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Cúpula nacional do PT estranha que o PT de Goiás não faça críticas a Ronaldo Caiado

O PT, eventualmente com o apoio de um suposto rival, o PSOL, vai tentar pôr areia no caminho do senador eleito Ronaldo Caiado. O objetivo é, a médio prazo, transformá-lo numa espécie de Demóstenes Torres 2. Os petistas avaliam que o excesso de críticas e a exposição excessiva na mídia vão criar uma série de adversários para o líder do DEM. A “escola” petista, acostumada a enfrentamentos, assegura que não vai ficar quieta. A cúpula nacional do PT estranha que o PT goiano não o critique. A política petista de destruição de adversários não é democrática; pelo contrário, é autoritária. Ronaldo Caiado, além de íntegro, é um crítico consistente, que não faz pronunciamentos aleatórios e perfunctórios. O PSOL partiu para o ataque e disse que Ronaldo Caiado recebeu dinheiro da OAS. Ora, se o parlamentar declarou o financiamento e se nunca fez lobby para a empreiteira, qual é o problema?

Aos 69 anos, morre ex-prefeito Darci Accorsi

[caption id="attachment_21159" align="alignright" width="150"]darci accorsi nov d Darci Accorsi não resistiu a um tumor na coluna[/caption] Depois de lutar contra um câncer na coluna, o ex-prefeito de Goiânia Darci Accorsi (PT), morreu na noite de quinta-feira, 20. Ele foi enterrado na tarde do dia seguinte. Reconhecido como um dos melhores administradores da história da capital, Darci cumpriu sua gestão de 1993 a 1996. Antes, tinha sido candidato em 1985, derrotado em uma eleição. Gaúcho de Nova Prata (RS), ele era graduado em Filosofia e foi professor na UFG e na PUC-GO. Casado com Lucide, deixou três filhos, entre eles a deputada eleita Adriana Accorsi (PT).

Governo pode manter viaturas plotadas em azul

O Estado de Goiás pode manter as viaturas da Polícia Militar plotadas em azul e amarelo. A decisão monocrática é do desembargador Itamar de Lima, a despeito de ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), que sustentava promoção pessoal do governador Marconi Perillo (PSDB) – uma vez que seu partido político tem as mesmas cores. A Promotoria de Justiça alega que quaisquer cores, como as antigas vermelha e branca , têm o mesmo papel durante as rondas.

Eduardo Machado, do PHS, pode assumir secretaria nacional de Irrigação

O presidente nacional do PHS, Eduardo Machado, está cotado para assumir a Secretaria Nacional de Irrigação do governo da presidente Dilma Rousseff. Dilema de Eduardo Machado: seu nome chegou a ser citado para comandar a Sudeco, porém, como nenhum dos deputados eleitos do PHS é do Centro-Oeste, e a Superintendência só cuida de assuntos desta região, o líder goiano e nacional não tem como assumi-la. Ele precisa assumir um cargo que envolva todo o país, para contemplar as demandas do partido em outros Estados.

Eleição só com financiamento público pode aumentar caixa 2

O alerta é do cientista político e jornalista Murillo de Aragão, estudioso do tema e que lançou recentemente o livro “Reforma Política: o Debate Inadiável”

Francisco Júnior diz que Jayme Rincón é forte mas sugere que PSD lance candidato

O deputado estadual Francisco Júnior (PSD) diz que sabe que Jayme Rincón, provável candidato do PSDB a prefeito de Goiânia, é forte, até muito forte, mas que concorda com Vilmar Rocha: “Time que não joga não tem torcida”.

Aposta do PSD em Goiânia é Francisco Júnior e Virmondes Cruvinel. Não é Vilmar Rocha

Se o PSD lançar candidato a prefeito de Goiânia, o nome não será o de Vilmar Rocha, que representa a velha guarda, e sim os nomes do deputado Francisco Júnior e do vereador Virmondes Cruvinel Filho.

Correligionários chamam Virmondes Cruvinel de “Iris Rezende jovem do PSD”

De um pessedista: “O vereador Virmondes Cruvinel Filho (PSD) foi eleito deputado estadual e agora está fugindo dos aliados. Ele não atende nem telefonemas”. O pessedista acrescenta: “Como está fugindo dos correligionários, Virmondes Filho já está sendo chamado de ‘Iris Rezende jovem do PSD’”. Se verdadeiro, uma pena.

Joaquim de Castro cobra compromisso de Virmondes Cruvinel e quer ir para o TCM

O secretário de Articulação Institucional do governo de Goiás, Joaquim de Castro, não abre mão e exige a vaga de Virmondes Cruvinel (pai) no Tribunal de Contas dos Municípios. Na eleição de 5 de outubro, Joaquim de Castro apoiou Virmondes Cruvinel Filho para deputado estadual, na região de Jussara, e agora cobra o cumprimento do suposto “acordo de cavalheiros”.

O impasse no orçamento expôs as trapalhadas da orientação parlamentar do governo

[caption id="attachment_21359" align="aligncenter" width="620"]Petista Devanir Ribeiro: ruim de conta e pressa para dar boa notícia ao governo (Jose Cruz/Agência Brasil) Petista Devanir Ribeiro: ruim de conta e pressa para dar boa notícia ao governo (Jose Cruz/Agência Brasil)[/caption] A oposição está se impondo aos governistas na batalha para evitar a aprovação pelo Congresso da nova Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) sem exigir o superávit no fechamento das contas de 2014 — a economia que a Lei de Responsa­bilidade Fiscal impõe desde sua criação na era FHC para evitar que o governo gaste mais do que arrecada. Nas duas últimas semanas foram duas vitórias oposicionistas. Na primeira, Dilma estava na Austrália para a reunião do grupo G20. O governo pediu urgência ao Congresso para a LDO. A oposição ameaçou recorrer ao Supremo Tribunal Federal se houvesse urgência. O governo recuou. Na volta de Dilma, os governistas chegaram a declarar a aprovação da emenda que suprime o superávit. A oposição prometeu ir ao tribunal. O governo voltou a recuar. Assusta o governo a hipótese de recurso ao Supremo quanto ao orçamento para 2015 porque precisa que o Congresso aprove o projeto até 22 de dezembro, quando os congressistas saem em férias. Antes, o governo teria de aprovar a nova LDO. Sem ela, não se vota o orçamento. O Supremo não teria prazo para julgar o recurso e também sairia em férias na mesma época. Nesse impasse, é duvidosa a eficácia da disposição de Dilma em negociar as posições de aliados no mercado de empregos da Espla­nada apenas depois de aprovada a LDO com um texto que não a denuncie por crime de responsabilidade: o não cumprimento da exigência do superávit anual. Nem se fale no vexame de ser a primeira presidente a não conquistar a meta de economia fiscal. O pior é que o planejamento parlamentar tático falhou nas duas derrotas em torno da aprovação da emenda da LDO. Na primeira, os governistas erraram ao recomendar ao Planalto o pedido de urgência na tramitação. Se aprovada, a pressa apenas travaria a pauta de votação até a urgência ser votada. Seria uma boa contribuição à disposição oposicionista em obstruir os trabalhos. A segunda tentativa foi tão patética quanto à da semana anterior. No mesmo dia em que Dilma se reuniu com o PT para discutir a crise em geral, o presidente da Comissão Mista do Orçamento, o deputado Devanir Ribeiro, petista de São Paulo, proclamou a aprovação da emenda do superávit. Mas ele estava enganado. No dia seguinte, a votação foi anulada quando a oposição provou que o gesto do companheiro Ribeiro era um erro aritmético dentro de um equívoco regimental, emoldurado pela ansiedade do deputado em anunciar o êxito de sua operação a favor do governo. Naquele momento, a emenda contava com o apoio de 15 votos. Ainda faltavam três: eram necessários 18 votos. Os governistas que boicotaram a votação em protesto contra alguma coisa ganharam um argumento precioso: no espaço imenso do Congresso, eles estavam a caminho da sala de votação quando a pressa de Devanir Ribeiro encerrou a coleta de votos. Agora, cabe ao Planalto tentar a sorte pela terceira vez nesta semana. A presidente? Com uma dose de ingenuidade, Dilma encomendou à equipe uma providência para conquistar votos a favor da LDO um pacote fiscal que deseja anunciar também nesta semana, quando a emenda à LDO retorna ao cartaz. A ideia é reunir um conjunto de corte de gastos que garanta a conquista do superávit primário nas contas públicas do próximo ano. Seria uma aposta no mercado futuro para os governistas descontentes. No ano que vem, o novo perfil da Esplanada estará desenhado e em operação. Eles estão interessados é no mercado a curto prazo, com demandas e ofertas aqui e agora. O oportunismo político não se interessa por uma declaração de intenções da presidente. Mais valiosa é uma assinatura em nomeação ou liberação de verba.

Leonardo Vilela deve ocupar vaga de Tião Caroço no TCM

Para a vaga de Sebastião Caroço (no Tribunal de Contas dos Municípios), que tem idade para se aposentar, ao contrário do que costuma dizer, irá o deputado federal Leonardo Vilela, secretário de Gestão e Planejamento.

Quando o governo aproveita a crise, alarma empresas e expõe remendos para a economia

[caption id="attachment_21352" align="alignright" width="250"]Presidente da Eletrobrás, José Costa Neto: “Vamos parar o País”  Agência Brasil Presidente da Eletrobrás, José Costa Neto: “Vamos parar o País” Agência Brasil[/caption] Os movimentos se tornaram perceptíveis nos últimos dias. Em busca de salvação para a Lei de Di­retrizes Orçamentária sem o superávit primário, ministérios passaram a alertar associações que representam empresas para o risco de o orçamento de 2015 não ser aprovado ainda neste ano pelo Congresso. Com isso, pagamentos seriam atrasados e programas sociais reduzidos. Sutilmente, a ministra do Pla­nejamento, Miriam Belchior, em vias de se retirar da Esplanada, alertou para a coincidência entre o impasse no orçamento e as prisões de empresários por conta do petrolão e os processos que implicam bloqueio de contas bancárias, multa e restituição de dinheiro arrecadado na pilhagem sobre a Petrobrás. A construção civil, mais modesta, por exemplo, depende de obras do programa Minha Casa Minha Vida e não dispõe de fôlego para suportar atrasos compridos de pagamento. A Caixa Econômica Federal financia programas sociais e conhece as necessidades de sua clientela. O banco é organicamente enredado com empresas e fregueses da assistência social. O Ministério da Fazenda vaza informações sobre o congelamento do dinheiro distribuído pelo Bolsa Família, um mês depois de o governo acusar amplamente o presidenciável tucano Aécio Neves de pretende eliminar o programa se fosse eleito. Salários seriam congelados. O salário mínimo seria reajustado no limite da inflação, sem ganho real. Entre outras coisas, o seguro desemprego e os benefícios da previdência social diminuiriam. Não seriam renovados no próximo ano os pacotes que reduzem a taxação tributária para estimular a produção e o consumo social. A contratação de servidores públicos seria suspensa – não se menciona a redução dos cargos de confiança do governo. A sério, a presidente Dilma alertou o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, sobre a paralisação de obras públicas por causa da punição a grandes empreiteiras. “O país não pode parar”, afirmou e advertiu sobre as obras de transposição do São Francisco. O governador é do PSB e pode influenciar políticos quanto à LDO e o petrolão. “Vamos parar o país”, alertou o presidente da Eletrobrás, José Costa Neto, sobre o que pode acontecer se, de uma hora para outra, as empreiteiras e seus trabalhadores suspenderem as atividades como decorrência do petrolão. “Por enquanto, acho que a atuação dessas empreiteiras tem de ser preservada”, recomendou diante de repórteres.

Paulo-garcismo, pra impedir candidatura de Aidar, vai bancar Adriana Accorsi para prefeita de Goiânia

O paulo-garcismo percebeu que, se tentar apoiar Iris Rezende para prefeito de Goiânia, vai receber um rotundo “não” da cúpula petista. Por isso, para tentar impedir uma candidatura de Humberto Aidar, que integra o grupo do deputado Rubens Otoni e Antônio Gomide, o paulo-garcismo deve bancar a candidatura de Adriana Accorsi. Percebendo que há certa resistência, não ao seu nome, mas a um candidato da Articulação, tendência do PT à qual pertence, Adriana Accorsi aproximou-se de Rubens Otoni. O PT, que não quer bancar chapa pura em Goiânia, deve buscar aliança com o PTB de Jovair Arantes ou com o PC do B de Isaura Lemos.

Dilma Rousseff aprova gesto de Marconi, que vai “enviar” dois deputados para sua base na Câmara

A presidente Dilma Rousseff ficou satisfeita ao saber que o governador Marconi Perillo vai enviar mais dois políticos para sua base na Câmara dos Deputados: Sandes Júnior, do PP, e Eurípedes Júnior, do Pros, o primeiro e o segundo suplentes, respectivamente. A presidente torce por mais um, possivelmente José Mário Schreiner, suplente pelo PSD e muito ligado à futura ministra da Agricultura, a senadora Kátia Abreu.

Na vida real, o cerco às empreiteiras compromete metas econômicas, como as concessões

[caption id="attachment_21345" align="aligncenter" width="620"]Foto: Edson Rodrigues Governo cogita passar obras públicas para empreiteiras menores Foto: Edson Rodrigues[/caption] Por causa de encrencas com o petrolão, a presidente Dilma terá de repensar a sua antiga ideia em promover o desenvolvimento com programas como o pré-sal e a concessão de serviços públicos de infraestrutura em escala. Hoje, estão em xeque a Petrobrás e grandes empresas nacionais que poderiam disputar novas concessões, que não deverão sair tão cedo, pelo menos para as gigantes. Com a crise de confiança, interna e externa, na economia nacional, mais a participação em corrupção, as maiores empreiteiras teriam dificuldade em captar investimentos com o lançamento de debêntures no mercado de capitais. A falta de credibilidade na política fiscal se acentua com a manobra do Planalto para esconder a falta de superávit nas contas públicas. Há uma ideia na equipe econômica em deixar de lado as oito empreiteiras enrascadas com o petrolão e voltar-se para a presença de empresas abaixo das gigantes na disputa de concessões. Mas é preciso saber se elas receberiam a atenção de bancos para a captação de investimentos e se suportariam pagar juros altos por causa do rebaixamento da nota de risco.