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O deputado estadual eleito Jean Carlo (PHS) é cotado para um cargo de proa no possível quarto governo de Marconi Perillo. Ele tem sido apontado, com frequência, para a Secretaria de Gestão e Planejamento. Jean Carlo tem experiência com gestão, pois, durante anos, atuou como dirigente do grupo Superfrango, do empresário José Garrote.
Para a vaga de Jean Carlo, na Assembleia Legislativa, pode ir o pastor Elismar Veiga, de Anápolis, filiado ao PHS. Isto claro se o deputado eleito assumir mesmo uma secretaria de um possível quarto governo de Marconi Perillo. O respeitado pastor Elismar Veiga teve uma votação pequena, mas, além de ser de Anápolis, integra a Assembleia de Deus. O governador Marconi Perillo tende a agradar a cidade e a igreja.
A senadora tucana Lúcia Vânia está feliz da vida: conseguiu eleger seu sobrinho Marcos Abrão (PPS) para deputado federal e sua aliada política Lêda Borges (PSDB), ex-prefeita de Valparaíso, para deputada estadual. A senadora Lúcia Vânia agora está forte tanto na Câmara Federal quanto na Assembleia Legislativa. O PPS, por sinal, não desistiu do passe da política, considerada como uma das mais atuantes senadoras do País. Lúcia Vânia é discreta, avessa aos holofotes da mídia, mas é uma gigante nas comissões. A Sudeco só saiu do papel graças aos seus esforços pessoais.
Comando central da campanha de Iris Rezende criou suspense ao anunciar explosão de um fato novo que mexeria com a eleição. Nem explodiu, nem repercutiu tanto assim
Pouca gente sabe, mas o famoso Bolso Família é tão-somente um programa social criado por Lúcia Vânia, quando fazia parte do governo de Fernando Henrique Cardoso, e por Ruth Cardoso, doutora em antropologia e mulher do presidente-sociólogo.
O deputado Fábio Sousa (PSDB) poucas vezes apareceu na lista de possíveis eleitos. Mas, com uma campanha azeitada e profissional, conseguiu se eleger deputado federal. A missão de Fábio Sousa, a partir de agora, é se tornar um político mais ecumênico e menos evangélico. Não, ele não vai deixar de ser evangélico, mas quer espraiar suas ações em outros campos da sociedade. Porque Fábio Sousa, ainda bem jovem, pretende, um dia, disputar a Prefeitura de Goiânia. Se ficar com a “pecha” de que é apenas evangélico, sem contatos fora do meio, dificilmente conseguirá ser candidato. Além disso, Fábio Sousa precisa ampliar seu raio de ação em outros setores evangélicos — para além da respeitada e poderosa Igreja Fonte da Vida. Para crescer politicamente, não pode ficar circunscrito a um grupo religioso. Precisa ter mais abertura para a sociedade.
João Campos, embora evangélico, mantém contatos, de primeiro grau, com setores da Igreja Católica. É seu diferencial. João Campos terá menos dificuldade, por exemplo do que Fábio Sousa, para disputar as prefeituras de Goiânia ou de Aparecida de Goiânia. O deputado federal tucano, reeleito pela terceira vez, tem uma atuação espraiada pela sociedade, para além das igrejas evangélicas. As igrejas são o seu forte, mas em atua em outras, como a polícia, e é respeitado por setores da Igreja Católica.
Políticos em campanha, ao passarem por Luiz Alves, nas proximidades de São Miguel do Araguaia, encontraram o conselheiro Sebastião Caroço pescando. “Estou aqui pescando uns dourados e umas piraíbas”, revelou. Ao lado, estava sua mulher, também pescadora experimentada.
É consenso entre todos os grupos políticos de Formosa: a gestão ruim e equivocada do prefeito Itamar Barreto, do PSD, contribui para eleger Ernesto Roller para deputado estadual. Mais: tende a eleger Roller para prefeito, em 2016. O peemedebista agradece, aos deuses da política, por ter um adversário como Barreto.
Conta-se que, quando discutia como o suíço Carl Gustav Jung, o pai da psicanálise, Sigmund Freud, às vezes desmaiava. Relata-se que, quando ouve o nome de Aécio Neves, porque este bate duro e está se tornando tão teflon quanto Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff assusta-se e passa mal, como no debate da semana passada. Dilma teria dito que não está acostumada a apanhar tanto. Nos quatro anos de seu governo, ela bateu duro em alguns ministros. Política decente, sem envolvimento pessoal em qualquer falcatrua, a presidente também lamenta o fato de que não pode pôr a boca no trombone no caso Petrobrás.
Se a presidente Dilma Rousseff for derrotada, é praticamente certo que o prefeito de Goianésia, Jalles Fontoura, vai tentar aproximar Edward Madureira, ex-reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG) e um gestor de primeira grandeza, do governador Marconi Perillo. Por ser professor, e sobretudo por ter sido reitor, Edward terá facilidade para lidar com os professores do Estado. Por enquanto, a única rival de Edward é a professora Raquel Teixeira, que foi uma das mais qualificadas secretárias da Educação da história de Goiás.
Não se comenta outra coisa na Câmara de Vereadores da capital: se o governador Marconi Perillo for reeleito e se Aécio Neves for eleito presidente, o prefeito de Goiânia pode sofrer impeachment em 2015. Mas por que impeachment se Paulo Garcia foi eleito pelo voto e, até onde se sabe, faz um governo com dificuldades mas honesto?
Petistas têm notado que o candidato do PMDB a governador de Goiás, Iris Rezende, está fazendo o possível para descolar sua imagem da do prefeito de Goiânia, Paulo Garcia. Eles estão achando muito estranho, pois o prefeito petista tem uma adoração quase religiosa pelo peemedebista-chefe. Em debate recente, quando o tucano-chefe Marconi Perillo apontou a conexão de Iris com Paulo Garcia, Iris foi brusco e não aceitou a associação. O irismo acha que Paulo Garcia, com uma gestão mal avaliada, contribuiu para a queda da popularidade de Iris Rezende em Goiânia.
Ao aceitar indicação para o secretariado-fantasma de Iris Rezende, o deputado federal Ronaldo Caiado, que não aceita estelionato eleitoral, está sugerindo que não acredita na vitória do peemedebista-chefe. Fica-se com a impressão de que, em desespero, o irismo quer organizar um Exército de Brancaleone
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Suposto serial killer Tiago Henrique teria tentado suicídio, mas foi socorrido por bombeiros | Foto: Fernando Leite / Jornal Opção[/caption]
Após 70 dias de investigação, a Polícia Judiciária da Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO) apresentou na quinta-feira, 16, o suposto serial killer Tiago Henrique Gomes da Rocha, de 26 anos, que teria assassinado ao menos 39 pessoas em Goiânia. No momento da prisão, realizada na terça-feira, 14, em sua residência no Setor Conjunto Vera Cruz, a polícia encontrou com o suspeito uma arma e uma moto utilizadas nos crimes. Na madrugada do dia seguinte, Tiago Henrique tentou suicídio na Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc), no Complexo de Delegacias Especializadas, no Setor Cidade Jardim. Ele cortou os pulsos com o vidro de uma lâmpada. Ele estava detido em uma cela isolada. Socorrido por uma equipe do Corpo de Bombeiros, o suspeito levou seis pontos nos braços, o que não adiou sua apresentação à população.
Na quarta-feira, 15, a arma foi analisada pela superintendente da Polícia Técnico-Científica de Goiás, Itatiana Pires, que confirmou o nome de seis jovens que foram assassinadas “efetivamente” por essa arma: Ana Lídia Gomes, 14 anos; Isadora Cândido, 15; Juliana Dias, 22; Rosirene Alberto, 29; Thaynara da Cruz, 13; Thamara Conceição, de 17. Em seu depoimento, que durou mais de sete horas, Tiago afirmou que foi abusado sexualmente e que mantinha relações homoafetivas. “Ele teve relacionamento sexual com homens e, inclusive, matou um dos seus parceiros”, disse o delegado titular da Delegacia Estadual de Investigação de Homícidios (DIH), Murilo Polati.
Ainda no depoimento, o então vigilante do grupo Fortesul confessou os crimes e revelou que praticava os assassinatos após consumo de bebidas alcoólicas. Representante da empresa disse que foi surpreendido por Tiago pertencer ao quadro de funcionários. Emocionados, os familiares, que acompanharam a apresentação do suspeito, afirmaram que, apesar do sofrimento, respiram mais aliviados.
Justiça suspende venda de áreas públicas em Goiânia
Em votação unânime, os desembargadores da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO) mantiveram, na quarta-feira, 15, a liminar que suspendeu a venda de 18 áreas públicas pela Prefeitura de Goiânia. Em maio, o projeto de lei do Paço foi aprovado em segunda votação na Câmara Municipal. O município havia recorrido contra a decisão do juiz Fabiano Abel de Aragão, que questionava se a cidade conta, atualmente, com quantitativo de postos de saúde, delegacias e escolas públicas suficientes para atender a todos os bairros, visto que, inicialmente, as 18 áreas citadas teriam como destino a construção destes empreendimentos. Com a venda das áreas, a prefeitura pretendia solucionar a crise financeira vivenciada pela gestão do prefeito Paulo Garcia (PT).40 caminhões reforçam limpeza urbana
Após promessas, já antigas, que entregaria novos caminhões para melhorias na limpeza urbana da capital goiana, o presidente da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), Ormando Pires apresentou, juntamente com o prefeito Paulo Garcia (PT), 40 novos caminhões. A nova frota se junta a outros 27 veículos já disponíveis para a coleta de lixo orgânico. Os automóveis são mais modernos que os antigos e transportam até 12 toneladas de carga. Os caminhões passam a ser propriedade da Prefeitura de Goiânia, dispensando a locação de veículos por terceiros. Dos 67 caminhões, 10 ficaram na reserva. A promessa aos goianienses era que a nova frota fosse entregue em julho e, adiada, ficou para agosto, mas também não foi cumprida.Dilma tem “amarelão” após debate com Aécio
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, passou mal na quinta-feira, 16, após um debate acalorado no SBT, em São Paulo, com o adversário tucano Aécio Neves. A petista teve uma crise glicêmica e os médicos dela atribuíram o episódio ao calor e ao cansaço. Os dois candidatos levaram acusações pessoais para o segundo debate do turno final da eleição, em clima que remeteu à disputa entre Fernando Collor de Mello e Lula da Silva, em 1989. Dilma insinuou que o rival foi apanhado dirigindo sob efeito de droga e álcool e que beneficiou parentes em seu governo. O senador Aécio respondeu que um irmão de Dilma foi funcionário fantasma da prefeitura petista de Belo Horizonte e a acusou de patrocinar a “mais baixa das campanhas eleitorais” da história.Documento da Igreja causa polêmica
Líderes católicos conservadores reagiram à divulgação de um documento do Vaticano que propõe uma abertura em relação aos divorciados e aos homossexuais. O documento preliminar “relatio” foi escrito por uma comissão de bispos após uma semana de discussões na Assembleia-Geral Extraordinária do Sínodo. Segundo o secretário especial do Sínodo, dom Bruno Forte, o documento ressalta que os homossexuais “têm dons e qualidades para oferecer à comunidade cristã” e que a união entre gays oferece “apoio precioso para a vida de cada um dos parceiros”.

