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Durante evento político em Hidrolândia, prefeito do DEM reitera apoio à reeleição de Marconi Perillo

“É a primeira carreata que faço nesta campanha, e começamos com o pé direito. A população foi receptiva”, comentou o governador

Tucanos e peemedebistas acreditam na possibilidade de aliança entre PSDB e PMDB em 2018

Sondar o futuro com tanta antecedência é, na maioria das vezes, infrutífero, porque a realidade vai mudando no dia a dia, desconfigurando articulações de longuíssimo prazo. Mas tucanos e peemedebistas goianos avaliam, em conversas reservadas, que, com uma possível derrota de Iris Rezende, que o aposentaria politicamente de vez, possivelmente poderão caminhar juntos na disputa de 2018. Conta-se que o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, sonha com a hipótese de disputar o Senado, em 2018, numa dobradinha com o governador Marconi Perillo. Na eleição seguinte, há duas vagas para o Senado — as ocupadas atualmente por Lúcia Vânia (PSDB) e Wilder Morais (DEM). E quem seria o candidato a governador? Fala-se em Júnior Friboi (PMDB) e/ou Giuseppe Vecci (PSDB). O nome de Alexandre Baldy, que deve ser candidato a prefeito de Anápolis em 2016, também é apontado como alternativa. Assim como José Eliton, do PP —hoje muito ligado a Marconi. Detalhe: acredita-se que a aliança do PMDB com o PT em Goiás já era. Implodiu.  

Biografia mostra que depressão levou Primo Levi ao suicídio

[caption id="attachment_12128" align="alignleft" width="300"]Biografia revela o Primo Levi que livros autobiográficos não mostraram Biografia revela o Primo Levi que livros autobiográficos não mostraram[/caption] O judeu italiano Primo Levi foi levado para Auschwitz, mas sobreviveu. Em larga medida, por ser um químico competente. Ao sair, continuou trabalhando como químico e se tornou um dos mais poderosos escritores do século 20. “É Isto um Homem?” (Rocco, 256 páginas, tradução de Luigi Del Re) é um dos livros mais notáveis sobre o cotidiano dos indivíduos no campo de extermínio nazista. O leitor que quiser conhecer a história do campo localizado na Polônia talvez deva começar por esta obra séria e penetrante. Com seus livros sobre Ausch­witz — escreveu ficção sobre outros assuntos —, Primo Levi consagrou-se como um dos principais memorialistas, senão o maior, do horror nazista. Fica-se com a impressão de que sobreviveu para contar, para contar bem, com largueza de visão e certa implacabilidade. Porém, mesmo consagrado e respeitado praticamente em todo o mundo — Philip Roth é um dos mais apaixonados leitores de sua obra, que ajudou a divulgar e estabelecer nos Estados Unidos —, Primo Levi tinha depressão, às vezes chamada de “mal silencioso”. Em abril de 1987, aos 67 anos, Primo Levi matou-se, jogando-se da escada do edifício no qual morava, em Turim. Estava muito deprimido. Não houve testemunhas, mas ninguém o empurrou. A conclusão da perícia técnica de Turim é que se suicidou. Recém-operado de uma cirurgia de próstata, estava mal psiquicamente, e dizia não acreditar que algum dia ficaria bem (da depressão) e admitia que era muito difícil receber visitas. A enfermeira Elena Giordanino, que cuidava da mãe de Primo Levi, Ester, contou à polícia que o escritor estava “muito alterado. Às vezes o via sentado com a cabeça entre as mãos, pensando”. Estava angustiado. Lucia, mulher do escritor, relatou que ele estava “deprimido”. “Primo estava cansado da vida... Fizemos o possível para nunca deixá-lo só. Nunca. Mas só um momento foi suficiente.” Não é fácil contar a vida de Primo Levi, porque ele próprio revelou parte dela, aparentemente “encobrindo” detalhes, quem sabe por julgá-los sem importância, e não com o objetivo de falsificar. Era cioso com sua própria história. O inglês Ian Thomson, de 53 anos, embora desencorajado por algumas pessoas, decidiu pesquisar a vida do escritor com o objetivo de escrever uma biografia não definitiva, porque isto é ficção, e sim a mais ampla possível. Descobriu, por exemplo, que, mesmo antes de ser enviado para Auschwitz, na década de 1940, Primo Levi já sofria de fortes crises de depressão. O campo de extermínio por certo potencializou seu problema de saúde. Porém, mesmo com depressão, trabalhou como químico e se tornou um dos maiores escritores do século 20. A depressão levou-o à morte, mas não impediu que escrevesse bons livros, como “É Isto um Homem?” e “A Trégua” (Companhia das Letras, 360 páginas, tradução de Marco Lucchesi). A Companhia das Letras publicou a ótima coletânea “71 Contos de Primo Levi” (528 páginas, tradução de Maurício Santana Dias). A intenção do biógrafo não é demolir Primo Levi, até porque não há o que demolir, e sim compreender como este homem, atormentado a vida inteira, sobreviveu a Ausch­witz e escreveu uma obra literária e de testemunho a um só tempo bela, dolorosa e poderosamente informativa. O autor italiano é a prova de que o indivíduo — aquelas pessoas ímpares — faz a diferença em qualquer lugar. “Primo Levi” (Belacqva, 743 páginas, tradução de Julio Paredes), do escritor e jornalista inglês Ian Thomson, é uma biografia de alta qualidade, absolutamente imperdível. Citei trechos da história do suicídio, mas a biografia revela muito mais do que a morte, que, claro, não é o centro da vida de nenhuma pessoa. Vale a pena traduzi-la no Brasil. Denise Bottmann se candidataria a transpor a bíblia sobre Primo Levi para o português? A edição comentada saiu em Barcelona em 2007 e o texto original foi publicado em 2002 na Inglaterra. Quando lançada, “Observer” anotou: “Uma das melhores biografias literárias do ano... Soberba... Levi, acreditamos, a apreciaria”. Outra publicação, “London Review of Books”, adotou tom parecido: “Esta biografia é inteligente, brilhante, notável, excelente e importante”. Os adjetivos não são exagerados. As duas publicações têm razão: “Primo Levi” é um exemplo de biografia muito bem escrita, e com um rigor impressionante, digna das melhores pesquisas de scholars americanos e ingleses e da estirpe das excelentes biografias “Chatô — O Rei do Brasil”, de Fernando Morais, e “Nelson Rodrigues — O Anjo Por­no­gráfico”, de Ruy Castro.

Lucas Vergílio cresce no interior e pode ser eleito deputado federal

Entre os candidatos a deputado federal, a principal surpresa deve ser Lucas Vergílio, do Solidariedade. O garoto é hábil nas articulações políticas e com o apoio do pai, Armando Vergílio, tem chance de ser eleito deputado federal. O deputado estadual Ney Nogueira é um dos principais coordenadores da campanha de Lucas Vergílio.

Em compasso de espera pra ver como vai ficar

Governistas querem deslanchar de vez com os programas eleitorais no rádio e na TV. Para a oposição, será o último cartucho

Marcelo Melo aposta que, em Brasília, será eleito o terceiro colocado nas pesquisas, Rodrigo Rollemberg

O quadro eleitoral de Brasília é dos mais indefinidos. O ex-deputado Marcelo Melo (PMDB) diz que o quadro é tão confuso que o terceiro colocado nas pesquisas, o senador Rodrigo Rollemberg, do PSB, deve ser eleito governador. O socialista está atrás de José Roberto Arruda (PR), o líder, e do governador Agnelo Queiroz (PT). Mas, como a questão ética terá peso fundamental na disputa, Melo aposta que Rollemberg será eleito.

Campanha de Marconi começa por Trindade discussão de proposta de plano de governo

Prefeito Jânio Darrot, que coordenará ações em 12 cidades da região, elogia ideia de ouvir as demandas dos municípios

Gomide ainda lidera em Anápolis, mas começa a perder terreno para Marconi Perillo

Antônio Gomide era a esperança de Anápolis. Mas o eleitorado do município começa a avaliar que o petista não tem chance de ser eleito governador de Goiás. Por isso começa a migrar — o tal voto útil — para o governador Marconi Perillo. Gomide ainda está na frente do tucano-chefe, na cidade, mas começa a perder terreno. O capital pessoal de Gomide ainda é alto e o eleitorado o aprova. Porém, ao mesmo tempo, o eleitorado anapolino não quer a vitória de Iris Rezende e tende a bancar Marconi para o governo. O tucano, antes apontado como segunda opção do anapolino, começa a aparecer como primeira opção — dada a tese, insista-se, do voto útil. O que o anapolino não quer mesmo é ver Iris Rezende no governo do Estado. Os moradores do município, e não apenas os empresários, dizem que o PMDB não tem apreço por seus assuntos e interesses.

A tênue linha entre proposta e falácia eleitoral

Governo diz que oposição politiza a questão da segurança por causa da eleição, mas o debate é, sim, um tema pertinente num processo eleitoral

Candidato a deputado estadual, Lívio Luciano aposta em vitória de Iris

Candidato a deputado estadual pelo PMDB, Lívio Luciano inaugurou seu comitê na semana passada, com a presença do candidato do partido a governador, Iris Rezende. Lívio Luciano garante que “Iris está muito animado. Ele acredita que será eleito e que os programas eleitorais na televisão e no rádio serão fundamentais para que suas propostas sejam conhecidas do eleitorado. Em termos de projeção para o segundo turno, somos mais fortes”.

Larissa Paiva, a jovem que brilha na militância em defesa do governador Marconi Perillo

militancia online

Fugindo aos esquemas tradicionais de proselitismo, a eleição de 2014 já está marcada pelo aparecimento de uma personagem que chama atenção por inverter a lógica da política.

Trata-se da estudante de Arquitetura da PUC, Larissa Paiva, que surgiu como uma novidade interessante no cenário normalmente árido, formal e empolado do mundo político.

Com ar jovial, próprio da idade (tem 19 anos), e expressão pura de uma adolescente, ela criou um comitê virtual de forma espontânea para apoiar o candidato Marconi Perillo e logo foi destacada pela mídia.

Fez sucesso, chamou a atenção do tucano e passou a ser uma das estrelas da campanha do PSDB.

Com ela, Marconi dialoga com a juventude descolada atualmente distante e praticamente apolítica.

Larissa abriu esta porta para o tucano ao não usar o discurso formal e tradicional dos agentes políticos, sejam jovens ou não na idade.

Ela arejou a campanha do governador e se tornou o grande fato novo desta eleição.

Detalhe importante: ela não tem cargo comissionado no governo, não almeja trabalhar na administração, caso Marconi vença, nem é candidata a cargo eletivo nas próximas eleições, segundo rebelou ao Jornal Opção.

"Quero apenas participar e ajudar o eleitor a escolher o melhor candidato a governador", diz. "Não dá para ficarmos omissos", afirma.

É melhor uma máquina pública enxuta ou obesa?

Os oposicionistas Aécio Neves e Eduardo Campos defendem enxugamento dos 39 ministérios de Dilma Rousseff

Políticos ligados ao ex-governador Alcides Rodrigues não disputam eleições

Pessoas da estrita confiança do ex-governador Alcides Rodrigues (PSB) vão sumindo da política: Sérgio Caiado, Pankão, Carlos Silva, Ney Nogueira. Resistem o deputado estadual Francisco Gedda (PTN), candidato à reeleição, e Ernesto Roller (PMDB), que disputa cadeira na Assembleia.

Alcides não conseguiu constituir uma liderança política, ao contrário do governador Marconi Perillo e de Iris Rezende.

O próprio Alcides Rodrigues desistiu de candidatura e curte as delícias de suas fazendas em Goiás e no Pará.

Ney Nogueira desiste de disputa porque não acreditava que seria reeleito

Ney Nogueira (SD) é o quarto deputado a desistir de disputar cargo político em outubro. Helder Valin (PSDB), Ademir Menezes (PSD) e Samuel Belchior (PMDB) já estavam fora da reeleição. O problema de Nogueira é falta dinheiro e, sobretudo, crença de que não seria reeleito.

Vanderlan estaria escondendo seu vice, o Professor Alcides?

Há uma história de que Vanderlan Cardoso está escondendo seu vice, o Professor Alcides, dono da Unifan, para que o eleitor pense que o ex-governador Alcides Rodrigues é seu vice.