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Texto de Rogério Borges conecta a seca atual à literatura de Graciliano Ramos e Raquel de Queiroz

“Vidas Secas” é um belíssimo texto de Rogério Borges sobre a seca, a real da atualidade e a abordada pela literatura de Graciliano Ramos (o título é, claro, uma referência ao romance magno do escritor alagoano), Raquel de Queiroz (por sinal, caro Borges, sem acento), José Américo de Almeida, Patativa do Assaré e Ariano Suassuna e pela música de Luiz Gonzaga (“Súplica Cearense”, não citada [veja uma versão modernizada do Rappa no link: https://www.youtube.com/watch?v=F19PnbWigSA], e “Asa Branca” são maravilhas do cancioneiro popular). No fim do texto, no qual discute as motivações da seca, Borges pergunta: “Por que não os leram?” (Graça, Rachel, Almeida, Patativa e Suassuna. Poderia ter acrescentando Josué de Castro e Marco Antônio Villa.) “Luiz Gonzaga transformou em hino a fuga da asa branca... Por que não o ouviram? Por que nunca aprendemos, meu Deus?”

Graça Foster não parece corrupta. Mas sua suposta inocência foi paga com a demissão

A ex-presidente da Petrobrás Graça Foster é corrupta? Tudo indica que não. Parece que não está envolvida com as falcatruas de políticos e empreiteiros. Se não está, por que foi pressionada a se demitir? Porque, embora possivelmente não esteja envolvida pela engrenagem corrupstêmica (corrupção sistêmica), a Petrobrás precisa de fatos novos para funcionar e se não arrebentar na bolsa. Não só. No mercado capitalista de alta competitividade, o político e o econômico, nenhum executivo pode ser inocente. Graça Foster pode não ter sido contaminada, por escolha pessoal, mas certamente sabia o que estava acontecendo, não nos porões, e sim nos mais refinados e poderosos gabinetes da empresa. Se não sabia, como seus “aliados” sugerem, é muito pior. Pois significa que não tinha domínio sobre o que acontecia, às claras, na Petrobrás. A suposta inocência de Graça Foster foi paga, se se pode dizer assim, com a demissão e, sobretudo, com o desgaste do nome para sempre.

Cosac Naify põe nas livrarias uma tradução caprichada de Absalão, Absalão!, uma obra-prima de Faulkner

Um dos mais brilhantes romances do Nobel de Literatura americano ganha tradução precisa de Celso Paciornik e Julia Romeu

Educação: aquilo que dá certo deve ser aplicado

Há muito a ser feito e o Jornal Opção tem mostrado isso nas últimas duas semanas. Nesta, a série de reportagens é fechada mostrando que há pessoas pensando na educação de forma global

“No Tocantins, o PMDB atualmente está sem pé, sem cabeça e sem rumo”

Prefeito de Paraíso defende Marcelo Miranda com dicas para “melhor governar”

Peemedebista avalia que governo agiu tarde demais na articulação política

[caption id="attachment_27950" align="alignleft" width="620"]Foto: Gilson Cavalcante Foto: Gilson Cavalcante[/caption] Na avaliação do prefeito de Paraíso do Tocantins, Moisés Avelino (PMDB), o governo Marcelo Miranda demorou a se articular para a eleição da Mesa Diretora da As­sembleia Legislativa e, por isso, não conseguiu quebrar o esquema montado pela bancada de oposição. No entanto, acredita que o governo não terá dificuldades em aprovar seus projetos na Casa.

As ponderações de Eduardo Siqueira sobre o processo

Para evitar provocações, o deputado Eduardo Siqueira Campos (PTB) entende que a vitória do deputado Osires Damaso (DEM) na disputa pela presidência da Assembleia não caracteriza necessariamente uma vitória da oposição contra o governo: “São disputas de propostas e venceu quem apresentou uma proposta mais convincente aos olhos dos deputados”, ponderou. Eduardo ainda questionou, com ares de bom companheiro: “Que tempo o deputado Eli Borges teve para apresentar as suas propostas e tomou conhecimento de que seria candidato na hora da eleição?”.

Houve compra de votos na eleição da mesa diretora?

“O costume já implantado no Estado não muito republicano, prevaleceu e houve compra de votos na eleição da mesa diretora da Assembleia”. A acusação é do deputado José Bonifácio (PR), para quem ocorreu uma movimentação de contratos milionários no Parlamento na gestão anterior, “o que torna o processo muito suspeito”. O republicano se refere à suposta marcação dos votos na cédulas do processo que elegeu os novos comandantes do Parlamento tocantinense, o que pode ter, em sua visão, “maculado o resultado da eleição” que elegeu o deputado Osires Damaso (DEM) como presidente.

A conclusão: prevaleceu a força do governo anterior

A um site do Estado, o deputado Paulo Mourão (PT) reconheceu que o resultado da eleição revela a realidade do quadro político em que o governo tinha minoria. Prevaleceu a força do governo anterior que tinha uma bancada majoritária. Não tivemos, talvez, a sensibilidade de convencê-los para uma composição conosco”, lastimou o parlamentar. O petista avalia que o mais importante agora é abrir um debate franco nas comissões , lugar onde a bancada do governo ainda tem condições de indicar os cargos mais importantes. Paulo Mourão espera que nas comissões o governo Marcelo Miranda possa conquistar uma posição de equilíbrio ou até mesmo majoritária, em função da formação dos blocos parlamentares.

O novo cenário político do Tocantins

A aposentadoria de Siqueira Campos na política abre uma avenida de possibilidades, consolida o prestígio de Marcelo Miranda, mas também abre caminho para a renovação. Desempenho do governo pode determinar os novos rumos da política no Tocantins.

Reajustadas as diárias de servidores

A Mesa Diretora da As­sembleia Legislativa reajustou em 8,85% o valor das diárias pagas aos servidores. Os valores variam entre R$ 159 e R$ 484,49. Para as viagens ao interior do Estado, os valores variam entre R$ 159,51 e R$ 320,59. Caso se trate de viagem internacional, o valor da diária se mantém em US$ 400.

Prefeito Carlos Amastha tenta recuperação

[caption id="attachment_27958" align="alignleft" width="620"]Amastha tem fortes chances de reeleição, mas visa 2018 / Antônio Gonçalves Amastha tem fortes chances de reeleição, mas visa 2018 / Antônio Gonçalves[/caption] Após as eleições em que foi fragorosamente derrotado, o prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PP), abandonou as polêmicas inúteis e passou a se dedicar integralmente à gestão e já está colhendo resultados. Amastha, que só trabalha amparado em pesquisa, já é visto não só como um prefeito com grandes chances de conquistar a reeleição, mas como um forte concorrente ao governo do Estado em 2018.

Reorganização administrativa tramita na CCJ

Tramitam na Comissão de Constituição, Justiça e Re­dação (CCJ) do legislativo estadual quatro Medidas Pro­visórias (MPs) que tratam da reorganização da administração direta e indireta do Poder Executivo. Elas concedem redução em 15% na aquisição de óleo diesel por empresas de transporte coletivo e modificam artigo da lei que dispõe sobre as diretrizes orçamentárias do Estado.

Mensagem é para a modernização da máquina

“Temos que fazer um governo de gestão para modernizar a máquina pública e garantir serviços de qualidade para toda a nossa população; temos que trazer de volta a dignidade e a autoestima de todos os tocantinenses, entregando ao nosso povo serviços de qualidade na saúde, na educação, na segurança pública, bem como fazer uma grande mudança na gestão dos recursos públicos”. O discurso é do governador Marcelo Miranda, na mensagem enviada ao Legislativo, na semana que passou.

Impedidas de participar de licitações

Atendendo pedido do Mi­nistério Público Estadual (MPE), a Justiça manteve decisão liminar que impede um grupo de empresas sediadas em Goiás de participar de licitações e de efetuar qualquer contratação com o poder público no Estado do Tocantins. A decisão atinge cinco empresas, que estão sendo acusadas pelo MPE de serem utilizadas por uma quadrilha para burlar o caráter competitivo das licitações que participavam. Mantêm-se impedidas de contratar com o poder público as empresas Irriga Máquinas e Iluminação Ltda, Iluminar Ma­teriais Elétricos Ltda, Ultrawatts Materiais Elétricos Ltda, Elétrica Radiante Materiais Elétricos Ltda e Jorge Luis Rodrigues de Siqueira ME, que atuam no fornecimento de materiais elétricos e na prestação de serviços de iluminação.