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Advogados encabeçam a disputa

Dos seis candidatos a governador, dois são advogados (Luis Cláudio e Ataídes Oliveira), um é jornalista (Carlos Potengy), um médico (Joaquim Rocha) e dois não têm formação superior (Sandoval Cardoso e Marcelo Miranda). Os advogados dominam, portanto, a disputa pelo Palácio Araguaia.

Plenário do TRE vira centro das atenções

O plenário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) virou o centro das atenções dos candidatos. É de lá que pode sair a sentença que vai turbinar a campanha de muitos candidatos ou eliminar alguns da disputa. Até o dia 5 de agosto, quando termina o prazo de julgamento dos pedidos de registro de candidaturas, permanece o clima de expectativa.

Sem dinheiro, dificilmente se consegue o apoio de alguém

[caption id="attachment_10990" align="alignleft" width="300"]Antônio Faleiros: “Depois da saúde, minha bandeira no Congresso será a reforma política”  | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Antônio Faleiros: “Depois da saúde, minha bandeira no Congresso será a reforma política” | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Eleição para deputado federal demanda altos investimentos, pois é necessário aglutinar muito apoio e formar bases pelo Estado. Isso é sabido. Porém, as bandeiras representadas pelos candidatos também são de suma importância. E é nesse ponto que um dos favoritos da base para a Câmara Federal, o ex-secretário de Saúde Antônio Faleiros (PSDB) tem apostado. Faleiros diz que as eleições atualmente têm um defeito: “profissionalizou-se a campanha, mas não a política.” Segundo ele, são poucos a dispensar apoio por puro entrosamento com as bandeiras levantadas pelo candidato. “Hoje, qualquer pessoa que tenha algum tipo de liderança só quer te apoiar se for para ganhar algo em troca. Assim, eu não quero. Por isso que, quando eleito, minha principal causa depois da saúde, será a reforma política”, diz. Faleiros está concentrando sua campanha principalmente em Goiânia, onde é mais conhecido, mas passará a dispensar algum tempo no interior também a partir de agosto. Com o apoio dos servidores da saúde, médicos, da Igreja Católica e de segmentos evangélicos e de militares, o ex-secretário tem a expectativa de conquistar 100 mil votos, o que é o suficiente para que ele se eleja, mesmo estando no chapão.

Representação beira o real

Júnior Coimbra é um caso raro de político com forte vocação artística. Sua representação beira o real. Depois de contribuir com o governo desarticulando o PMDB até onde pôde, agora posa de vítima do que chamou de “autoritarismo” do partido que o arredou do comando. O deputado vai terminar se convencendo que sempre trabalhou pela eleição de Marcelo Miranda e Kátia Abreu, mas o partido é que atrapalhava, e que sua boa relação com membros do governo é por pura solidariedade aos líderes incompreendidos.

Coimbra mantém coerência siqueirista

O deputado Júnior Coim­bra (PMDB) tem razão. Não é mesmo de se estranhar vê-lo ser fotografado ao lado do governador Sandoval Cardoso (SDD) em visita pelo interior do Estado. Afinal, o deputado está apenas mantendo a coerência. Está do lado onde sempre esteve.

Sandoval Cardoso tem a difícil missão de “salvar” os aliados

O governador Sandoval Car­do­so (SD), que em função de acordos políticos já tinha a obrigação de eleger o ex-secretário de Relações Institu­cionais Eduar­do Siqueira a deputado estadual e reeleger mais 16 deputados que o fizeram governador indireto, terá agora também que “salvar” Júnior Coim­bra, que corre sério risco de perder a reeleição depois que foi acusado pela executiva nacional do PMDB de tentar entregar o partido ao governo. Não será tarefa fácil diante do sentimento de mudança da sociedade. No caso de Coimbra tem um agravante, os votos serão computados para o PMDB e não para a chapa governista.

Executiva do PMDB volta a acusar adversários de deturpar informações

Em nota a comissão interventora do PMDB volta a acusar adversários de deturpar informações para prejudicar o candidato da coligação oposicionista. Diz a nota: “‘A Experiência Faz a Mudança’ vem a público denunciar à população as práticas espúrias de seus adversários, deturpando reportagem da Veja On-Line desta semana, fazendo de uma matéria que apenas relaciona candidaturas questionadas pelo Ministério Público Eleitoral dos Tribunais Regionais Eleitorais, sem juízo de mérito, para confundir os eleitores do Tocantins, atribuindo à Revista a falsa informação de que o ex-governador Marcelo Miranda estivesse inelegível,” explica a nota informando que ex-governador tem sua candidatura garantida pelo TJ Tocantins, que suspendeu, liminarmente, os efeitos de um decreto ilegal da Assembleia Legislativa. E também pelo Tribunal Superior Eleitoral que em decisão da ministra Luciana Lóssio, no dia 29 de maio de 2014, firmou entendimento, transformado em acórdão, de que o prazo de inelegibilidade deve ter início na data da eleição questionada. Portanto, segundo a nota, no dia 5 de outubro de 2014, Marcelo Miranda está plenamente elegível.

Deputado adota novo discurso

Mas o que chama atenção no deputado peemedebista não é só a coerência, mas a capacidade de transformação. Depois de mais de dois anos mantendo um discurso ameaçador contra o ex-governador Marcelo Miranda e mais recentemente contra a senadora Kátia Abreu, Coimbra adota agora uma atitude de paz e amor. Diz até que gostaria muito de estar ajudando o seu partido, mas que foi rejeitado pela cúpula. O que, segundo ele, explica a sua ligação com Sandoval. Não

Seis candidatos disputam governo

O Tocantins ganha mais um candidato a governador. Trata-se do advogado Luis Cláudio, que foi lançado de última hora pelo PRTB, numa correção de rumo da legenda. A executiva nacional fez intervenção no diretório regional e decidiu lançar candidato próprio, retirando o partido da base do governo. Compõem a chapa majoritária os empresários Odethe Catumbia como candidata a vice, e Joel Matos na disputa pela cadeira no Senado. Agora são seis os candidatos ao governo do Estado.

Frieza é que o povo tem a oferecer aos políticos

Aguimar Jesuíno (PSB), candidato ao Senado na chapa do também pessebista Vanderlan Cardoso, tem participado de viajado bastante nos últimos dias devido à campanha. E ele atesta: a população tem demonstrado muito frieza em relação à política e aos políticos. “A população está insatisfeita com a política de modo geral. E não é efeito da Copa. Isso vem de antes. Veja as manifestações do ano passado”, declara. E Aguimar afirma que essa insatisfação não é apenas da população, mas dele também. “Sou o único candidato a senador que pode fazer o discurso das reformas, pois sou o único, entre os grandes partidos, que nunca tive mandato no Congresso Nacional”, afirma se referindo a Vilmar Rocha (PSD), Ronaldo Caiado (DEM) e Marina Sant’Anna (PT). “Não tenho tempo de TV, nem sou tão conhecido da população quanto os outros, mas tenho discurso e falarei em nome da insatisfação do povo no horário eleitoral”, diz o senatoriável. O que pode ajudar Aguimar é a grande quantidade de indecisos. A última pesquisa Fortiori, por exemplo, mostrou que 80% do eleitorado não sabe em quem votar para senador.

Coligação governista admite medo do adversário

A contestação da coligação “A mudança que se vê” contra a realização da convenção do PMDB é mais um desses absurdos do siqueirismo contra a candidatura do ex-governador Marcelo Miran­da que foge ao racional. A coligação governista não é parte legítima para esse tipo de reclamação. Só um membro do partido poderia fazer. A medida leva a concluir que os governistas falam de inelegibilidade do ex-governador, mas não confiam totalmente nesta tese, por isso em via das dúvidas buscaram minar a candidatura do peemedebista no seu próprio partido. Como já não contam mais com colaboradores no partido adversário, o jeito foi admitir que tem medo do PMDB e a busca desesperada para tentar evitar disputar contra ele.

Para Barbosa Neto, quem perdeu apoio foram os tucanos

Um dos coordenadores da campanha de Iris Rezende ao governo, Barbosa Neto tem evitado falar sobre divisão de partido ou mesmo a respeito do grande número de prefeitos peemedebistas que não apoiarão a candidatura de Iris em virtude de outros candidatos. Para ele, ninguém perdeu mais apoio do que o governador Marconi Perillo (PSDB). “O governador perdeu o líder nacional do DEM, Ronaldo Caiado, e o deputado federal Armando Vergílio (SD). O que fará o PMDB crescer é a falta de planejamento do governo atual. Apoios são questões menores”, diz. Para ele, o verdadeiro debate não são os apoios que cada um tem, mas a atual situação que o Estado vive, citando, entre outros temas, o imbróglio da Celg. “Esse é o debate. Porém, estão desvirtuando-o a todo o momento. Mas não deixaremos”, declara Barbosa.

PT avalia trocar as cores do partido. Pelo menos no DF

Durante o primeiro mandato do presidente Lula, o PT era considerado um dos partidos mais queridos do país. Mas depois das sucessivas crises tanto no cenário nacional quan­to nos Estados, o partido já não é tão bem visto assim. No DF, por exemplo, o governador Agnelo Queiroz tem uma rejeição de quase 70%. Isso, somado aos quase 30% de rejeição da presidente Dilma. É muita rejeição para um partido só. Tanto é que em Brasília materiais de campanha de candidatos petistas, como placas e panfletos, tem sofrido ataques de vandalismo. Por isso, o PT de Brasília tem pensado em variar um pouco suas cores nesta campanha. Em vez de usar o famoso “vermelho PT”, o partido quer usar mais o amarelo ou tons pastel. Será que cola?

“Vamos resgatar a confiança da população em nossas polícias”

Candidato a governador pelo PRTB se diz o novo na política e anuncia prioridade com saúde e segurança

Mas de dez mil votos em Goianésia para Marconi, garante peemedebista

Apesar de ser administrada por um tucano, Goianésia é, tradicionalmente, um reduto peemedebista. Por isso, Frederico Jayme (PMDB) foi enviado para trabalhar na cidade a favor do governador Marconi Perillo (PSDB). E ele garante que o governador terá mais votos do que obteve no segundo turno de 2010. Na ocasião, o governador teve 1700 votos na cidade. A garantia deste ano, segundo Frederico, é de que ele terá mais de 10 mil votos.