglomera apoio de setor econômico

Alexandre Baldy (PSDB) conseguiu mais um apoio a sua candidatura a deputado federal. Trata-se de Elione Cipriano da Silva, presidente do Conselho Regional de Contabilidade de Goiás (CRC). Elione diz que o apoio se dá, entre outros fatores, pela defesa que Baldy tem feito de uma tributação mais simplificada. “Além disso, ele tem uma boa visão de desenvolvimento”, diz.

O que aconteceu em 2012 voltou para assombrar os partidos em 2014

O PMDB de Inhumas vive uma situação parecida com a das bases do partido nos demais municípios goianos: sem candidato e dividido. A divisão se dá, entre outros motivos, devido às desavenças de José Essado, nome grande do partido na cidade, com João Antônio. Acontece que Essado “traiu” João nas últimas eleições para prefeito quando, no meio da campanha, declarou apoio ao atual prefeito Dioji Ikeda (PDT). Como a diferença de votos foi pequena (2.233), atribui-se a Essado uma grande participação na eleição de Ikeda. Assim, João teria feito de tudo para minar a candidatura do companheiro de partido. Além disso, uma boa parte da legenda foi com Maria José Pacheco, peemedebista e ex-presidente da Câmara Municipal, apoiar a candidatura de seu sobrinho Pacheco Júnior, candidato a deputado estadual pelo PP. Essado ainda ficou sem o apoio (recíproco) do prefeito. Logo, Essado desistiu da candidatura e é grande a possibilidade de o PMDB na cidade declarar apoio à candidatura do governador Marconi Perillo.

A renúncia de Andrade no Senado renovou um símbolo com Aureliano em Minas

Se a ideia de Clécio Andrade (PMDB), ao renunciar ao mandato de senador, fosse apenas abafar o seu julgamento pelo Supremo Tribunal Federal por causa do mensalão mineiro, ele poderia fazer como o ex-deputado e governador E­duardo Azeredo (PSDB): renunciar em cima da hora e esperar que o processo fosse para Minas e adormecesse por lá. Na prática, a dois meses e meio da eleição presidencial, a renúncia de Andrade renovou um marco histórico em Minas, onde a política tradicional é feita com símbolos. Trinta anos depois, repete-se a aliança entre dois adversários oriundos da UDN e o PSD: o então vice-presidente Aureliano Chaves e o governador Tancredo Neves. A retirada de Andrade abriu a vaga no Senado ao suplente Anto­nio Aureliano Sanches de Men­don­ça (PSDB), o Toninho, único filho homem e herdeiro do velho Au­reliano. Como senador, Toninho passa a valorizar o seu apoio ao co­lega e companheiro tucano Aécio Neves, herdeiro de Tancredo. O velho Aureliano emergiu na UDN, passou pelos partidos da ditadura e tornou-se vice-presidente do general João Baptista Figueiredo, cuja sucessão pretendia disputar com o então governador Tancredo, vindo do PSD e candidato a presidente pelo PMDB na eleição indireta de janeiro de 1985. Sem ambiente com Figuei­re­do para também ser candidato, o vice Aureliano apoiou Tancredo na sucessão presidencial e retirou-se a política sem esperar dividendos pela sua participação. O político passou ser Toninho, que se reencontrou com os Neves na pessoa de Aécio. Juntou-se a eles Clécio An­drade, líder empresarial na área de transportes que se tornou vice-governador de Aécio. Neste ano, pretendeu se candidatar a governador, mas esbarrou na preferência do PMDB por alguém do PT. Agora, ao renunciar a um mandato que iria até janeiro, o Planalto perde um senador, os tucanos ganham um. Na renúncia, Andrade alegou problema com a saúde, o que se des­conhecia. Se renunciasse ao Se­nado apenas no fim do ano, quando seria julgado no Su­premo pelo mensalão mineiro, a troca de senador teria menor impacto em Minas.

Goiânia: o prefeito é bom, mas a gestão…

O vereador de Goiânia Anselmo Pereira (PSDB) diz que a má gestão em Goiânia irá, ao contrário do que dizem os peemedebistas, atrapalhar a candidatura de Iris Rezende (PMDB). Afinal, foi ele que avalizou Paulo Garcia (PT). “Goiânia está com muito entulho e isso enfeia a cidade”, diz o vereador, que também bate na qualidade do atendimento da saúde. Ironicamente, o vereador elogia Paulo, ao ressaltar que a prefeitura não tem portas fechadas para os vereadores.

Após outubro, Abelardo Vaz pode perder espaço no PP

Corre por Inhumas a seguinte questão: o líder do PP na cidade, o ex-prefeito Abelardo Vaz, pode perder espaço após as próximas eleições. Tendo desistido da candidatura a deputado estadual, a vaga foi preenchida por Pacheco Júnior. Se ele se sair bem, é possível que Abelardo perca o controle do partido, que já vive certa divisão. O grupo do ex-superintendente de Comércio Exterior da SIC, Ronnie Pessoni, por exemplo, está apoiando Vanderlan Cardoso (PSB) ao governo. As especulações ganharam força quando Abelardo não foi ao lançamento da candidatura de Pacheco, porque estava na praia com a família. Porém, o ex-presidente estadual do PP, deputado federal Roberto Balestra, afasta todas essas especulações ao afirmar que é Abelardo o coordenador da campanha de Pacheco, ao lado de Celsinho Borges – que deveria ter sido o candidato, mas que teve alguns problemas e, portanto, não quis assumir candidatura. “Ele [Abelardo] está de corpo de alma na campanha”, afirma Balestra.

Afinal, qual o real motivo para a desistência de Mabel?

Que o deputado federal Sandro Mabel não irá concorrer à reeleição, todos sabem. A questão é o motivo da “desistência”. Chegou-se a ventilar que ele quereria concorrer à Prefeitura de Goiânia em 2016. Ele, porém, desconversa. Diz não ter certeza se irá disputar ou não. Segundo ele, o motivo maior é querer descansar. “Minha saída da política estava planejada desde o último mandato. Só voltei para a política porque o Iris foi me buscar, mas já disse a ele que, terminando a campanha, eu vou embora”, disse ele em tom de brincadeira. Acontece que Mabel é o coordenador-geral da chapa peemedebista. E ele confirma que tem conversado com Iris Rezende para enxugar o discurso. “E ele tem gostado disso. Está animado. O discurso precisa ser mais objetivo e deixar as coisas velhas para trás”. Aliás, Mabel diz ter causado mudança no ânimo do pessoal: “As pessoas que estão na campanha estão aprendendo a levantar às 6 horas da manhã. E já vejo resultados, pois celulares que antes estavam desligados às 9 horas, agora atendem com o raiar do sol.”

QG peemedebista conta com animadores levantamentos internos

O ânimo principal por parte da chapa peemedebista nestas eleições, aparentemente vem de pesquisas. O que circula pelos corredores do QG peemedebista, na Avenida 85, é que várias pesquisas qualitativas têm sido feitas e os resultados apontam para uma renovação. “Com 16 anos, qualquer governo se cansa. Com o PMDB foi assim e, por isso, o governador Marconi Perillo foi eleito em 1998. Agora não será diferente”, diz um aliado de Iris. Ele aposta, principalmente, na rejeição ao nome de Marconi para sair vitorioso neste pleito.

“Iris tem disposição e vontade para fazer o melhor mandato da vida dele”

Coordenador geral da campanha do PMDB afirma que seu candidato ao governo tem capacidade de inovar e se renovar

Independente de estar no interior, o eleitor sabe o que está acontecendo

Os eleitores estão acompanhando tudo o que está ocorrendo, independentemente de estarem no interior ou na capital. É o que aponta o advogado e presidente do DEM em Crixás, Willian Xavier Machado. Ele afirma: “Não existe eleitor bobo mais. Aqui em Crixás, por exemplo, todo mundo está sempre conectado na internet e tem visto o quadro político se desenhar e eles irão ouvir o que os candidatos têm a dizer.”

Votação em Minaçu deve ficar em total equilíbrio entre Iris e Marconi

Minaçu é uma cidade em que o PMDB tem importância histórica. Tanto que nas eleições passadas a cidade ficou com Iris por uma diferença de 8% dos votos. Contudo, este ano será mais apertado. Pelo menos, é a análise feita por Maurides Rodrigues (PSDB), prefeito da cidade. Ele reconhece que Iris é forte na cidade, mas acha que o governador deu uma atenção especial ao município durante este mandato e, por isso, o quadro de votos deve ficar equilibrado nessas eleições. Ele diz: “Não tem eleição fácil. O que temos que fazer é já entrar com o time em campo. Precisamos mostrar a nossa capacidade de governança aqui e fazer o povo ver a quantidade de obras que o Marconi tem feito.”

“PHS não perderá nenhum candidato”

Na lista de processos de impugnação, divulgada pela Procuradoria Regional Eleitoral (PRE), o PHS tem três nomes, todos candidatos a deputado estadual: Rui Figueiredo, Eliezer Borges e Alex Batista. Porém, o partido acredita que não perderá nenhum candidato. O diretório estadual está acom­panhando de perto a questão. Dos três, Alex Batista é o favorito. Acredita-se que o ex-prefeito de Cidade Ocidental deva conseguir entre 10 mil e 12 mil votos nas eleições de outubro. Entre os favoritos, estão também: Jean Carlo, o Jean da Goiás Fomento, e Chiquinho de Oliveira.

João Campos avalia como “ótimo” o novo modelo de gestão de presídios

Luiz Bacci se dirigiu a apresentadora da Record com imagem do Instagram que foi entendida por seus seguidores como provocação e reacendeu debate sobre a identidade goianiense

Mais de 300 palestinos morreram em 12 dias de ofensiva israelense em Gaza

Em 12 dias de ofensiva israelense na Faixa de Gaza, 330 palestinos morreram e mais de 2.400 ficaram feridos. As vítimas, em sua maioria, são civis. Segundo fontes médicas, o número de mortes aumentou muito desde a noite de quinta-feira (17), quando o Exército de Israel iniciou uma ofensiva terrestre, que se soma aos bombardeios da Aviação e da Marinha de Guera. Somente nas primeiras 24 horas da incursão terrestre, mais de 70 palestinos morreram nos ataques, concentrados nos bairros do norte e do sul da Faixa de Gaza. Na noite passada, a violência foi particularmente intensa nos bairros de Beit Lahia e Beit Janun, onde um obus das forças israelenses matou oito pessoas de uma mesma família. No sul da Faixa, uma das áreas mais castigadas por terra, mar e ar, três pessoas morreram em um bombardeio noturno. Na localidade de Jan Yunis, também ao sul, quatro pessoas morreram e cinco ficaram feridas na noite de ontem (18). Em Rafah, perto da fronteira com o Egito, os mortos em ataques israelenses chegaram a uma dezena. As crianças, que são quase metade da população da Faixa de Gaza, também são  vítimas do conflito entre os israelenses e palestinos: cerca de 80 menores de idade morreram desde que começaram as hostilidades.

Mulher abandona filhos para morar com ex-presidiário em ponto de ônibus no Distrito Federal

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